9 de março de 2011

Sobrevivendo a fase dos dois anos... Será possível?


Praticamente, tenho dedicado minhas últimas semanas à leitura. Não, não estou falando de romances ou algo do tipo. Psicologia, mas especificamente de crianças na fase de 2 e 3 anos. Escrevi não faz tanto tempo sobre o período difícil que atravesso com meu filho caçula e, sem querer desencorajar outras mães que vivem o mesmo que eu, a situação está piorando.

Li e reli e tudo o que li e reli sempre bate na mesma tecla: paciência. Sim, eu tenho paciência para esperar ele crescer, mas quero uma solução imediata para os empurrões, mordidas e tapas. Nesta terça, ele mordeu uma amiguinha no rosto com tanta fúria que a fez sangrar. A mãe, nem preciso dizer, está furiosa comigo, com o Arthur... Conversei, pedi mil desculpas, mas não adiantou, afinal que mãe gosta de ver o filho sofrendo? Essa mãe tem toda razão de estar FU-RI-O-SA!

Mas o outro lado também é difícil... me dói muito saber que meu filho machuca outra criança. E, pra ajudar, as dicas desses livros e websites não são tão eficientes: "Se seu filho morder, procure não rir da situação". COMO ASSIM? Por acaso tem mãe que ri? "Coloque seu filho de castigo num lugar seguro para evitar que ele se machuque ao se debater"e blá, blá, blá...

A única coisa que li e faz sentido é sobre a capacidade da criança se comunicar. Arthur não se comunica bem e, por isso, se frustra demais. Esse problema somado a sua personalidade que é forte traz um resultado que não é dos mais agradáveis. Ele é teimoso e quando quer uma coisa, nada o impede de conseguir. Falado assim parece ser uma característica boa, mas não é .... ele tem dois anos e, acredito, essa é a hora de aprender a dividir, esperar e respeitar.

A sua agressividade não vem de casa. Não somos agressivos e agora, mais do que nunca, tento controlar o tom da minha voz. Mesmo falando firme, minha voz é baixa. Faço ele me olhar no olho enquanto falamos de uma situação errada. Ele parece entender e não... uma incógnita. Pode ser seleção de informação? Entende o que quer e quando quer? Ele entende o não, mas será que entende a explicação do não... Será que ele entende que machucar o outro não é bom, que traz tristeza e sofrimento? Ele pede desculpas, mas às vezes não quer... briga comigo!

Pensando nessa teoria da comunicação, agendei uma visita ao médico para iniciar sessões com uma fonoaudióloga e também tentar outras técnicas que me ajudem a controlar a ira do pequeno. Ele é a única criança que morde na sala, ele é a única criança que bate na sala... É a ovelha negra. As mães me olham de rabo de olho... como se eu fosse a pior mãe do mundo! Um sentimento que não gostaria que outra mãe sentisse. Se der certo, volto aqui para postar e dividir essa vitória com outras mães e, quem sabe, ajudá-la a controlar seu pequeno tirano!

34 comentários:

  1. Pois é Sueli... vim correndo aqui quando li o título da postagem, confesso que para ver se havia alguma fórmula mirabolande e milagrosa para essa fase dos 2 anos.rsrs.
    Minha filha ainda não vai à escola, mas está com 23 meses e tem sido agressiva em certos momentos de frustração e, principalmente, de sono. Estou dedicada às leituras mas ainda não encontrei nada que me desse uma luz.

    Vamos vivendo com paciência mamífera e mantralizando sempre "vai passar".

    beijos e sucesso com o filhote.

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  2. Oi Sueli, que situação difícil! Eu ainda não tinha lido seu outro post sobre a agressividade do Arthur. Lendo agora, acho que você está no caminho certo: sendo honesta consigo mesma e buscando tudo o que está a seu alcance. Não se culpe (pelo menos não tanto assim...). Sei que a gente se responsabiliza por tudo que ocorre na vida dos filhos, mas há eventos que ultrapassam totalmente nossas escolhas. Você comentou antes que teve DPP e que seu marido viaja bastante. Duas coisas que, geralmente, afetam muito a vida emocional dos pequenos nessa fase. O importante é que vocês (incluindo ele) tenham o apoio que precisam para suportar o sofrimento que estão vivendo, juntos. Uma fono pode ser um grande apoio, se não for encarada como mais uma "tarefa", mais uma "prova" para o desempenho de vocês como família. Ela é uma profissional da saúde em primeiro lugar. Uma boa psicóloga também poderia ajudar, penso eu.

