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Dias depois de escrever esse post, procurei ajuda de pediatra, psicóloga e fonoaudióloga. Conversei muito sobre o temperamento, birra, choro e mania de bater e morder do Arthur. Primeira conclusão, depois de avaliarmos por um tempo seu comportamento, ele é uma criança que morde e ponto final. Morde quando está irritado, morde quando está feliz. Como ele ainda não se expressa muito bem verbalmente, é preciso ser consistente no “castigo”. Tentei vários e os mais eficazes foram:
1. Colocar no quarto para pensar no que fez e se acalmar. Lógico que ele voltava para a sala aos prantos, mas eu o colocava novamente no quarto uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes… até ele não voltar mais. Quando ele parava de chorar, eu retornava para explicar que não é legal morder e sempre que ele fizer isso vai ficar no quarto de castigo.
2. Prisão de brinquedos. Bateu, mordeu? O brinquedo, DVC ou livro favorito vai pra prisão: uma caixa transparente que fica em cima da geladeira, exatamente pra ele ver o que está apreendido. Não adianta chorar, gritar… vai ficar na prisão. No dia seguinte, retorno tudo pra ele, com a advertência de que se morder e bater, o brinquedo volta pra prisão.
Bater e morder muitas vezes é frustração por não conseguir se comunicar. Arthur tem a fala atrasada e só agora, aos 31 meses, começa a se comunicar verbalmente. Mais uma vez é preciso ter paciência para:
2. Prisão de brinquedos. Bateu, mordeu? O brinquedo, DVC ou livro favorito vai pra prisão: uma caixa transparente que fica em cima da geladeira, exatamente pra ele ver o que está apreendido. Não adianta chorar, gritar… vai ficar na prisão. No dia seguinte, retorno tudo pra ele, com a advertência de que se morder e bater, o brinquedo volta pra prisão.
Bater e morder muitas vezes é frustração por não conseguir se comunicar. Arthur tem a fala atrasada e só agora, aos 31 meses, começa a se comunicar verbalmente. Mais uma vez é preciso ter paciência para:
1. Não se antecipar às necessidades e vontades do filho e esperar que ele aponte, tente verbalizar o que quer.
2. Esperar um pouco antes de dar uma resposta ao filho. Por exemplo, se ele quer “balbuciar” que quer leite, você espera e pergunta novamente “não entendi, você quer uma colher?” “suco?” … ah… você quer o LEITE. Falar pausadamente para ele aumentar o vocabulário.
3. Sempre, sempre falar alto que está vendo, escutando, sentindo, pegando ou fazendo para ajudar o filho a aumentar o vocabulário e trabalhar a pronúncia.
4. Ler livros, muitos livros. Repetidamente os livros favoritos. No caso do Arthur chego a ler o livro “Um amor de balão” 20 vezes por dia, sem exagero. Repetindo pausamente as palavras e, sempre que possível, apontando o que é no livro.
5. Sempre repetir a palavra que seu filho falar de forma correta e pausadamente. Por exemplo: Arthur fala “lele” para leite, eu repito, ah.. você quer LEITE. Hoje ele me pede LEITE e não mais “lele”.
6. RESPEITAR o tempo do seu filho. Sei, sei… é difícil NÃO comparar… mas cada criança tem seu tempo. Eu quase enlouqueço quando vejo a filha da minha amiga, seis meses mais nova que o Arthur, contando até 10. Cada criança tem seu tempo.
2. Esperar um pouco antes de dar uma resposta ao filho. Por exemplo, se ele quer “balbuciar” que quer leite, você espera e pergunta novamente “não entendi, você quer uma colher?” “suco?” … ah… você quer o LEITE. Falar pausadamente para ele aumentar o vocabulário.
3. Sempre, sempre falar alto que está vendo, escutando, sentindo, pegando ou fazendo para ajudar o filho a aumentar o vocabulário e trabalhar a pronúncia.
4. Ler livros, muitos livros. Repetidamente os livros favoritos. No caso do Arthur chego a ler o livro “Um amor de balão” 20 vezes por dia, sem exagero. Repetindo pausamente as palavras e, sempre que possível, apontando o que é no livro.
