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Ainda não estou no clima de recomeço - por aqui tudo anda como aí, uma lou-cu-ra. Ufa! Existe algo mais precioso que tempo? PUTZ! Nem é bom falar sobre isso. Só resolvi aparecer para dizer o quanto a ansiedade pelo fim das férias está gigantesca. E, com ela, venho pensando na importância de entrar no clima de fim de ano, cheia de listinhas... Preciso resgatar tudo isso com calma.
Não vai dar tempo agora. Talvez, nem na próxima semana...
...mas não resisti em partilhar contigo a ideia da listinha. Você já está pensando na sua? O que precisa ser resgatado, PARA VOCÊ, depois desse turbilhão de loucuras com as crianças em casa? 

Bem, eu não tenho dúvida de que preciso voltar para caminhada ou academia e ainda recomeçar a alimentação saudável dentro de casa. Sim, tudo ficou meio nebuloso nessas férias...Mas ainda continuo magra, principalmente, para os amigos que não me vêem desde dezembro. Eu emagreci 10 kilos entre janeiro e meados de junho de 2010. Aí começou as férias...
E haja ruptura...de novos hábitos (risos!)
Mas, antes de recuperá-los,  resolvi blogar e eis que de novo o danadinho do "blog" me dá mais uma lição de vida: resolvi puxar os links dessa caminhada e me assustei muito com o TEMPO. Não lembrava que minha busca por cuidar de mim mesma começou há tantooooooooooooooooooo tempo. Foi tema de post desde março de 2009.  Teve olhares diferentes no meio da caminhada até enfrentar de fato a mudança, sentir algumas dores  e ufa começar a colher frutos. Agora não posso deixá-los cairem  e apodrecerem no chão.

Um novo ciclo recomeça! E o teu, como anda seu aprendizado de mãe com a alimentação e o corpo?
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Manifesto de Mães vem nascendo devagarinho, mas já une 547 pessoas em tão pouco tempo!!! É muito gostoso ler cada post novo que aparece, vibrar por cada nova assinatura e, o melhor de tudo, receber o feedback da identidadeé justamente isso que eu sinto e precisava gritar!!!!

Há aqueles que questionam, mas pra quê??? Querem saber exatamente os objetivos e pra onde isso vai? Também pensamos muito nisso. Planejamos muita coisa, mas não temos respostas para tudo. E a luta começa pelo manifesto, mas é só o começo.

Como disse a Tais - continuamos de férias - mas é preciso agradecer ao solo fértil que nasce o Manifesto. E pode ter absoluta certeza de que a luta só tem sentido se as 500 Mães estiverem Unidas. Em breve, a gente vai partilhar muito do que planejamos com você que já assinou o manifesto. Aguarde!
OBRIGADA!!!!
http://www.grupocria.com.br/
Criançada de férias, haja programa infantil pra dar tempo de preparar almoço, janta, limpar casa ou terminar os frilas da vida que sustenta a família, certo? Agora é a hora que até mesmo as mães mais conscientes terminam ligando MUITO MAIS a TV para conseguir fazer as tarefas que eram realizadas enquanto as crianças estavam na escola. Eu sou uma delas. Você também?

Pois é, não tem jeito. E se você participou das nossas conversas sobre Publicidade Infantil sabe o quanto é complexo o assunto. Eu até queria tirar férias dele, mas sorry não dá. E, cá estou eu, falando contigo, enquanto a Malu vê os desenhos da TV Cultura. Sinto que deveria estar brincando com ela, mas nem sempre consigo. A-HA, então faça o que eu falo, não o que eu faço!

Parece, mas não é. Venho pensando justamente nisso: a prática do discurso. E, porquê raios é muito mais fácil falar, pensar, discutir, blogar, emocionar-se, acreditar e... não fazer, não praticar 100% e não colocar a mão na massa?

Gente igual a gente. Convívio, amizade, comunidade e..Escola!!! Não dá pra ignorar o papel da escola num tema como Publicidade Infantil. 60% do desejo e conhecimento da Malu pela TV vem da escola. Eu daria uns 15% da origem do desejo por ver TV dos meus limites rigídos e outros 15% porque TV é mesmo muito legal. Eu adoro, apoio e acho que tem coisas fantásticas no mundo do audiovisual!!!!!!
Eu aprendi muito com a troca que rolou aqui sobre tema e mudei muita coisa dentro de casa depois das nossas blogagens. Mas só isso não basta. É muito cansativo ter só amigas virtuais, força materna só na rede. Eu preciso de vizinhas, professores e mães da Escola que pensam como a gente. Sem escola, publicidade infantil rola. Então, não dá pra gente falar de publicidade infantil sem falar do papel da escola. E quando digo escola leia-se professores, pais, mães, diretor, avós, tios, enfim, todos que compõem a ESCOLA. Se a gente quer mudar dentro de casa pra mudar o mundo, a gente vai ter que quebrar os muros das escolas.