    Também espero que você se sinta apoiada nessa rede diversa de mães e mulheres que passam por tantas coisas diferentes e parecidas! Conte comigo para o que estiver ao meu alcance, como mãe, blogueira e psi.

    Beijo

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  3. Boa sorte! eu sei q essa fase eh braba estamos nela.
    bj

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  4. Olá...
    Achei o seu blog agora... e adorei...
    Este tema da educação infantil é realmente complicado... sempre estou lendo diversas coisas, mas muitas vezes eles não entendem nada que a gente fala.

    Mas, temos que falar, falar... e ter muita paciência.
    Já leu livros do Içami Tiba??? Eles são ótimos... e podem te ajudar.

    Não se preocupe com o que os outros acham ou não de vc, pq tenho certeza que está fazendo o melhor... e o melhor mesmo é procurar ajuda agora enquanto ele é pequeno... ainda dá tempo.

    Tenha calma e procure atividas que o tranquilizem... ele gosta de músicas, brinquedos de encaixe, danças, natação... algo que acalme... não sei é só uma opinião.

    Estou te seguindo... depois me visita.

    Bjs, Pri
    http://maesemfrescura.blogspot.com

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  5. Ceila, entendo vc perfeitamente, tenho uma filha que complata 2 anos em abril. Ela já foi mordida pela mesma coleguinha três vezes. Não acho legal, mas me coloco no lugar da outra mãe. Tenha paciência que tudo dará certo. Volto para saber mais novidades.
    Veja o meu blog. http://amormaior-se.blogspot.com
    beijos para vc e Arthur.

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  6. Oi flor, queria ter boas palavras, mas minha bb tem 1 ano e 2 meses e meus problemas são outros, minha esperança é só Deus, vou segui la, quando puder me visite, assim podemos animar uma a outra bj

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  7. Se o caso está assim, porque não procurar um psicólogo? É um profissional que com certeza deve ajudar, não acha?
    Espero ter ajudado...
    Beatriz (www.vidadamami.blogspot.com)

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  8. Que situação difícil...

    Mas acho que vc está no caminho certo: a falta de comunicação gera agressividade, se ele não se comunica bem, acaba agindo com brutalidade.

    Fica bem, tudo passa.

    Um beijo,

    Dani

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  9. Oi, Sueli! Faz tempo que sinto essa angústia. Meu filho é muito agitado, tb, e sempre consegue o que quer... Ou, melhor, só descança depois que consegue. Ele passou uma fase assim, batendo nos coleguinhas... Foi ano passado, na escola, quando entrou. Ele começou se defendendo e depois não parou mais. Foi terrível. Minha sorte é que ele não era o único na sala. Bem verdade, seu comportamento mudou depois que outro colega entrou e "descia" o braço na turma. Ele tomou a frente e encarou. Detalhe, de justiceiro a algoz. A professora me avisou que ele batia em meio a brincadeiras de luta, encenando, só que batia para valer, como se fosse o personagem. Se o colega não quisesse brincar, ele batia de raiva, mesmo... O outro colega foi convidado a sair da escola, por não se adaptar... Me senti péssima, porque eles dois eram os focos... Daí, a escola me veio com uma conversa do tipo: "agora, que S saiu da escola, vamos observar o comportamento de Pedro, porque ele não era assim antes da entrada desse colega e, agora, vamos ver se ele volta ao normal..." Dupla sensação de bagaço: uma - o colega que era problema na turma, foi duplamente culpado, coitado, por agredir aos colegas e por dspertar em Peu o justiceiro... e, outra - depois, a ameaça me incomodou - ou Pedro voltava ou...

    Em meu caso, era engraçado, porque como o outro era um vilão maior, coitado, os pais reclamavam dele e não de Peu, porque os colegas apanhavam de Peu durante as tais encenações - era personagem até de desenhos que nunca assistira, imagine - mas, eram os protegidos dele... Ou seja, era aclamado. Ao mesmo tempo que era "vilão", era "mocinho". Foi difícil lidar com a situação. Eu estava desempregada e precisava, urgente, colocá-lo na natação para gastar energia e extravasar sua agressividade orininada da agitação dele. Dei sorte de arranjar um trabalho que me paga pouco, mas, dá para bancar a natação dele e isso ajudou, muito.

