
O mundo em ebulição: Egito a caminho da democracia, mais violência descarada contra mulher e protestos e mais protestos violentos em Bahrein, Iêmen, Líbia, Argélia, Tunísia e Irã… E eu, sim, confesso, sou egoísta, preocupada com o fato da professora do Arthur me chamar num canto TODA SEMANA pra falar que meu filho MORDEU NOVAMENTE.
Se eu estava preocupada com o fato do Tomás bater, isso não se compara com o que vivo nesse momento: angústia total. Não é exagero. Arthur tem um gênio forte, ele é rebelde (sem causa?) e há três semanas ele chora o tempo TODO pra TUDO e, o pior, BATE, MORDE E COSPE.
Sinceramente, já estou a ponto de jogar a toalha… mas sou teimosa, durona e mãe. Mães nunca jogam a toalha. Ontem, minha técnica de castigo foi deixá-lo no berço para a se acalmar, mas tudo foi por água abaixo quando ele pulou do berço, caiu e arrebentou a boca. Sangue pra todo lado e um sentimento de culpa horrível, que só outra mãe mesmo pra entender a intensidade.
Pedi conselhos às amigas.
“ Ele precisa saber quem manda”
“Deixa chorar, se jogar no chão”
“Coloca no cantinho de castigo”
Sim, já fiz tudo. Com meu primeiro filho foi fácil resolver, apesar de na época não parecer. Quando penso no que vivo hoje com o pequeno Arthur, chega a ser pecado eu falar que o Tomás era um filho difícil…
Arthur é único. Genioso, colérico, temperamental, só faz o que quer e enfrenta qualquer pessoa, não importa a idade ou altura. O moleque é danado. Se ainda restava aquela vontade do terceiro filho, isso está se dissipando numa velocidade sem precedentes… porque, nessa altura do campeonato, Arthur precisa de muita atenção e dedicação. Não dá pra compartilhar isso com um recém-nascido, ele precisa da mãe em tempo integral.
Pode parecer loucura, mas acho que ele precisa de atenção, mimos e muitos beijos. Meu marido, que é a pessoa predileta do Arthur, viaja 70% do tempo dele e quando está em casa, está superhipercansado e preocupado com o trabalho (coisas da vida adulta), e eu vivi os primeiros 15 meses depois da chegada do Arthur com depressão pós-parto e super ocupada com tudo, menos comigo… ou seja, só fui ser medicada quando já não conseguia mais levantar da cama. E hoje, medicada com a pílula da felicidade e cheia de alegria sintética, quero conquistar coisas que vão além da maternidade, (re)trilhar meu caminho profissional, sair com amigas, fazer balé (pasmem!!! Fazer balé aos 37 anos - completados ONTEM - cheia de rugas e dobras) e estudar, ler, já disse sair com as amigas?
Mas antes de tudo, sou mãe… achava que seria uma mãe melhor se trilhasse meu caminho pra felicidade… Na realidade, é mais ou menos isso, com exceção de que meu filho tem dois anos e trilha um caminho que não traz tanta felicidade, aos menos para as crianças que ele morde e os pais que precisam lidar com sua ira diária.
Sim, meu segundo filho também bate. E bate forte. Às vezes penso se é porque, aos dois anos, ele ainda não tem o quarto completamente decorado, fotos espalhadas pela casa e o álbum de recém-nascido iniciado, se porque a escola que ele vai não é a mesma que o irmão mais velho frequentou, se porque ele usa roupas e brinquedos de segunda mão ou se ele mais acompanha as atividades do irmão mais velho que as indicadas para a própria idade… Não sei. Tudo é sentimento de culpa e vontade de querer acertar. Uma coisa garanto: os filhos podem até ter a mesma cara e o signo (como os meus), mas o conteúdo… sim… é COMPLETAMENTE diferente. É como ser mãe pela primeira vez!










37 comentários:
Não vou aqui dizer o que deves ou não fazer, tanto que não tenho a tua experiência, sou mãe de um menino de 17 meses, mas deixo-te a minha opinião, talvez te possa ajudar ou mesmo não trazer nada de novo, mas aqui vai ela :)
Pelo teu texto fiquei com a ideia que estás, tu e a tua família, a precisar de uma reestruturação familiar (não me interpretes mal, estou certa que são uma família dedicada). Refiro-me a reestruturação de tempos e espaços, os teus filhos deviam passar mais tempo com o pai, por exemplo, e se a sua vida profissional não permite, se chega cansado talvez uns programas mais leves fossem o ideal, o pai podia ver filmes com as crianças, contar histórias, dormir com elas...