5. Sempre repetir a palavra que seu filho falar de forma correta e pausadamente. Por exemplo: Arthur fala “lele” para leite, eu repito, ah.. você quer LEITE. Hoje ele me pede LEITE e não mais “lele”.
6. RESPEITAR o tempo do seu filho. Sei, sei… é difícil NÃO comparar… mas cada criança tem seu tempo. Eu quase enlouqueço quando vejo a filha da minha amiga, seis meses mais nova que o Arthur, contando até 10. Cada criança tem seu tempo.
Birra, choro e grito. Eis que a psicóloga que avaliou o Arthur me deu dicas que funcionam muito bem:
1. Se o seu filho estiver num ataque de choro e grito, não adianta tentar conversar ou acalmá-lo. Pense se fosse você tendo esse ataque de nervos... é a mesma coisa. Espere ele parar de chorar e, só então, converse, explique.
2. Redirecionar a atenção do seu filho. Por exemplo, sempre que Arthur está nervoso e começa a jogar brinquedos, eu falo que é perigoso fazer isso e que pode machucar alguém, mas ele pode jogar o travesseiro dele se é isso que ele quer fazer (jogar).
3. Evitar negociar… ou seja, não oferecer chocolate em troca de bom comportamento, pois regras são regras e precisam ser seguidas: não bater, não morder, escovar os dentes, não correr no estacionamento, não atravessar a rua sem segurar na mão etc.
4. Tentar canalizar a energia do filho, no meu caso, levo ele pra longas caminhadas.
5. Ajudar o filho a controlar as emoções. Sempre que Arthur está prestes a explodir, falo “repira fundo”… ele respira uma, duas, três vezes e muitas vezes passa.
6. Consistência. Jamais ceder às vontades, choros e birras do filho.
2. Redirecionar a atenção do seu filho. Por exemplo, sempre que Arthur está nervoso e começa a jogar brinquedos, eu falo que é perigoso fazer isso e que pode machucar alguém, mas ele pode jogar o travesseiro dele se é isso que ele quer fazer (jogar).
3. Evitar negociar… ou seja, não oferecer chocolate em troca de bom comportamento, pois regras são regras e precisam ser seguidas: não bater, não morder, escovar os dentes, não correr no estacionamento, não atravessar a rua sem segurar na mão etc.
4. Tentar canalizar a energia do filho, no meu caso, levo ele pra longas caminhadas.
5. Ajudar o filho a controlar as emoções. Sempre que Arthur está prestes a explodir, falo “repira fundo”… ele respira uma, duas, três vezes e muitas vezes passa.
6. Consistência. Jamais ceder às vontades, choros e birras do filho.
Agressividade. Nesse departamento conto com a ajuda maravilhosa das professoras dele, que ficam de olho para observar em que momentos ele se torna agressivo e como podemos prevenir isso. Em casa, eu evito gritar e nunca bato. Impossível combater a agressividade usando agressividade. Por mais que minha cabeça está pra explodir, respiro fundo, sento e falo em voz baixa com Arthur. Isso teve um impacto fundamental na mudança de comportamento do meu filho… Também sempre aviso as professoras que naquele dia ele acordou mal-humorado, ou seja, elas então ficam mais atentas para evitar mordidas e tapas.
Acho que é isso… vou tentar mantê-las informadas e compartilhar todas as informações que tiver sobre o assunto. O comportamento do Arthur está melhorando dia após dia… mas ele tem dois anos, ou seja, 100% é uma meta irreal. Mas ele parou de bater e morder na escola e, sim, está falando cada vez mais e consequentemente controlando melhor suas emoções. Boa sorte mãe!
*Será que existem 100 Mães colaborativas em nossa volta? Essa é uma das respostas que teremos na pesquisa informal da blogosfera materna. Seja uma dessas mães blogueiras: colabore! Prazo: HOJE, 30 de abril.