    Bom, tudo isso para te perguntar se ele pratica algum esporte? No caso do seu filhote, ele não se expressa muito bem, né? No caso de Peu, ele tem a capacidade cognitiva de uma criança com o dobro da idade dele o que gera um conflito danado e para ele dar vazão a isso é complicado. A cabeça manda ele fazer certas coisas que o corpo da idade cronológica não permite... Essa dificuldade de expressão, de harmonia entre corpo e mente dá no que dá. Tente colocá-lo num esporte, porque ele dará vazão a energia acumulada.

    No mais, é o que me falo e que vc sabe muito bem: deixar passar. Afinal, o tempo não para...

    Beijos,

    Pat.

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  10. Sueli e Ceila, deixe-me fazer um convite em cima da hora: meu blog mães na prática, completa 1 ano dia 10 - amanhã - e estou convidando algumas mães para falarem sobre a arte da descoberta de ser mãe na prática diária. Se puderem, me enviem um texto - pode ser texto que já exista, que já tenha sido publicado - e me enviem: linspat@gmail.com

    Ficarei feliz em ter texto de vcs, lá. Vi que uma de vcs teve DPP, tb e sei o qto somos mãe duas vezes mais, porque lidamos com outros aspectos... Parabéns pelo blog lindíssimo!

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  11. Meninas,

    muito obrigada pelas dicas e comentários! vcs não imaginam como ler os comentários me ajuda nesse processo.... minha idéia é registrar tudo o que passo com o arthur ... como ele age.. etc e tal para ajudar outras mães e, lógico, q os comentários de vcs tbm fazem parte desse processo, pois ajudam outras mães... uma coisa é ler livros outra é vivenciar isso no dia-a-dia... nem sempre o B-A-BA dos livros é aplicável na vida real... beijos a todas, e muito obrigada mesmo
    Sueli

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  12. Oi Sueli! Também sou solidária com a sua situação. Aqui em casa estamos chegando nessa fase: a Ísis tb é muito voluntariosa e só faz o que quer...difícil de "domar". Agora começou a bater na gente qdo contrariada, seguro a mãe, explico que não pode mas ela continua...ô situação. Ainda não sei como resolver muito bem isso.

    Estou lendo um livro muito bom "Como amar uma criança", não é um livro de receitas, mas um livro de vivências...está me ajudando a ter mais paciência, rsrsrs

    Beijos,
    Nine

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  13. Oi sueli,
    olha só, não vou conseguir escrever muito agora, pois estou com o pequeno em casa, mas se você quiser trocar umas figurinhas, me escreva: thaisrosaarrobayahoo.com
    Caio também foi do tipo "mordedor" (entre 1 e meio e 2 e meio), e não foi na literatura que encontrei muita ajuda não... Foi mais nessa troca com outras mães. E muito apoio na escolinha, posso te contar como foi, se quiser.
    beijo, fique à vontade se não quiser escrever.
    thaís
    www.aprendiz-de-mae.blogspot.com

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  14. Tem um presentinho no meu blog para vocês.

    E Boa sorte com os pequenos mordedores...

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  15. Tem um aluno da sala da minha filha q tem o mesmo problema. E acho q é por falta de comunicação, ele n sabe se expressar bem e qd irritam ele, ele parte p cima. Já mordeu minha filha, depois dela implicar com ele. Acho q vc tomou uma boa decisão qt a fono, mas tb acho uma boa vc comprar um João bobo, ou um saco de box p ele descarregar a raiva, acho muito interessante. Sei q na Hi happy tem desses saquinhos p criança.

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  16. Oi Sueli, espero que tudo ja esteja se ajeitando por ai.
    Sei o quanto nao e' facil, ter paciencia e calma nessas horas.
    Mas como a Carol falou, tente nao se culpar tanto, nao te ajudara em nada e so vai aumentar ainda mais seu fardo, a tensao e a ansiedade em tentar encontrar uma solucao logo.
    Mesmo procurando fono e um psicologo (caso voce ache pertinente), tente propor momentos para que ele consiga colocar para fora tudo isso que esta deixando-o tao agitado. Como: correr, pular, brincar de massinha, cortar coisas com as maos (papel, massinha, plastico bolha), se puder improvise uma caixa de areia, brinque com argila; deixe-o brincar com agua - nem que seja na pia do banheiro. Esse tipo de brincadeira e' excelente para as criancas.
    Se precisar de algo, fique a vontade: gra_flor@hotmail.com
    E quando puder mande noticias.
    Abracos e bom final de semana para voce.
    Gra