Organizar o quarto do teu filho talvez também ajudasse. Mas penso que mais momentos em conjunto seriam essenciais. E acredito que o teu filho reage assim não só por ter uma personalidade forte mas para chamar a atenção daqueles que o rodeiam... tenta fazer mais coisas em conjunto com ele, conversa muito e dá muito carinho e mostra-lhe que os seus actos te deixam desapontada e nunca te esqueças de elogiar todos os momentos que ele se comporta bem.
...Aqui fica o que penso...
Um beijo grande e muita força que mãe de dois rapazinhos não deve ser mesmo fácil :)
Oi, Sueli! Menina... que sufoco, heim? Mas, por tudo que escreveu, dá pra ver que é uma mãe dedicada e consciente. Logo, logo você encontrará o melhor jeito de lidar com seu Arthur genioso (o meu também é Arthur).
Bjs e sucesso!
Nossa, conheci o blog a menos de uma semana e parece que sou eu que estou escrevendo, rsrs... A bruninha lá de casa tb morde...Numa sequencia um pouco diferente, ela beija, lambe e morde. Também me sinto muito constrangida, afinal ela tem "vitimas prediletas" morde sempre(ou quase sempre) os mesmo amiguinhos, todos "quietinhos e inocentes" como dizem as tias da escola, Sugestões??? Não posso dar nenhuma, também já tentei de tudo, castigo?háháhá, o genio é ruim demais, ela fica o tempo necessário no castigo e quando vou tirá-la sempre ocorre o mesmo dialogo:
- Bruna, vc sabe pq está de castigo?
- "pq mordeu o miguinho" (ela falando)
- Não pode, vc vai pedir desculpas?
- "não"...
- Tem que pedir desculpas, não pode morder tá?
- "tá, desculpa eu mamãe"
- Tá a mãe desculpa, pode sair do castigo e amanhã vc pede desculpa pro amiguinho tá?
- "não...bruna castigo..."
E se deixar ela empaca, já chegou a ficar de birra no castigo por mais de uma hora!!! O que eu faço????Invento o castigo por não sair do castigo? rsrs
Os padrinhos da Bruna tinham milhões de receitas "supernanny" para controlar o "gênio" da Bruna, até terem o seu "geniozinho" em casa, todo aquele tempo perdido aprende com a Super Babá fora jogado por agua a baixo.
Hoje me conformei(será?) que essa fase oral(como diz a pediatra)vai passar. Quando morde converso, repreendo e a noitinha faço uma oração pedindo ajuda! rs
Ai Su,
Situação complicada.
Mas vem cá, lendo o finalzinho do seu post e todas as suas vontades até pensei, analisei e conclui que os pequenos podem estar sim refletindo as suas insatisfações. O que vc acha?
Fiz um post há poucos dias falando das minhas culpas e muitas blogueiras queridas resumiram em uma única fórmula:
mulher feliz = mãe feliz = filhos felizes.
tente atender mais as suas vontades, se sentir mais plena e completa, pode ser que os pequenos aprendam aí e não nos castigos.
um abraço daqueles de urso.
Oi Sueli! Não sou a mais indicada para te dar conselhos, pq estou sempre mudando de opinião, desde que me tornei mãe.
Aqui em casa a Ísis tb é muito voluntariosa, independente, mesmo sem 2 anos completos, e qdo estava na escolinha mordia, puxava o cabelo, batia. Depois que tiramos ela da escola, ainda ficou um tempo fazendo isso conosco, mas aos poucos fomos conseguindo tirar isso dela e hj ela raramente faz isso.
às vezes tem uma recaída, mas nada como antes.
E eu tb acho que nesses episódios os filhos precisam muito mais de atenção e carinho do que de reprimendas. Eu tenho feito isso, me anulo, me esqueço, ainda que isso doa muito em mim pq sinto falta do EU, sabe...mas é o que tem dado melhor resultado no comportamento dela.