Acho que é isso… vou tentar mantê-las informadas e compartilhar todas as informações que tiver sobre o assunto. O comportamento do Arthur está melhorando dia após dia… mas ele tem dois anos, ou seja, 100% é uma meta irreal. Mas ele parou de bater e morder na escola e, sim, está falando cada vez mais e consequentemente controlando melhor suas emoções. Boa sorte mãe!
*Será que existem 100 Mães colaborativas em nossa volta? Essa é uma das respostas que teremos na pesquisa informal da blogosfera materna. Seja uma dessas mães blogueiras: colabore! Prazo: HOJE, 30 de abril.










19 comentários:
Flor, obrigada pelo post. Nao tenho filhos, mas to lendo o livro "A encantadora de bebes" e fala muito disso tudo, do entender os motivos que a crianca ta fazendo as coisas.
A psicologa e a fono falaram algo sobre esse "atraso de fala" e se esse nervosismo tem haver com aprender duas linguas ao mesmo tempo?Vcs moran em Nova York neh?!
Ainda hoje escrevi sobre isso no blog, do atraso na fala e no quanto eh dificil para as criancas aprenderem dois idiomas ao mesmo tempo.
Mais uma vez obrigada.
Bjs.
Bina
Oi! Tenho gêmeos e um deles é muito agressivo. Eles vão fazer três anos em julho e pararam de morder, e de bater em colegas. Mas brigam muito, muito, entre si. Aplico o castigo (isolamento na poltrona) e tb aprisionamento de brinquedos mas quando se trata de briga entre os dois nada funciona. Não tem jeito, vou continuar tentando.
Um beijo,
Ana
http://www.mamainhavamula.blogspot.com/
Nossa Sueli, que dicas maravilhosas! Eu tenho três filhos e por enquanto ainda não passei por isso, mas quero estar preparada, claro!
Você está ajudando muitas mães com esse post, pode ter certeza!
Bjos, obrigada e boa sorte!
Adorei a postagem. Muito detalhada. A minha pequena, que acabou de completar 3, tem umas birras homéricas. Adorei a prisão dos brinquedos! Vi que preciso exercitar a minha paciência. Mas já tive momentos piores.
Obrigada pelas dicas.
Abraços,
Menina, acho que dei sorte então, meu filho que hoje está com 7 anos, nunca teve este comportamento, foi e é super arteiro, mas agressividade nunca foi seu forte, em compensação a minha paciência é elevada a 10a. potência, porque ele é TEIMOSO.
Explico, torno a explicar, converso, racionalizo e no fim, ele faz o que quer, aí vem todas as ferramentas do castigo, da privação das coisas que ele gosta e por aí vai, exatamente como você descreveu no post.
Persistência e perseverança são as palavras de ordem.
Isso vai passar, tenha certeza.
bjks
Sueli fico muito feliz em saber que voce esta conseguindo achar respostas para as situacoes que te angustiavam com seu filho. E o melhor as respotas tem surtido efeito.
Acho que voce ja connhece mais tem um blog otimo sobre bilinguismo, tem muitos textos bons, passo muito tempo la, talvez te ajude um pouco sobre essa questao da linguagem, qdo puder da uma olhada, espero que e ajude:
http://filhos-bilingues.blogspot.com/2010/11/criancas-bilingues-e-o-valor-das.html
Abracos e forca por ai, porque mais conquistas virao, pode ter certeza!
Gra
aqui tb passo pelo mesmo probl.
Nina é carinhosa demais mas no outro extremo esta a agressividade e genio forte.
Eu, o pai, a cahorra e amiguinhos ja levamos bons tabefes, puxoes de cabelo, mordida e arranhoes.
Paciencia e calma d sobra p estes momentos.
Amei o post.
bjs bjs
ótimo post!! parabéns! muitas mães passam por todas essas dificuldades... muitas acabam cedendo as birras,criando assim monstrinhos em casa!