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  17. Eu te entendo mesmo, e acho que está indo pelo caminho certo, embora seja uma "fase' não é tão fácil assim, mas acontecem mesmo.... sou professora e minha turma é dessa idade de 2 anos... com 33 crianças... nada fácil contar para os pais, falar com os pais das crianças que mordem, mas não acredito que seja agressão de casa, risos, mas sim da personalidade da criança e da maneira que ela está resolvendo as coisas e precisa ser corrigida para que não se prolongue a fase, e o diálogo realmente funciona.
    bjos
    Ju

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  18. Poxa... Vou aguardar pelo post contando que deu certo!!!!

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  19. Estou me sentindo mais motivado depois de ler os comentários... Daqui uma semana, Arthur passa pela avaliação de uma fono e uma psicóloga... pra ver onde está o problema e começar a agir... meu objetivo, depois, é registrar passo a passo o que vivi... e ajudar outras mães, isso vale para os comentários que vcs estão deixando aqui.. se puderem descrever sobre o comportamento de seus filhos e o que as ajudaram a resolver o problema será maravilhoso, assim a gente faz um roteiro a "várias" mãos e mães... beijos!!!! e obrigada, Sueli

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  20. Olha, aqui em casa o método do incentivo da Super Nanny foi testado e aprovadíssimo!!!!
    Parece um milagre, mas a Sarinha de pirracenta e xixilenta, virou uma menina sociável, amiga, carinhosa e muito muito prestativa.

    Você conhece o método?

    Me manda um e-mail.

    Bjs.

    Sabrina brinacardozo@hotmail.coim

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  21. ai ai ai...parece q as crianças mudam apenas de endereço rsss.

    minha filha tb foi mordida na escola estes dias...e a recomendaçao da 'tia' foi pra q ela empurrasse a coleguinha devagar e dissesse 'nao faz isso' pq ela é pqna. chegou em casa com o braço roxo...eu fiquei p da vida, claro.

    briguei na escola tb, pq nao recebi a informacao por eles, mas por ela (e aí, temos q fazer a criança repetir a historia varias vezes pra ver se nao cai em contradicao). a minha filha tem 3 anos e meio, e a garotinha q a mordeu tem quase 3.

    como a minha filha nao reagiu, isso aconteceu novamente tres dias depois, e depois fiquei sabendo q estava acontecendo com outras crianças. pensei no q a mae dela estava passando (q sei q tem tb um bb pqno em casa!). mas diante da falta de atitudes da escola em orientar, disse a minha filha 'nao quero mais q vc brinque com a amiguinha x até q ela aprenda a parar de morder, ela vai crescer e vai aprender, por enquanto se ela sentar aqui, vc se senta do outro lado, se ela brincar no escorregador, vc brinca no gira-gira'. é muito complicado, pq do outro lado nao podemos incentivar a criança a reagir violentamente - mas ela tem q saber evitar q a violencia ocorra de novo, e eu tive q improvisar a sugestao. acho q deu certo pois pelo menos ate agora nao houve outra 'mordida'. Mas sei q infelizmente o comportamente comum nesta fase de idade, onde eles tem dificuldades de expressar com palavras algumas coisas e sentimentos...

    Sobre o metodo super nanny comentado aqui acima, tb adotei a cadernetinha - sempre q ela faz algo positivo 'ganha um B de bonito' e qdo faz algo q sabe q nao deveria (no caso aqui em casa, ela virou uma chatinha q quer contrariar a todos!) ganha um 'F de feio' :) Depois, qdo pede pra mamae deixa-la fazer algo q ela goste ou quer...a gente conta qtos Bs e Fs ela tem...se tiver mais Bs, pode...se nao, tem q esperar alcançar :)

    tem sido MUITO positivo, ela tem se esforçado para controlar o comportamento q considero socialmente inadequado.