Para minha sorte (ou azar, rsrsrs) eu sou a predileta da pequena, então consigo acalmá-la mais facilmente.
Única dica que eu dou é realmente parar e observar o que vem acontecendo, talvez turá-lo da escola (se possível) por algum tempo e ver como ele reage.
Sorte aí!
Beijos,
Nine
Oi Sueli, que situações difíceis né, filho não vem com manual e estamos sempre tentando acertar, mas nem sempre é possível, acho que Arthur pode estar querendo chamar a atenção, por isso faz coisas que irritam o papai e a mamãe porque dessa forma a atenção é só dele mesmo que de uma forma ruim, acho que está certíssima sobre o mimar, beijar e paparicar muuuuuuito, criança preciso de muuuuuita atenção e amor, espero que consiga reverter essa braveza e logo postar sobre a mudança de comportamento do seu pequeno.
Bjs!
Meninas,
obrigada pelos comentários!!!! Me ajuda a refletir e buscar soluções... adoro ler o que vcs escrevem porque aprendo demais a partir da experiência de vcs tbm!!! beijos a todas
Sueli
Sofia, concordo demais com o que vc escreveu. Eu tento elogiar o Arthur o tempo todo.. ele é carinhoso, mas é temperamental... parece estar lutando por seu espaço o tempo todo, com todos. e olha que fico o dia todo SÓ com ele, já que mais velho está na escola. Agora.. meu marido.. ele precisa demais encontrar tempo para os pequenos e não é pra assistir filme nao, mas pra ser pai que coloca a mão na massa, que brinca, q faz parte da vida do filho... isso não só pelas crianças, por ele que vai se arrepender de não ter vivido essa fase com os filhos... beijo grande
Sueli
Menina, não é fácil! Lembro de ter lido seu artigo sobre o Tomáz bater e me identifiquei muito, pois ano passado meu filho entrou na escolinha e eu tbm era chamada quase sempre na escola pra ouvir reclamação. Chegaram a me sugerir levá-lo a um psicólogo e nesse dia eu chorei muito, me sentindo muito impotente como mãe, afinal, eu achava que fazia o suficiente pra educá-lo. Tive uma conversa com o pai, que como o seu tbm é bastante ausente, decidimos dar-lhe mais atenção, conversar, tirar aquilo que ele mais gosta quando aprontasse, enfim... ele voltou Às aulas essa semana e até agora não houve reclamações. risos. Espero que continue assim. Crianças nessa idade querem nos vencer pelo cansaço, mas temos que ser firmes. Água mole em pedra dura... Com peciência, vc consegue domar o geniozinho desse rapaz. E muito amor e discilpina, tbm. Eu acho que tudo é fase e logo passa.
Boa sorte.
Bjokas!
feliz aniversario atrasado, susuca
meu pc ta bichado, mas prometo mandar carta de desculpas em breve
sorry, sorry, sorry
te amo
Oi Su, to te acompanhando a um tempinho, porm quietinha sem comentar, até mesmo pela falta de tempo, sei bem o que estas passando, aqui tbm esta sendo barra, esses seres de meio metro que nos enfrentam de igual pra igual sem o menor medo nos fazem ter medooo né? Medo de pensar como será qdo esse mesmo serzinho tiver seus 1.80cm...Jesus, eu fico com medo mesmooo! Aqui a coisa se complicou com o menino caçula, ele depois da chegada da irmãzinha quer chamar a tenção, impor suas regras, fazer valer sua vontade, coisa que antes não existia, sempre foi uma criança tranquila e hoje eu tenho vontade de sair corrndo quando ele começa a ditadura!!! Ele esperneiaa qdo quer uma roupa nova pra vestir (isso ocorre no minimo 4x por dia) segundo o pediatra é pq troco a bb varias vezes no dia! tá?!?!Vai passar... AMs a rebeldia não para por ai, ele desconta todo seu desagrado nos pobres irmãos(gemeos) mais velhos, ele bate, arranca cabelos, arranca, belisca e as vees chega a morder tbm! Chamo a atenção, corrigo, explico,muitas vezes ignoro(qdo não se trata de violencia e sim de manha) mas tento acreditar que é fase sim, que em breve muda!Acredito que ai tbm seja fase, nada que paciencia, calmante(pra mamãe rsrs) e muitaaa conversa e atenção não faça o tempo passar rapidinho! Espero que aii e aqui tudo melhore rapidinho pelo bem da saude menstal das mamães!hahahaha
Beijinhos e passa lá conhcer minha turminha tbm!