EXEMPLO?
Tô na fase maluca de decidir agora: se vou enfrentar o diferente, adotando a pedagogia Waldorf ou vou para caminho mais conveniente e perto de casa. Mas tem um detalhe que me mata. Ambos são muito caros para meu bolso e o mais sensato seria mesmo uma escola pública. Mas é possível enfrentar a publicidade infantil dentro de casa com as mães que frequentam as escolas públicas?

É engraçado como a gente se engana quando o discurso da mídia sobre educação é: diferentes metodologias, diferentes sistemas de ensino, diferentes pedagogias. Agora "há escolhas". Sempre existe uma escola do lado da sua casa. Você é quem decide. Hummm, entendi. Eu decido não ter dinheiro suficiente pra pagar os absurdos que se tornaram as mensalidades de escolas em Sampa. Eu decido pagar escola e, por isso, não tem escola pública...Ichiiiiiiiii, imagina onde vai parar esse discurso? culpinha...



Mãenifesto
E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.
Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.
Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.
Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.
Assine!!!
http://www.grupocria.com.br/
Dois dias de fúria, um sonho emblemático e a descida.
Foi assim que a danada da TPM voltou na minha vida de mulher. É meu terceiro ciclo na minha vida de mãe. Eu explico: eu optei pelo endoceptivo durante cinco anos e vivi sim meus melhores momentos. Não menstruei, não tive ataques de fúria, enxaquecas e muito menos argumentos do maridão de que aquilo era coisa da TPM. Briguei, e MUITO nesse período, mas jamais ELE se comportou como o típico macho, ignorando o que falo na hora da briga. Ele me ouvia mesmo quando eu parecia uma louca (pasmem!!!)...Afinal, ELE sabia que aquele negocinho estava lá dentro e, portanto, não adiantava usar a coitada da TPM como desculpa.

Bem, de lá pra cá, eu acabei caindo na rede, conheci muita blogueira e acabei frequentando alguns grupos de mulheres. A sensação é de que minha decisão parecia absurda e confesso, alguns momentos, tive vergonha de "confessar" que não menstruava. Me senti sim uma estranha no ninho. Mas, ainda assim, não sei quando nem como o desejo de menstruar foi surgindo e, paralelamente, assim  DO NADA minhas brincadeiras noturnas com a Malu foi subindo aos céus e a gente começou a brincar de descobrir: Que lua é essa?

BINGO! Tirei o endoceptivo, revi meu querido ginecologista que, diante das minhas milhares de novas dúvidas, tentou aliviar as culpas que começava a sentir...Desenhou os hormônios, explicou os benefícios do endoceptivo e respondeu que os efeitos eram os mesmos de qualquer outro anticoncepcional. Ufa, aquilo me satisfez na hora, mas bastou o tempo passar.... Mas, afinal, será mesmo que NÃO MENSTRUAR é algo tão simples assim? No problem!  Porquê raios, então, me senti culpada diante daquelas mulheres? Pô, eu sou uma mulher informada, moderna, não preciso ter vergonha das minhas decisões, uai. Mas porquê isso me incomoda tanto? Se é tão simples e não faz mal, porque tem que se questionar? E por aí vai
Enquanto eu vivia essa explosão interna após ter passado pelos dias de fúria, as dores de cabeça e o sonho emblemático, alguém resolveu trazer um tal de Mooncup para o Brasil (SIM! eu nunca tinha ouvido falar na minha vida) e assim a roda de conversa começou e a Rê indicou um link que vale a pena dedicar tempo, principalmente, entre os comentários. Me vi ali perdida entre cientistas, médicos, parteiras, doulas, jornalistas, enfim, é um retrato fantástico dos diversos discursos. Eu preferi ainda continuar pensando alto sobre o tema com você, topa?

Vamos começar a falar sobre menstruação, TPM, mãe e mulher? Escrevam em seus blogs, manda o link pra gente e tenha paciência: somos mães, o tempo é curto, mas a gente não deixa de reservar um tempinho pra lhe conhecer. Demora, mas rola!
Espero seu blog nessa roda de conversa que tem tudo a ver com nosso Manifesto pelas Mães: aproveita para conhecê-lo mais e divulgá-lo no seu post!

