Mas isso acontece...
A pergunta que não quer calar: porque?
Talvez a melhor resposta para esse caso é repetir as palavras de uma famosa blogueira: "quem não pode atacar o argumento ataca o argumentador". Se ele tivesse inteligência (inclusive emocional) suficiente para utilizar argumentos com informações relevantes, que pudessem enriquecer um debate que acontece no Brasil e mundo afora, não estaríamos sujeitas a esse tipo de agressão pobre e dispensável.
Raiva é desperero. E desespero não leva a nada, talvez ao
suicídio…
Agressão verbal, principalmente direcionada ao público com o
qual pretende-se estabelecer uma conversa aberta e civilizada é no mínimo
falta de educação e profissionalismo. Agora, como uma entidade que se diz séria
e engajada em defender os interesses da sociedade pode contratar e, ainda,
permitir que moderadores de um espaço dedicado à interação e troca de opiniões
comportem-se desta maneira:
Isso é constrangedor. Não para mim, mas para quem paga para isso acontecer!
Ao tratar a leitora dessa forma, o moderador se concentra
numa única palavra: mãe, que para ele deve ser sinônimo de mulher desocupada e desesperada
que quer se livrar do filho ao deixa-lo largado em frente à tv. Coisa bem das
cavernas, como já disse.
Essa resposta vazia em argumentos, mas carregada de raiva e
direcionada não apenas à leitora em questão, mas a todas as mães que “tentam”
acompanhar o “debate saudável” que dizem promover na tal “hatepage”, ops..
fanpage.
O caminho é outro, amigo…
E para finalizar, “mãe”
tem também profissão… e está mundo afora governando países, dirigindo empresas, formando opiniões
e, lógico, pegando no pé de quem ainda não aprendeu que lugar de menino malvado
é no cantinho para pensar no que fez, pedir desculpas e não fazer de novo!












3 comentários:
Li um artigo muito bacana sobre a impacto negativo da propaganda infantil na mente das crianças na revista Caros Amigos. Tal artigo deveria ser lido por todos, pra quem tem filhos ou não. Especialmente para quem comenta sem analisar os fatos e que a inibição destas propagandas é um direito da criança, que ainda não sabe diferenciar a realidade de um anúncio.
Concordo plenamente com você!!!
Eu, que ainda nem sou mãe, acompanho e apoio muito o movimento das famílias contra os excessos da nossa publicidade sem medidas.
Acho que essa deve ser uma luta de todos que estamos cansados de aceitar tudo isso passivamente.
Comentários repletos de ódio como o do Luis me causam pena pela falta de sutileza de compreender que este mundo não precisa ser aceito como está, que é direito de todos a manifestação contra aquilo que pode ser diferente, independentemente da causa.
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