12 de setembro de 2012

Na Volta ao Trabalho, dá pra amamentar?

Tudo que é novo assusta. Assusta tanto que parece impossível. 
É assim que me sinto diante do velho dilema: trabalho versus amamentação. Tudo parece impossível, ou possível demais, quando a gente ainda só imagina (e planeja) a amamentação com a volta ao trabalho. É uma fase intensa, onde sentimos o futuro, e temos certeza absoluta de que é preciso agir agora. Ser mãe de segunda viagem não altera em nada esse desafio de enfrentar a louca ansiedade de uma puérpera, que vive intensamente a dependência do filho no peito e, conclui - com muita dor no coração - que essa vivência é extremamente contrária ao ritmo do trabalho.

E, assim, bem devagarinho, aqueles momentos de prazer vão ganhando um ar de tortura onde há a certeza de que não dá pra amamentar trabalhando! E haja gente pra lhe garantir essa conclusão: é a feminista da Claudia acompanhada da executiva, sua chefa, sua mãe, sua amiga, (ás vezes, a melhor amiga), seu marido...enfim, se você procurar alguém para partilhar tal conclusão, você achará muitaaaaaaaaaaaa gente com a mesma opinião.

Eu não acho que eles estão cegos nem errados. Não é fácil amamentar com a volta ao trabalho, mas é possível. O primeiro desafio é enfrentar sua imaginação. Esqueça AGORA como será os próximos meses e mergulhe o peito na boca do seu filho. Não ouse pensar no amanhã, viva o presente e durma, durma, durma e durma. Durma bastante. Considero o descanso o principal fator de sucesso de uma boa amamentação. O resto ( água e alimentação) são consequências. Mãe que dorme cuida de si mesma. Agora...se você estiver sonhando demais na hora de dormir, vá ler Laura Gutman!

Eu não consegui superar 100% o primeiro desafio. Dormi, descansei, respeitei minha quarentena, mas a cabecinha continuou ali gritando, alertando, chamando para o tal dilema. Então, eu vivenciei o segundo desafio: o desespero. Nada melhor para um desesperado que o consumo. Eu adquiri tudo que existe no figurino em prol da amamentação: bomba elétrica, consultora, copinho, mamadeira Calma, da Medela. E, detalhe, não fiz o tal estoque de leite materno como manda o bom figurino. Bem, o desespero foi eliminado a partir das compras por impulso, mas vale ressaltar que o consumo dessas ferramentas faz diferença.

Eu vendi minha bomba Medela e a mamadeira Calma para outras mães, através das listas,  no prazo de sete dias, após completar 11 meses de amamentação
Você terá dúvida se vale alugar a bomba ou comprá-la. Também questionará qual modelo ideal da bomba elétrica. Eu comprei a Medela Swing, mas meu conselho é entrar nos brechós maternos e comprar tudo usado pela metade ou 80% mais barato que os preços de mercado. Demora, mas sempre aparece uma mãe reciclando sua bagagem. Dá pra fazer ordenha manual? Os especialistas dizem que sim, mas eu não teria o tempo nem a disposição para tal prática. A bomba assim como a mamadeira (carérrima) me deram segurança, por mais que eu saiba que são meros fetiches.

Opa! Você nunca pensou que para conjugar trabalho e amamentação precisaria buscar novos recursos? Esse é o principal desafio. Puérpera acredita que tudo vai dar certo ou que nada vai dar certo. Não tem meio termo, mas é preciso buscá-lo. Amamentar com ritmo do trabalho requer muito esforço, envolve paciência e ainda implica resistência. Como disse a executiva da Cláudia, na supertendenciosa reportagem "Mamãe Grude", nenhuma empresa está pronta para a maternidade. A tal executiva aclama isso como uma verdade absoluta sem questionamento. Eu encaro como uma situação que demanda melhorias. É preciso criar salas de ordenhas dentro do ambiente corporativo já que são poucas as mulheres que trabalham no modelo home-office.

O terceiro desafio é, enfim, a volta ao trabalho. Eu confesso que, desta vez, foi o dia mais feliz da minha vida, mas algo dentro de mim resgatou os inúmeros choros desesperados, que eu os vivenciei na minha primeira volta ao trabalho. Naquela época, eu ainda não tinha conquistado meu modelo home-office, minhas poucas saídas de casa e meu atual padrão de consumo ( menos é mais). Isso faz uma diferença imensa, mas ainda assim percebo os limites corporativos. Eles são rígidos e duros, mas possíveis de serem superados. Na volta ao trabalho, eu reconheço que é muito difícil manter a amamentação. Mas há muitos caminhos alternativos para transformar essa dificuldade em algo possível. Vale lembrar que os caras lá de cima recomenda, pelo menos, SEIS meses de amamentação exclusiva. E aí topa partilhar seu desafio dessa volta pra gente dividir o peso da exclusão materna corporativa?