    Gostei muito do blog, espero q compartilhar aqui meu drama contigo, ajude de alguma forma!

    bjinhos

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  22. Olá mãe! Nossa, super me identifiquei com isso! Chamo-me Marcella e minha filha recém fez dois anos e tem horas que preciso me controlar para não fazer como ela: me jogar no chão, chorar e gritar! O momento do sono tem sido o mais difícil, ela não quer dormir, e já aprendeu aonde liga a televisão e o DVD para assistir os mesmos três filmes! Que bom saber que existem outras mães passando por isso, que não sou eu que não a educo! Tenho um blog também, www.monmaternite.blogspot.com!

    Beijos

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  23. Sueli,
    Confesso que também fico confusa e muito frustrada quando meu "anjinho" tem seus acessos de fúria e grita que não me ama mais ou que não sou mais a mãe dele quando é contrariado. Já sabemos que não existe fórmula secreta, mas minha dica seria tolerância, tolerência, tolerância e, principalmente aceitar da melhor forma possível as imperfeições de nossos filhotes já que, como nós, adultos, eles estão aqui para aprender e vivenciar as alegrias e tristezas de nossa condição humana.

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  24. Oi Sueli, passo pela mesma fase, minha neura é tão grande que comecei a pensar que minha filha é bipolar, pq qdo ela está com "raiva", "birra" chega até a se morder, se jogar no chão... e como o Arthur, é o terror do mini-maternal, já mordeu todo mundo.. do mais quietinho até as duas Tias da sala, fui conversar com a Dona da escola, afinal ela concerteza tem mais experiencia do que eu, pelo menos na observação do crescimento de crianças... (alias... acho que o pessoal da escola as vezes tem mais experiencia que muitos profissionais da saude), e ela me disse ser normal...Alias... disse que a Bruna é normal...que a situação em si não é, mas que sempre e em todas as salas existe vez outra uma criança como a Bruna, mas que essa agressividade com o tempo vai passando, rs... disse que é até saudavel, com o tempo e com paciencia a Bruna vai aprendendo que morder, bater é ruim, e os amigos dela vão aprendendo a se defender. È o ciclo da vida...Confesso que isso no dia não me animou muito, me confortou saber que outras crianças são assim, e que ser "agressivo" aos 2/3anos não quer dizer que minha filha será agressiva aos 4anos, Mas nesta 6-feira qdo fui buscar a Bruna, a Tia da escolinha me disse que ela havia sido mordida, chegando em casa a Bruna me contou que uma amiguinha e um amiguinho havia mordido ela, total de 3 mordidas, 1 ficou rocha, 1cortou um pouquinho a pele e a ultima não deixou marca, Confesso que lá no fundo fiquei aliviada, afinal o que a dona de escola me falou era verdade, as crianças estão aprendendo a se defender e minha filha esta aprendendo que mordida dói...
    Desculpe as mãe que acham que psicologo seria bom, mas eu acho que não, acho que aos dois anos uma criança ainda é muito nova pra ser levada ao psicologo, a não ser é claro que seja algo grave como trauma, etc... Amiga.. vai passar.... vai passar....rs

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  25. Sueli,

    Acabei de conhecer seu blog, a partir do CEV. Tenho uma filha de quase 14 anos e um filho de 3 anos. Digo que tenho dois filhos únicos. A minha filha tinha muita dificuldade de comunicação. ela demorou a falar e em muitos momentos se comportou de maneira que não entendíamos pois era agressiva ou fora do contexto. Aos 5 anos, descobrimos que ela tinha um problema auditivo. Quando veio a descoberta, fizemos terapia (eu quase morri de culpa, pois era congênito) e acompanhamos a evolução da perda auditiva. Hoje ela não ouve nada no ouvido esquerdo, mas sabendo disso mudamos uma série de hábitos em casa, o que facilitou nosso processo de comunicação. As coisas melhoraram muito depois de tomarmos consciência disso tudo, portanto, minha cara, sem querer gerar grilos ou pânico, minha dica é que vc verifique a questão auditiva de seu pequeno.
    Boa sorte em sua busca.