Sou psicologa e no meu blog abordo muito sobre psicologia infantil.
abraços
www.psicologaregina.blogspot.com
Nossa! Tão linda sua dedicação! Acho que seu post ajudará a muitas mães!!!! Estou escrevendo mais ou menos sobre o mesmo tema: agitação e irritabilidade das crianças. Amanhã começo a postar uma série que começa com esse temalá no meu cantinho. Passa lá! Compartilhe ali também! Um beijo, Juliana. www.blognossosfilhos.blogspot.com
Oi Sueli, adorei seu post!!! Muito informativo e importante para as mamães de plantão. Falei um pouco sobre o assunto e citei seu post aqui: http://www.whatmommyneeds.net/2011/04/psicologas-fonos-psicopedagogas-e-cia.html#more
Beijos
Bina, concordo que os livros sobre o assunto batem muito na mesma tecla... o negócio é tentar tudo o que faz sentido, porque, cá entre nós, algumas dicas são bem fora da realidade... kkkk bjs e obrigada pelo comentário!!!! vc será uma super mãe.... já lendo sobre o assunto!!!!
Ana Teresa, irmãos... é uma outra história. Arthur por exemplo já não bate mais na escola, mas briga demais com o irmão mais velho e bate. Nesse caso, sento com os dois pra ver o que está causando o conflito.. se é brinquedo ou mau humor mesmo, se for o segundo caso, separo e mando cada um para o quarto brincar sozinho... eles só voltam a brincar juntos quando estiverem mais calmos e dispostos a ceder... difícil!!!! bjs!!
Ivana, Roberta, Dea, Regina e Juliana! Obrigada pelos comentários!! Paciência é o segredo!!! Cristiane, sorte mesmo!!! quem me dera viver nessa paz... kkkkk
Graziela!! obrigada pela indicação do blog! muito interessante!!!! bjs
Carolina, acabei de ver seu post e não sabia dessa falsa psicóloga!!!! vou até ler mais sobre o assunto, seu post é ótimo e esclarecedor e ajudará muitas mães a ficarem atentas quando foram buscar ajuda profissional!!!! bjs
Oi, querida, descobri que instintivamente estava fazendo coisas certas e que a persistência talvez seja o grande diferencial. Realmente, os brinquedos que ficam de castigo em cima da estante são para fazer pensar. E é difícil que fiquem quietinhos refletindo aos 2 anos, caso do Caio, mas ele já percebeu que não dá pra ficar gritando e sapateando pra obter o que quer.
Essa semana a profe do Caio disse que faz com a turminha assim: respirar fundo é difícil de eles entenderem, mas então ela pega o dedo indicador e diz: cheira a florzinha (inspira!) e depois assopra a vela (expira!) e as crianças já sabem que isso é sinônimo de vamos nos acalmar.
Nessa idade eles têm ímpetos e não compreendem que tirar o brinquedo das mãos do amiguinho é falta de educação, que machuca quando feito com força ou que pode magoar. E que não é só a vontade deles que interessa... Então fazer coisas como essas que tu indicaste podem ser ótimas.
Sempre que compartilhamos estratégias acho um grande achado!
Beijo,
Ingrid
Olá Sueli, adorei seu post, muito elucidativo. meu sobrinho está com quase 6 anos e tem alguns desses problemas, ele está indo a psicóloga e talvez seu dianóstico seja de dislexia, vc já pensou nisso?
super beijo!!!!!!!
Nossa, adorei o post.
Meu filhinho está com 3 anos e é uma luta diária também estabelecer limites e faze-lo cumprir. Ele não morde (mas ja mordeu), mas sempre que fica irritado quer bater... Sou a usuária do metódo do castigo.E a cada dia vejo que ele está batendo menos. Ha ocasioes que ele tem um retrocesso, mas tambem existem vezes que ele mesmo se corrige e fala: Mamãe se eu bater a senhora vai me botar de castigo, não é? Não vou bater, não vou.
Beijos
Noossssa, Sueli, adorei teu post. O texto está muito massa e o conteúdo mais ainda. Meu marido é quem fica com nossa filha a maior parte do tempo e vc respondeu a várias dúvidas dele.