A foto que ilustra esse post foi retirada do blog da 
Matrice que explica as questões jurídicas sobre o direito de amamentar no trabalho!

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12 comentários:

  1. Ué Ceila, nao entendo como nao amamentar... amamenta-se ou nao, trabalhando fora ou nao. Acho estranho que uma mae deixe de amamentar seu filho porque comecou a trabalhar. Isso parece uma coisa mt sem sentido pra mim, desculpa. É bem como vc mencionou, como fez no seu tempo amamentando, se encher de todos os "equipamentos" necessários pra p. ex., retirar o leite qd nao estiver presente e assim que chegar do trabalho, como vc mesma diz, botar o peito na boca do menino, simples assim:-)

    Eu sou a maior partidária da amamentacao, os meus tres filhos mamaram bastante, mesmo em situacos complicadas, algumas vezes.

    Alem disso, a volta pra casa depois de uma dia longo de trabalho, o reencontro com o filho e esse contato lindo que só a amamentacao traz, é mt magico pra ser desperdicado, nao é mesmo?

    Bjs

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  2. Nina, querida, concordo plenamente que é muito mágico a volta ao trabalho e entendo que, para você, as coisas são "simples assim" como para muitas outras mães que tem sua rede de apoio e acredita na amamentação. MAS, tenho tido a oportunidade de conhecer ambientes corporativos bastante diferentes e percebo que essa sensação do "simples assim" nem sempre existe até pq na maioria das vezes não é simples. A reportagem da Claudia com os depoimentos daquela superexecutiva contribui ainda mais para vender esse paradigma de amamentar não combina com trabalho. Li o depoimento da tal feminista na mesma reportagem e entendi o qto ainda há pessoas retrogradas dentro do movimento que perpetua a dobradinha maternidade versus trabalho. São pessoas como esses "especialistas" que ainda influenciam muito e afetam o estado de vulnerabilidade dessas mães que passam a acreditar que amamentar no trabalho não é possível.

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  3. Aaaahhh Ceila agora que entendi o que vc quis dizer, vc se refere a amamentar durante o horario de trabalho... ah claro, desculpa a ingnorancia... vou ler essa materia que vc comenta, nao tinha ido la ainda.

    de qq forma, tudo o que disse antes, mantenho.
    é claro que isso deveria acontecer, é mais que um direito da mae e deveria ser um dever de toda empresa...

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  4. É complicado mesmo, eu voltei e trabalhei duas semanas, mas minha mãe q ia ficar com meu bb teve problemas de saúde e não consegui por na creche, desisti de trabalhar por um tempo. Agora ele tem 11 meses, tá cada dia mais lindo!
    Venha conhecer meu blog e nos siga de volta. Bjs
    http://matheusmeucoracao.blogspot.com.br/

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  5. Opa, Nina, acho que confundi mais ao inves de esclarecer...Não, eu não me refiro a essa situação específica de amamentar durante o trabalho. Eu até vivo essa realidade porque trabalho em casa, mas quando saio para as reuniões ou demandas que envolve ficar fora quase 8 horas por dia, eu preciso ordenhar pq o peito fica empedrado e doi. E, nestas situações, eu percebi o desafio que é para a maioria das mulheres que querem amamentar com a volta ao trabalho. Não há espaços para as ordenhas. Eu fui orientada ordenhar em banheiros. Essa falta de infraestrutura adequada nos ambientes colaborativos para incentivar a amamentação das mães que trabalham fora contribui muito com o dilema que essas "especialistas" vendem na reportagem da Claudia.
    Não consegui encontrar um link com todos os depoimentos no site da Claudia...Li a reportagem na revista e fiquei impressionada com os depoimentos da executiva e da feminista, as quais opinavam sobre o conceito "criação com vínculo", que era tratada pela jornalista Paula Zaidan como "criação grude". A reportagem abordava sobre as vantagens e desvantagens do conceito "criado" pelo Dr. Sears e insinuava que um bando de mulheres seguiam o doutor americano como um mestre ou algo assim...

    Quando a empresa não assume esse papel de incentivar a amamentação, as mães tendem a atribuir a essas resistências estruturais o valor vendido pelas tais especialistas da reportagem da Claudia, que garantem que amamentar na volta ao trabalho não é possível e representa um retrocesso do feminismo.