Leia Mais:

Absorventes Conscientes
Papo de mulher, mas não precisa tirar os homens da sala

 
Mãenifesto pelas TPMs e menstruação!
E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.
Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.



Assine nosso manifesto: http://www.grupocria.com.br/


“Mãe, tomate é legume ou fruta?”

Legume…

“Sabia! Mas dois amigos meus disseram que tomate é fruta e eu estava errado”.

Você acha que está certo ou errado?

“Certo”!

Tomate é legume, voc ê já provou e gosta de comer no molho.

“Se meus amigos acham que tomate é fruta, então eles podem achar que brocoli é árvore?”

Talvez… não consegui segurar mais e cai na risada…

É engraçado, mas ao mesmo tempo é triste demais. Todo mundo já sabe que o americano come muito mal, o pior é que se eles não mudarem agora o hábito alimentar, mais uma geração de crianças vai crescer comendo fritura, doces e bebendo litros e mais litros de refrigerante, chá adocicado e sucos artificiais.

Ontem mesmo estava caminhando na rua e me deparei com uma mãe bem gordinha, o filho também gordinho e, quando olhei para o carrinho dele, o menino estava com um pratinho cheio de batata frita. Já falei mais de uma vez que não sou contra dar guloseimas para meus filhos, mas isso desde que eles comam frutas, legumes, peixe, frango, arroz integral.

Não era neurótica com alimentação e sempre gostei de frango frito, mas depois que me tornei mãe bateu aquele sentimento de culpa feroz que me fez até encarar as panelas diariamente, apesar de eu ODIAR cozinhar. Depois de quatro anos, confesso que já não odeio tanto assim e até me arrisco a fazer pratos mais sofisticados.

Exatamente por causa disso, o Tomás adora provar novos pratos. Se diverte quando me ajuda a fazer compras, escolhendo morangos, melancia, tomates, bananas e maças. Também aprende outras coisas como reutilizar sacolas de compras, o que é orgânico e não... e mais uma infinidade de coisas que ajudam na sua formação como cidadão do mundo.

Criança não precisa aprender a gostar de hambúrguer, cachorro quente, batata frita, chocolate e sorvete. Elas sempre vão gostar. Afinal, quem não gosta? O que elas precisam é aprender a comer bem desde cedo e isso só mesmo com a ajuda da mãe e do pai.

Lá na casa dos meus pais, eu sou a chata que não deixa os meninos comerem isso ou aquilo, que controla tudo. Aqui em casa, meu marido me acha neurótica com essa mania de comprar , e pagar horrores, em produtos orgânicos. Eu já acho que estou sendo apenas mãe… não posso controlar a violência das cidades, a camada de ozônio e nem o futuro deles, mas hoje, nesse exato momento, posso controlar e escolher o que eles podem ou não comer e isso, acredito, terá um impacto positivo na opção alimentar e, consequentemente, no bem estar e saúde de cada um deles.

Já assinou nosso manifesto? Leia e faça parte desse movimento www.grupocria.com.br
Posso estar enganada, mas a roda de conversas mais intensa na elaboração do Manifesto pelas Mães foi sobre a participação dos PAIS. Se havia o consenso de que SEM ELES era quase impossível seguir em frente pela valorização da maternidade, muitas dúvidas foram colocadas em como inserí-los na busca pela consciência materna. Afinal, muitas cobranças ainda vêm deles.

Eu lembro que quando o site do Desabafo de Mãe nascia, a maior briga era achar um nome que não remetesse ao clube luluzinha. Precisavamos incluí-los. Mas eu dizia: a reunião da escola já é dos pais e tudo que mãe faz já tem o plural com gênero masculino: porque raios o NÓS não pode ser feminino? Desabafo de Mãe pode ser coisa de homem, ué! Afinal, mãe é mãe, independente do sexo, certo! Foi assim que consegui ganhar a briga e manter o Mãe no Desabafo.

Mas, lá no fundinho, eu não tinha ideia de como lidar com essa "guerra de sexos"...E, confesso, até hoje não sei exatamente em como tratar tudo isso...É uma questão de igualdade ou diferença? Igualdade de direitos pra gêneros diferentes, é isso? Mas, dentro de casa, há coisa de mulher e coisa de macho? Como partilhar de forma mais justa as coisas de mãe? E quais são as tarefas de pai? E, porquê raios quando tudo dá errado, a culpa é só sua?