Oi,não tem muito tempo que acompanho seu blog mas sempre fico impressionada como sua realidade reflete a minha. Tenho dois meninos gêmeos de dois anos e por causa de um deles tenho sido chamada na escola onde reclamam da agressividade constante. Não vou nem contar as façanhas, mas inclui tapas no rosto e colequinha vomitando de susto! Tenho tentado de tudo mas não é mesmo fácil. Quando ameaço tirar um brinquedo ele se adianta e guarda como quem diz e agora??? Estamos tentando dar mais atenção e ao mesmo tempo vamos falando, falando e falando. Se são tão inteligentes mais cedo ou mais tarde vão ter que entender que violência não funciona.
Um grande beijo,
Ana De Paoli
http://www.mamainhavamula.blogspot.com
Nossa! Supermeidentifiquei com seu blog!!!! ( tb queer fazer balet aos 31 e sentar pra ler um livro UM LIVRO é o q peço. Rsrs Seu texto é otimo. Se quiser conhecer minha insone www.lulunaodorme.blogspot.com. BEIJOSECUIDA
Desculpe, mas esse bla bla bla de roupa do irmão e quarto sem decoração ilusionista é bobagem. Podem ser desejos seus mas certamente que ele não está nem aí pra isso. Crianças não lidam com valores materiais, a menos que sejam precocemente passados para eles.
A agressividade é estimulada num ambiente hostil. Me parece que ele não esteja feliz nessa escola e não por não ser a do outro irmão. Não devem estar sabendo lidar com a questão.
Não sou modelo de mãe nem especialista, mas eu o deixaria em casa um tempo e daria muito colo.
Se de todo não for possível mantê-lo em casa, dê a ele outra chance em outra escola. Tenha sempre em mente que a escolas erram muito, que você não está lá para ver o que acontece e como lidam com o seu filho. A reportagem é uma e a realidade pode ser outra. Não estou afirmando que seja - mas que pode ser. Se pode!
Bjs,
Os LIMITES abrigam o indivíduo
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores.
E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais tolos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais 'espertas', ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos...
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha...) que nossos filhos nos faltem com o respeito. À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical, para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeite.
E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, que os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e 'dar tudo' a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio nos quais está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os LIMITES abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.
busque em Deus...eu tenho feito isso,tb tenho um filho de 2 anos e 5 meses,depois que passei a coloca-lo nas maos de Deus td mudou,transformou e estamos vivendo em paz abundante,Leia o salmo 91(passagem mais poderosa da biblia) sobre ele enquanto estiver dormindo,leia vc qd estiver nervosa,triste.Leia e reflita sobre o que está sendo dito,não sei sua religião mas uma dica tb é um lindo programa de radio de segunda a sabado as 9 horas,momento de fé com padre Marcelo Rossi é uma benção seus ensinamentos,não sei onde vc está mas aqui sintonizo pela radio globo AM,entre no site dele se tiver interesse,querida fique com Deus vou orar por vc e seu pequeno,espero está ajudando não me interprete mal...uma mãe como vc...
Ai meu Deus!
Meu Samuca não bate.
Apanha.
Sempre apanhou na pracinha, e agora começou a escola. Eu explico a ele que tem de se defender dos amigos que são agressivos por natureza, pois eu era agrssiva quando bebê/criança e sei bem como é isso.
Bom, a única coisa que eu posso te dizer é que: eu te endendo.
Não dá para falar para deixar a culpa ela nos acompanha e pronto.
Agora é aceitar esta condiçaõ e seguir.
Oi, Sueli,
Primeiro: nunca se culpe!
Segundo: nunca desista!
Terceiro: essa fase vai passar!
O mais importante é você não entrar num ciclo vicioso de bate e apanha. Converse muito, mas seja sempre convincente. Eles acreditarão no que veem mais do que no que ouvem. valorize sempre as atitudes positivas com muito carinho e as negativas converser e exponha sempre sua decepção com o comportamento negativo.
Seja uma mãe feliz!!!