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  6. Oi Roberta, obrigada pela sua partilha. Sem dúvida deixar o trabalho temporariamente é uma das alternativas diante da falta de estímulo das empresas em prol da amamentação e vínculo com nossos filhos. Também fiz isso com a minha primeira filha, mas demorei um ano pra deixar o trabalho e perdi a chance de amamentá-la exclusivamente até os seis meses e nos meses posteriores. Não tinha essa consciencia naquela epoca...Mas não podia abandonar de vez o trabalho e vivia na instabilidade maluca da maternidade versus profissão...com tempo aprendi que é possível conjugar esses mundos opostos, mas não é facil nem simples

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  7. Acabo de ver o feedback da lista VBAC do Facebook e me senti obrigada em copiar a troca de lá pra cá. Motivo?
    As experiências lá ensinam:
    1-ordenha na hora do almoço pra quem mora longe de casa
    2-Volta ao Trabalho com bebê aos 3 meses é possível com as seguintes alternativas: almoço em casa, saídas para amamentar na creche ao lado, ordenha de manhã ou madrugada.
    3-Volta ao Trabalho com bebê aos 7 meses permite fazer LD (Livre Demanda) em casa e alimentação na creche.

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  8. Copiando a troca do Facebook:


    Ingrid Lotfi Eu fiz um estoque de 9 litros de leite, um mês antes de retornar ao trabalho, armazenados em potinhos de 200 ml. Ela mamava ao acordar, antes do trabalho, na minha ausência o meu leite armazenado (no copinho de transição) e uma fruta, depois mamava quando eu voltava e no resto do dia. Isso com 6 meses. Ela só se adaptou completamente às frutas com 7 meses, qdo comecei a papa de legumes. Mesmo assim, era uma fruta, uma papa de legumes e o resto peito. 4 refeições acho que Serena só foi fazer com uns 9 meses. Usei a medela swing para tirar o leite.
    Yesterday at 12:32am · Unlike · 3

    Patricia Russo Eu amamentei minhas gêmeas até os 3 anos... quase quatro. Voltando ao trabalho eu deixava um estoque de leite e usava e abusava da livre demanda enquanto estava com elas, isso e, qualquer lugar. Hoje, meu filho com 1 ano e 8 meses também continua sendo amamentado da mesma forma que as meninas. Já não tiro mais leite, passei para os leites vegetais enquanto estou trabalhando.
    Yesterday at 7:44am · Unlike · 1

    Renata Matteoni Ceila,eu nunca consegui armazenar muito leite. Extrair leite com bomba só com Laura plugada no outro peito e guess what? Ela ficava irritada chutando a bomba. Um horror minha interação com a bomba! Eu cheguei a tentar 3, uma que não lembro o nome, bem vagabunda, uma aventis manual e a medela. Resolvi então pedir demissão e ficar em casa cuidando eu mesma da Laura. E foi a melhor decisão que tomei na vida. Penso que retirar o leite e deixar para o bebê, assim como retirar no trabalho, são ações fundamentais para manutanção de aleitamento pra quem volta ao trabalho, mais importante por isso do que pelo fato de o bebé tomar nosso leite em vez de uma fruta. A composição nutricional do leite materno é bacana, mas acredito mais no poder do leite em virtude do contato que amamentar propicia do que pelos nutrientes etc etc em si.
    Bjo
    Yesterday at 8:14am via mobile · Unlike · 1

    Ingrid Lotfi Eu tirava 6 da manhã, antes da Serena acordar, qdo o peito tava cheio!
    Yesterday at 8:15am · Unlike · 1

    Renata Ilha Tinha leite armazenado diariamente, por ordenha manual (jorrava!). Ia almoçar em casa e aí era na teta direto... Dioniso mamando de um lado e eu almoçando do outro rsrsrs. No fim do dia e na noite, livre demanda!
    Yesterday at 8:26am · Unlike · 1

    Camila Andrietta putz, eu juro que tentei, comprei a bomba, os potinhos, fiz estoque, mas, o pequeno não deixava tirar qd eu tava amamentando, daí qd eu ia tirar já tinha pouco leite. Tentei tirar no trabalho, mas o único lugar possível era no banheiro, e com aquele entra e sai. Não saía muito, acabou que não dei conta e meu leite secou rapidinho...
    Yesterday at 8:34am · Unlike · 1

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  9. Amanda Naldi E voltei aos trabalho quando meu mais velho tinha 3 meses. Coloquei ele num berçário pertinho do meu trabalho e a cada duas horas eu ia lá amamentá-lo. Fora desse horário era LD. Ele mamou até os 2 anos e 9 meses. Do segundo, voltei ao trabalho qdo ele estava com 4 meses. Eu comprei uma bomba medela e tirava leite no meu horário de almoço. Eu conseguia tirar 400mL por dia. Ele está com 1 ano agora eu parei de tirar leite. Tenho uma boa reserva ainda, mas ele não tem mais aceitado o leite. Faço livre demanda quando estou com ele e durante o dia ele come papinha e frutas. Não precisei de complemento nenhuma das duas vezes, mas no momento fico fora em torno de 6h horas.
    22 hours ago · Like