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  26. Oi, Sueli

    Passo pela mesma situação com meu filho e entendo como se sente. É horrível!
    Uma das últimas dicas que recebi (pois passo o tempo todo tentado descobrir alguma coisa que funcione para parar com as mordidas) gostei muito.
    Dizia que, possivelmente, meu filho não resolveu bem a fase oral, por várias razões, e seria necessário "gastar" essa fase.
    Ressaltar os dentes, a mordida, mostrar as mordidas na carne. Pedir para ele morder coisas que são para morder, como um biscoito e sentir os dentes trabalhando. Chupar melzinho, assoprar... enfim, fazer ele tomar mais consciência de para que serve a boca. Tenho achado que está melhorado!
    Espero ter ajudado!
    Beijos,
    Olivia

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  27. haaaaahhhhaaaaaaaaaaa essa fase e realmente dificil principalmente para maes depois dos 35 anos a minha filhinha tem 2e 8 meses e parece que nao vou sobreviver essa fase "ELA ME CHAMA INUMERAS E INCANSAVEIS VEZES AO DIA MAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE.........SONIA

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  28. olasei bem o que vc esta passando mais eu vivo o outrolado disso tenho uma filha de 3 anos q é muito educadinha boazinha ate demais rsrs ela sempre apanha dos coleguinha principanmente do primo mais velho que tem 4 anosque é sobrinho do meu marido la na casa e todos o trata como um reuzinho pode tudo e quando ele bate na minha filha avó o pai é a mãe acha lindo fala é forte fico furiosa msm quero morre mais tenha pasiencia uma fono vai te ajuda como vejo vc não tem culpa disso ate pq vc não aceita o conportamento mais pasiencia bjus é ate mais

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  29. Olá, meu nome é Iluska e também tenho uma filha de 2 anos e também estou passando por uma fase parecida, estava lendo algo hoje e vi uma matéria que chama essa fase de adolescência do Bebê.Então pensando em uma solução para seu problema Sueli, eu te pergunto, sera que vocês tem algum animal de estimação, o contato com animais doceis e o cuidado podem ajudar a melhor o comportamento, brincar com fantoche e usar historinhas educativas também podem ajudar.Abraço e espero ter ajudado.

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  30. Olá, encontrei seu blog agora pesquisando sobre esse assunto, meu filho que tem 2 anos e 9 meses se mostra bem agressivo na escola, onde ele fica em tempo integral, sofro muito com isso! me cobro demais, me sinto culpada tb... Mas ler seus post tem me ajudado bastante!!!! Bjs

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  31. Meu Deus...eu tava procurando assuntos sobre isso,quando vi esse blog corri pra cá e já comecei a partir de agora a seguir...gente tô sofrendo,meu filho tem 2 anos e é super agitadooooo mesmoooo,antes não batia e agora bate, grita com raiva que fica vermelho,super genioso...já ouvi falar da fase terrible two(terrivel 2) Essa fase de 2 anos dizem que é terrivel mesmo,e eu tô passando por isso,tem que dias que choro,não aguento, amo muito meu filho,mais fico frustrada por não saber ajudar,por não saber lhe dar com essa situação,e olha que sou professora viu, na teoria tudo é lindo,vai pra prática que o negócio torce viu.Socorrooooooooooooo

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  32. Estou aqui tao triste, e resolvi começar a ler, vi o que voce escreveu, minha filha morde muito na escola e recentemente ela mordeu um nenem de 6 meses, o rostinho ficou inchado... nao sei mais o que fazer, li muita coisa que nao funciona!!! Sou pedagoga e mesmo assim nao consigo mais pensar em nada!!! ela so tem 2 aninhos, espero que passe esta fase logo!!!

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  33. MEU FILHO TAMBÉM TEM 2 ANOS, E QUASE ME DEIXA LOUCA. NÃO DEIXA EU FAZER NADA, MINHA VIDA MUDOU COMPLETAMENTE, ME SINTO ATÉ FRUSTRADA COMO MÃE, POIS SEMPRE ACHEI QUE SERIA UMA BOA MÃE, MAS ESTOU DECEPCIONADA COMIGO MESMA. ELE EH AGITADO MESMO, DO TIPO QUE NEM DORME DIREITO AINDA... TENHO NOITES TERRÍVEIS! NOSSA NEM SEI O QUE DIZER... MAS DESABAFAR FAZ BEM...

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  34. Olá, também passo por isso, melhor meu filho esta passando por esta fase.Ele tem 2 anos e 9 meses, depois que começou a ir pra escolhinha este ano, percebi que ele mudou de comportamento, não sei falar se é por causa da escolhinha,mas ele já não esta como antes.Ele era calmo , conseguia escutar o NÃO, mas agora,meu Deus ...me enfrenta, chora por qualquer coisa, grita se joga no chão e isso é todo dia, tem hora que não aguento parece que vou explodir. Mas acredito que vai passar, se Deus quiser vai passar logo.

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