Compartilhamos o link desse post no nosso Portal (www.escolavirtualparapais.com.br), você vê algum problema? Achamos bela sua reflexão e poderá ajudar muitos que passam pela mesma situação.
abs,
Marcia Taborda
Marcia, fico feliz que vc tenha compartilhado o link do post.. mais mãe pra pensar sobre o assunto! obrigada por suas reflexões!
abs
Sueli
Mãe, tbm concordo que aos dois anos criança não tá nem ai pra quarto, foto etc e tal... mas culpa é culpa...
meu filho tem uma personalidade forte e eu preciso aprender a lidar com isso! tbm tenho conversado muito com a professora dele sobre o que está influenciando esse comportamento agressivo... e vamos que vamos
bjs e obrigada por compartilhar sua experiência conosco!
Sueli
Sueli, que ótimo te encontrar. Sou mãe de duas meninas e um menino, meu caçula completará 15 anos e é agora que começa a fase mais preocupante, mas ele é um menino maravilhoso. Minha vivencia de mãe me ensinou muito e o que eu aprendi é que sou uma pessoa normal, não uma heroina que tem que acertar em tudo e saber sempre que atitude tomar, lembre-se Sueli, somos normais e nós também como nossos filhos estamos aprendendo. Culpa é orgulho, não me entenda mal, mas é assim que se chama esse sentimento que nos deixa tão pra baixo. Cada filho é uma experiência nova, são almas diferentes, nós lhes demos o corpo, mas o espirito já vem prontinho, e não temos a obrigação de saber sempre que atitude tomar com antecipação. Sabe Sueli, agora vejo o quanto a natureza é sábia.
Os filhotes são tratados com máximo de zelo, não se afastando nunca da mãe em tenra idade, na medida em que crescem aprendem com suas experiências, por vezes doloridas,com a mãe sempre atenta. Abrace e beije muito e diga que eles são presentes de Deus, filhos de Deus, perfeitos, saiba dizer não mesmo que doa (e dói, disso eu sei), aprender essa palavra é muito importante. Ame, não mime e cultive o respeito, pois isso é tudo, viver e deixar viver com respeito e dignidade essa é a maior lição, seja uma boa filha, um boa nora, eles aprendem a ser bons filhos através de nosso exemplo. Hoje em dia se coloca a criança muito cedo na escola, se for possível fique com o Arthur um pouco mais em casa. E não se preocupe tanto, essa fase passa muito, muito rápido mesmo, voce vai realizar todos os seus projetos.
Su, fiquei comovida. É complicado mesmo. A nossa dor é enorme. Até porque às vezes nos sentimos impotentes. Mas vou ser direta: acredito em escolas socioconstrutivistas que trabalham com psicomotricidade relacional. Sei que você deve conhecer psicomotricidade relacional, mas, de qualquer forma, vai uma visão: “A Educação Infantil é a fase escolar que tem maior importância, pois é quando ainda é possível melhorar a estrutura para uma boa adaptação à realidade, com menos defesas neuróticas. O ideal seria uma educação psicomotora relacional numa seqüência, da Educação Infantil até a quarta série do Ensino Fundamental”.
A psicomotricidade relacional foi criada por um francês e "tem seu alicerce na comunicação não-verbal, enfatiza os aspectos relacionais, psicofísicos, socioemocionais, cognitivos e afetivos do ser humano".
Aqui, João Marcelo vem sendo atendida por um psicóloga com especialização em psicomotricidade relacional pelo motivo inverso: Ele sempre é a vítima e não sabe se defender. Ou melhor, não sabia. Não que queiramos que ele seja uma criança agressiva. Apenas queremos que ele saiba lutar pelas coisas que quer. Tem funcionado. Fica a sugestão e um beijo solidário.
Chris (www.coisademae.blog.br)
OI Sueli
Eu não costumo passar muito por aqui, mas me identifiquei muito com seu post.
O Zezé (meu filho) tambem mordia, quando tinha um ano e meio, Ele tambem tem um genio meio forte (mas acho que menos que o seu).
Certa vez eu li na Rosely Sayao uma coisa que me acalmou muito. Ela diz que quem tem que exigir disciplina e bom comportamento na escola é o professor(a) não a mãe.
Assim, seu filho tambem morde em casa?