    Carolina Mello Eu voltei a trabalhar quando meu filho tinha 7 meses. Tirei leite por um mes so, para fazer a transicao, depois disso era ld em casa e na creche ele comia papas e frutas. Mamou ate 3 anos!
    16 hours ago via mobile · Like · 1

    Larissa Olivia de Abreu A minha vai pra creche desde os 3 meses e meio agora ela tem 8 e meio e ainda mama no peito. De manhã antes de ir pra creche, e depois que chego do trabalho quanto ela quiser.
    14 hours ago via mobile · Like · 1

    Ceila Santos Quanta partilha fantástica, obrigada a todas!!! Camila Andrietta, eu nãoa cho que foi uma questão de vc não ter dado conta...eu tenho vivenciado essa situação do banheiro ser o local de ordenha e fazer isso diariamente é realmente uma tortura. Não é uma questão individual...é realmente muito complicado enfrentar isso diante do estado vulnerável em que estamos, mas nada que a vivência e o apoio de tantas histórias possíveis pra mudar essa trajetória. Ingrid Lotfi sua prática é um exemplo que venho seguindo: a minha ordenha também é de manhã - deixo um peito disponível pra Clarissa e outro quietinho pra bomba de manhã. Patricia Russo que história linda, vc tem isso registrado em algum blog ou algum link que possa ser partilhado em outras redes? Ah, outra coisa: o que é leite vegetal?
    9 minutes ago · Like

    Ceila Santos Renata Matteoni não sabia que vc tinha tido essa vivência com a Laurinha. Eu tenho usado a Swing, da Medela, e estou amandoooo. Também tiro muito pouco leite 60 mil em cada ordenha. ás vezes, consigo 150 ml, mas é raro. Muito raro. Minha sorte é que preciso estar fora de casa somente uma vez por semana e apenas por quatro horas...As demais ausências são esporádicas e por volta de 2 horas...Se eu tivesse que sair todos os dias, acho que teria a sensação de impotência, mas percebo que a chave pra isso é fazer o estoque como indicou a Ingrid Lotfi
    5 minutes ago · Like

    Ceila Santos Renata Ilha sua alternativa de trabalhar perto foi a salvação, não? Você chegou a precisar fazer ordenha no ambiente de trabalho alguma vez? Se sim, como foi a recepção?
    3 minutes ago · Like

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  10. criacao grude?
    que horror Ceila... é como se fosse pecado e errado ter amor e zelo aos filhos.

    Esse mundo ta é perdido :-/

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  11. Eu retornei ao trabalho neste mês, meu BB estava com 7 meses. Faço 2 ordenhas no dia, uma na ida para casa antes do almoço e outra no final da tarde. Almoço em casa e ordenho próximo a esse horário. Chegando em casa já congelo e em casa é LD. Ele toma 1 mamadeira de LM por dia, o restante é no peito. Não há incentivo para amamentação no trabalho, na verdade, as pessoas consideram errado amamentar BBs maiores. Mamadeira seria mais fácil. Trabalho numa localidade bem adastada de grandes centros e composta basicamente por homens. Comprei uma bomba elétrica muito boa da Medela. Valeu cada centavo! Beijos! Nine

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  12. Estive nesse mesmo dilema à um tempo atrás, moro em uma cidade interiorana no RS e meu trabalho não era corporativo, era comercio varejista, loja de eletrodomésticos, minha função? Gerenciar a filial, detalhe... eu era a única mulher da loja! Meu bb tinha 4 meses e chegou o dia fatídico, eu como mulher me senti realizada e também aliviada em voltar à ser útil no meio profissional, voltar à resolver problemas que não eram só referentes ao meu filho (apesar de ficar muito feliz em ter que fazer isso). Porém, quem trabalha no comércio sabe, não existem horários, é quando e como os proprietários da grande rede querem, vc abre às 7:00 da manhã e só Deus sabe à que horas vai fechar, almoço? ?Se der tempo vc come, na loja mesmo é claro, local pra ordenha? Eles nem sabiam o que era isso, fiquei duas semanas e não deu, meu filho ficou 3 dias sem me ver, eu saía com ele dormindo e voltava com ele dormindo, aí resolvi que não dava mais. Saí do emprego, descobri um negócio maravilhoso que desenvolvo em casa e cuido dos meus filhos eu mesma. Meu bebe mama no peito até hoje e vai continuar, porque agora eu me permito isso. Tenho um site que fala um pouco sobre a ardua tarefa de ser mãe, se quiser me visitar, ele está em construção e estou aceitando sugestões.
    www.maedeprimeiraviagem.com
    E se alguém quiser saber um pouco mais sobre o trabalho que me permitiu ficar em casa e cuidar de meu filho é esse
    www.sistemawinner.com.br/marciacosta/hotsite

    Bjinho à todas e filhos valem à pena, a gente só precisa se adaptar ao novo sistema!

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