Valeu mesmo.
Bjão
Oi Sueli,
esse menininho lindo da foto é seu????
Nossa! vc tá de parabéns de estiver conseguindo ser forte assim como disse no post, sei o qt pode ser duro nao resistir àquelas carinhas tristes pedindo algo... mas acho que vc tá super no caminho certo, se conseguir se manter firme, ele vai sim se acalmar e perceber que existem outras maneiras de descontar sua frustracao com a, agora, pouca capacidade de expressao. É com o tempo e com sua perseveranca como boa mae que parece ser, que vai ajudá-lo nesse processo.
Eu tbm fui uma mae mt batalhadora, tava sempre ao redor dos meus meninos,lendo mt, cantando musiquinha, conversando sempre, falando tudo calmamente, e olha que sou uma metralhadora ambulante, falo super rápido...
Meus dois filhos sempre foram mt bonzinhos, só a mais velha que teve uma fase de querer ser a Mônica, da turma do Maurício de Souza, só que ela nunca ganhou um coelhinho, porque queria mesmo sair batendo nos meninos :-)
Agora tenho um bebê de 9 meses, e ó, vou te falar, dá-lhe paciência, porque o molequinho promete nao ser dos mais calminhos que mamae Nina já pegou. Mas estamos na luta,desde já!
Boa sorte e claro, obrigada pelas dicas, muito, muito boas! Me lembrou até a super nanny :-)
Oi Sueli, não sei se lembra de mim (afinal somos tantas e com problemas tão parecidos!rs)
Que bom que vc tenha conseguido... Eu também estou conseguindo, só que lá em casa tem sido diferente, Minha filha além de tudo isso tb se mordia, está melhorando, percebi que o fato de ela verbalizar mais tem melhorado a agressividade, só que lá em casa o que tem funcionado é ela perder a visita dos amiguinhos, como moro em prédio sempre tem alguma criança em casa pra brincar com a Bruna ou vamos a casa de alguma amiguinha dela... quando acontece uma cena assim, a brincadeira acaba na hora e o "responsável" fica de castigo (sem visitar ou sem ser visitado), alias tem funcionado com todos os amiguinhos dela, rs... antes nós as mamães ficávamos muito constrangidas com as brigas, mas hj com a historia do castigo todos eles tem melhorado...
Eu tb tenho melhorado faz um bom tempo que a Bruna Não leva um tapinhas no bumbum.... eu sei... todos vão dizer.... Quem bate em criança é pq perdeu a razão... ou... Não se combate agressividade com agressivida.... Mas desculpe pessoal! Eu sou humana, e as vezes parece que a forma com a qual fui criada fala mais alto.... Mas eu e a Bruna somos uma dupla perfeita... e juntas vamos caminhando.... uma ajudando a outra
Olá, blogueiro!
Sabia que com a sua ajuda podemos mobilizar muitas pessoas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza? Tudo o que pedimos é um incentivo, um ato de cidadania e solidariedade. Muitas pessoas acreditam em seu blog e sua parceria pode nos ajudar a divulgar informações e conscientizar mais pessoas.
A Campanha de Vacinação contra a gripe será realizada até 13 de maio em todo Brasil. Temos uma novidade para este ano: além dos idosos e indígenas, também serão imunizados gestantes, crianças entre 6 meses e menores de dois anos e profissionais de saúde. Proteção para quem mais precisa!
Para saber mais sobre a campanha, entre em contato com o comunicacao@saude.gov.br que enviaremos o material necessário.
Agradecemos a atenção,
Ministério da Saúde
Twitter: www.twitter.com/minsaude
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Aqui em casa é o caçula, o Bruno quem morde e eu pensava porque ele era assim com o irmãos mais velho. Tem horas que eu penso que ele se comporta como uma brincadeira, já que faz isso rindo ( ou é sadismo, rs), mas ele tem a fala, em tese, atrasada, com 1 ano e 10 meses. O pediatra é daqueles que fala que é normal e ponto. Legal ver opiniões, visões de outras mães para o tema.
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