As questões são quase infinitas, mas na prática só mesmo muito companheirismo pra aguentar as diferenças. Elas são berrantes e não há como negá-las. É quase um parto entender as razões que levam um homem não saber escolher a roupinha do bebê ou colocar a fralda certa quando isso acontece. Por outro lado, quando ele assume todas essas tarefas "básicas" de higiene ou alimentação, haja saco pra partilhar justamente as "tarefas" mais cansativas e onerosas que exigem a criação de um filho. Quais são elas??? RESPONDE!!!

São aquelas que exigem mudança de atitude, meu amor! Não dá pra classificar como a gente faz com os hábitos do dia-a-dia: acorda, toma café, escola, almoça, brinca, janta e dorme. Não tem a ver com colocar roupa, fazer xixi, mamar mamadeira.. ÉEeeee, hummmmmmm, como eu posso te explicar... Sabe aquele dia que... Bem, aí, quando chega neste ponto: você realmente torna-se a CHATA e RECLAMONA.

Eu não sei como você transmite isso ao seu marido, companheiro ou parentes, mas tenho certeza absoluta que um deles considera frescura quando você reclama desse cansaço emocional, principalmente, se você tem a ajuda do companheiro para as tarefas visíveis. Eu tenho um marido que faz e muitas vezes não sei como lutar pela busca da consciência materna. E você como tem lidado com essa luta dentro de casa ou fora dela?

Topa entrar nessa roda de conversas? Então, escreva no seu blog e divulgue o manifesto abaixo:

Mãenifesto pelos pais!!!
Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.
Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.
Assine nosso manifesto: http://www.grupocria.com.br/
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Tô chegando de férias em família pela primeira vez na minha vida de mãe. Eu já viajei antes com maridão e a filhota e até me aventurei pela "segunda lua-de-mel" na tentativa de curtirmos, descansarmos e divertirmos juntos, mas nunca tinha atingido tal plenitude. Desta vez, pasmem, EU CONSEGUI!!!

Detalhe: vivenciei tudo o que normalmente rola nas férias em família...Até mesmo o caos dos aeroportos. E haja confusão...Só não passei pelo trauma da perda da mala, mas dá-lhe atrasos, erros e falhas no check-in, criança com poltrona na saída da emergência. Enfim, tudo aquilo que o brasileiro enfrenta neste mês de julho ( e nos outros) quando pega uma promoção:


Segundo um dos pedreiros da "reforma" do aeroporto de Porto Seguro, são cerca de 52 vôos por dia que descem por ali. O atraso é comum, mas não há cadeiras para descanso. E muito menos espaços para alimentação. Ainda mais se quem precisa comer for uma família com criança. São dois pequenos restaurantes estilo lanchonete de rodoviária com direito a gatinho da rua faminto esperando por uma migalha do seu sanduba.
Dizem que a cada passageiro que desce por ali, a "corrupção" leva 2 reais e, se hospeda nos hotéis construídos em cima dos mortos manguezais vai 3 reais para o cofrinho. Imagino que a conta seja dos tributos, ou não...Mas a reforma continua!
Também tive aqueles típicos conflitos na hora da lembrancinha, da escolha do passeio, do prato do dia ou da resistência infantil de não querer sair da piscina. Mas tudo foi tão tranquilo que nada disso mereceu minutos femininos de "repensar a vida" ou aquela ressaca emocional de cansaço. Ou seja, vivenciei TUDO de uma Férias em Família, mas com sabor MUITOOOOOOOOO diferente. Desta vez, nós estávamos preparados!!!

Calma! Não houve o planejamento indicado pelas dicas de viagens. Houve um preparo muito mais peculiar...Eu diria um preparo maternal, parental...Hummmmmmm, melhor não dar nome ao preparo. Até porque ele é muito particular e o segredo está na continuidade...

O meu é diferente do seu, mas o seu afeta o meu. E vice-versa.
Pra dar liga mesmo neste preparo, haja mãos, colheres, crenças e AMOR, principalmente por si mesma.
Eu tô falando disso mesmo que você tá pensando: autoconhecimento, maternidade, roda de mulheres que resultam em novos valores, novos símbolos, novas atitudes e, detalhe, novas crias...

Valores que tornam qualquer caos aéreo ou "ressaca de férias" em dias tranquilos em família...

O Mãenifesto chegou!!! Ele pode ser só milhões de assinaturas...
Ou transformar Férias em Famíla de verdade. Essa é uma escolha sua. 
Independente da sua escolha, a nossa é oferecermos as mãos a você: conheça nosso manifesto!
E tenha uma ótima férias em família!!!
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