Se sim, acho que deves procurar um psicologo infantil (de repente, a escolinha pode indicar um). POis isso é reflexo de alguma situação que ele não está digerindo bem e talvez a psicologa possa descobrir o que é, eles tem metodos especifico para isso.
Se ele só morde na escola, então o problema é na escola, não pegue um problema que não é seu. É claro que deves dizer que não se deve morder, mas não faças muito drama com isso (se não chama mais atenção). Procure saber se há muitas crianças na turma dele, pode ser uma disputa por território e atenção. Uma coisa que pode funcionar é dizer que ele já é bem grandinho e só os bebes pequenos mordem. Na creche do meu filho funcionou
Su, vim aqui só pra te dizer que ser mãe do batedor é tão ruim ou pior que ser mãe do apanhador. Sou mãe de um ex-pit bull...que mordia com uma gana que cheguei a chorar quando vi a vítima. Custava crer que meu filho tivesse feito aquilo. Essa luta realmente só é compreendida por quem vive.
Um beijão e obrigada pelas boas memórias que elas me trouxeram. Te garanto...tudo passa!
Taís, não vejo a hora dessa fase passar! O pior é que o Arthur é danado mesmo, então, quando a professora me olha de rabo de olho ou quando vejo uma criança chorando na sala.. já penso "foi o Arthur" e isso é péssimo... beijo grande pra vc!
Sueli, infelizmente não sei como ajudar. Podia dar milhões de dicas, mas só quem é mãe sabe de sua cria, né? Mas fiquei indignada com um dos comentários aqui e vou comentar para saber se mais alguém concorda:
"Se ele só morde na escola, então o problema é na escola, não pegue um problema que não é seu." Gente, como assim um problema que não é nosso? Se é nossa cria, o problema é nosso sim! Então se meu filho apanha na escola também não devo me preocupar, já que o problema não é meu?
Sueli, nessas horas, conselhos são apenas consolo, porque sei que vc já fez tudo isso... Passo por situação semelhante, diferente porque é meu primeiro e queria muito ter o segundo, mas... Tb tive DPP e sei bem o que é tttuuudddooo isso. Chato é que pensam - não sei em seu caso - que DPP invalida a mãe. E eu me deixei levar por aí: me invalidei como pessoa, para provar que como mãe seria ímpar e provaria que ser mãe é mais forte que tudo. Bom, tudo menos lidar com a genialidade e o gênio forte de Peu... Lendo suas descrições do Arthur, sei lá, me sinto ironicamente confortável... Pelo fato de me encontrar e não me achar diferente por meu filho agir como quem sabe o que quer - e sabe e sabe deixar tudo muito bem claro e com argumentos seguros e fortes. Mas, me sinto solidária, pelos mesmos motivos.
Só posso te desejar força extra, que venham dos céus ou de onde vierem, porque, minha amiga, na prática o lance é duro. Mas, como vc deixa claro, não é impossível e jogar a toalha não é coisa de mãe.
Olá gente... Descobrii esse blog hj, e fiquei perplexa com uns comentarios que cheguei que cheguei a ler!
Eu tenho um filho de 8 anos e gemeos de 4 meses... Meu filho de 8 anos eh super educado e mto obediente, tento mostrar a ele q ignorancia e falta de educação naum levam ele a lugar nenhum. Eu tive problema com ele no pré, pq ele mordia tbm os coleguinhas e fui chamada varias vezes na escola, e eu estava ficando sem cara pra ir na escola, pq ele soh mordia na escola. E um belo dia, eu brincando com ele, eu brincava de ordeer ele, maniia de mãe boba rsrsr, e foi ai q eu percebii q eu q estava estimulando ele a morder, sem qrer, maiis estava. E ele vendo o como eu faziia em ksa, ele qria fazer com os coleguinhas da escola, mas era sem maldade! Ai foi qdo eu parei de fazer essas brincadeiras em ksa e fui falando pra ele q naum podia, e graças a Deus resolveu o problema na problema na escola. Os nossos filhos são os nossos reflexos, tdo q fazemos eles qrem nos seguiir.
HoOje em diia tento mostrar pra ele aS coisas de modo q ele entenda e soh tenho a elogiar ele!
E meus gemeos, são pitokos ainda, pretendo dar a eles a mesma educação do meu filhote de 8 anos!
bjOos
nossa! parece que vc estava falando de mim! eu tb achava que meu filho + velho era 'terrível' (pior do que dizer isso são aquelas senhoras que dizem q a criança é "triste"). bom, o miguel - 2 anos - tb morde e bate. já ouvi dizer que é uma forma de se comunicar pois ele ainda não fala quase nada. e que com o tempo,passa. também fico pensando uma coisa: quando ele nasceu o mais velho ficou se sentindo tão excluído, triste... foi muito difícil esse período. então eu tinha "medo" de dar muito carinho ao pequeno, entende. eu não tinha coragem de dizer que o amamva co medo de magoar o mais velho, sabe?hoje eu vejo que muitas das "artes" (olha aí a tia de novo) que ele faz são para chamar minha atenção. por qualquer coisa ele se joga no chão e bate a cabeça, aí eu o pego no colo, faço um carinho, um chamego... e ele se acalma. é a sua maneira de pedir.
Menina eu hoje chorei muito minha filha no parquinho da praça da minha Rua me deu uma mordida no rsoto não chorei na hora mas cheguei em casa e despenquei , ela me mordeu pelo simples fato de eu ter tirado ela de um brinquedo perigoso e dizer que nao podia ela tem 2 aninhos a Brisa , ai essa madrugada vim na net e coloquei no google sobre crianças que mordem e descobrir seu site meu email e msn é jhcdel@hotmail.com , qualquer coisa me da uma dica viu , ahhh mas coloquei ela de castigo alem de chorar muito por causa da mordida
beijao
Odete
Oi meninas... acabei de abrir a net e coloquei no google... "minha fiha, de 2 anos e meio, cospe, morde, joga as coisas nas pessoas, arranca as roupas... o pior é que o alvo favorito é o irmão mais velho, que Graças a Deus não rebate!!affff!!! Ela é a filha do meio... tenho um menino de 5 anos e uma pequena de 2 meses!!! Estammos (eu e marido) tentando entender como uma ciumeira da irmã que acabou de chegar.. tentamos não castigar com palmadas e sim no "cantinho do pensamento" mas sinceramente... NADA FUNCIONA!!! Damos atenção, carinho, conversamos, estou HISTÉRICA.
Pois, bem tenho um filho o "Arhtur", bate, morde e enfrenta qualquer um já fui chamada e repreendida umas 3 vezes na escolinha dele, por ter agredido outras crianças, mais ou menos assim "Seu filho tem algum problema??? Como vcs são em casa??? Estou ficando aflitíssima, não sei como lidar com meu pequeno e olha que já tentei de tudo.
Boa Noite !!!
Meu caso também está bem complicado tenho um filho de dois anos, ele está muito agressivo, não gosta de cumprimentar as pessoas só quando ele quer, bate em seus coleguinhas, é muito agarrado comigo e também é bem autoritário, tento castigo mas preciso segura-lo pois ele não fica faz um escandalo,faço regras mostro para ele, faço ele pedir desculpas por bater em outra criança, as vezes ele pede, outras não, ele chora e faz muita pirraça, me ajude o que faço com ele, já não sei mas o que fazer??
Olá. Lendo o post e todos os comentários pude perceber que mesmo tendo personalidades semelhantes cada criança que morde (caso também do meu Italo de dois anos e quatro meses) tem particularidades diferentes. Cada caso é um caso e deve ser tratado separadamente. Nós mães e pais devemos dialogar muito com os professores e escola para conseguirmos superar essa fase. O meu Italo também morde só na escola e decidimos mudá-lo de turma, que oferece outros tipos de atividade, pois achamos que ele mordia porque terminava as atividades antes dos colegas e ficava entediado de esperar que eles também terminassem. Tomara que dê certo. Estou esperançosa. Bjos
Puxa, Sueli e cia, essa idade é terrível, e os meus com 8 e 12 melhoraram um pouco mas continuam assim!!! O menor tá achando agora que pode bater em mim! como a Odete. Para os místicos, são chamados "crianças índigo", para os neuros e psicos, têm "transtorno opositor desafiador", mas pra nós são uns "pestes" mesmo! Fica tranquila que daqui a uns 3 anos você vai poder fazer balé, tendo uma boa empregada. Eu fiz até teatro! E muitas vezes a gente acaba só tendo papo com as amigas que têm a mesma vida...rs.
Ocupá-los com atividades é um jeito de esperar eles crescerem, pra gente ter um pouco mais de qualidade de vida pra nós, e é bom pra eles, terem cursos de tudo, eu acho legal, e alguma das atividades vai acalmá-los, seja a música, a arte ou o esporte. O mais chato dessa história toda, ao longo dos anos pra mim, realmente é a escola. Acho que é um caso a parte, tem problema na reunião com a professora, a coordenadora e a imagem junto aos outros pais. Eu cheguei até a mudar de escola um deles e me dei mal. A primeira escola estava certa. É um desafio grande pra nós mesmo. Percebi que quando concordo com a escola e assumo o problema e eles vão pra terapia, melhora. É uma solução de fato. Mas ficar indo em terapia por muito tempo é muito caro então eu tiro e volta tudo de novo. Beijos, Karina
Oi sueli,
Só hj vi seu blog, como vao as coisas? Espero que tenham melhorado. Nada posso te dizer que outras mães já nao tenham dito. Não é fácil, apenas te digo amei você na sua dor, pois vivi isso também, há alguns anos, passou, mas o seu sentimento foi igual ao meu... A dor da culpa que carregamos sempre, mesmo que tenhamos feito tudo certo, um filho sempre vai pedir mais ou diferente do outro e aí caímos na mesma armadilha da culpa. Querida, façao mais coisas por você, tenha certeza de que nesse nosso caminho de mão, sempre haverão ERROS e acretos, mais MUITO mais erros do que acertos. Tenter ser um pouco gente, mulher, amiga, vizinha, perua, dançarina, e outras coisas que gaurdou ou nunca foi... Seja um puco menos guardadora da culpa, seja sempre essa pessoa MÃe que esta sendo: zeloza, carinhosa, doce, batalhadora... Mas ria, ria da dificuldade, da bagunça, da falta de tempo, daquilo que nao entendo... Deixe sua vida mais leve, nao se cobre, nem cobre seus filhos, tudo se ajeita . Um beijo grande e torço por você.....Cinthia
Hoje num momento de desespero, sentei na frente do meu note e coloquei no google :criança de 4 anos q bate nos amiguinhos, cospe, faz birra, grita, etc... e tal. e achei esse blog, nossa li todas as postagens e vi q muitas mães passam ou passaram pelo q estou passando, nossa não sei mais o q fazer, tenho 5 filhos, mas o ultimo o Nickolas, é o tal..., ele já mudou de escola e não resolveu, ponho de castigo, tiro tudo q ele gosta, tipo chocolate, churros, churrasquinho etc.., mas nada parecer resolver, na escola que ele está atualmente, todos os dias quando vou buscá-lo tem reclamaçao, hoje por ex. ele bateu em uma amiguinha e deixou até marca, ontem cuspiu no chão da sala inteirinho, meu Deus, o q faço???tenho tido muitas conversas com uma fono q atende aqui na minha cidade num projeto chamado cuidar, mas realmente não sei mais o q fazer...., tá difícil....estou muito abalada emocionalmente, além de estar passando por alguns problemas pessoais, e ainda mais essa, parece que tô fazendo tudo errado.... to tentando acertar mas não tô vendo resultado....(desabafo)
Nossa, em cada linha deste desabafo eu me vi. Estou vivendo exatamente o que a amiga sueli viveu, espero que tenha solucinado. Já nem dou mais ouvidos ao que diz a professora,"seu filho está difícil, bate, cospe e morde, converse com ele para reforçar os combinados de nao bater, nao cuspir, nao morder...Ufa! Tive sentimentos de culpa, vontade de chorar, de não levá-lo à escola para não ouvir mais aquilo. Mas poxa, é uma criança de 2 anos e meio, toda criança dessa idade faz isso, com mais ou menos intensidade, sabemos que é uma fase, que vai passar, outras virão...são só crianças que vêem nesses comportamentos sua forma de se expressar, de pedir colo, de chamar atenção, e nós somos apenas mães,que na verdade não somos super heroínas, que não vamos atender 100% os desejos dos nossos filhos e muito menos devemos esperar que eles sejam super filhos, que atendam 100% das nossas fantasias de filhos perfeitos. Nossas crianças fazem isto porque são seres humanos, têm sentimentos e nós sofremos por isso porque somos mães.
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