14 de Outubro de 2008

Palestra gratuita sobre obesidade

Quando me mudei para os Estados Unidos fiquei surpresa com a quantidade de pessoas com obesidade mórbida, que mal conseguem caminhar e precisam da ajuda de bengalas ou carrinhos elétricos para se locomoverem. Com exceção dos casos relacionados ao desequilíbrio hormonal ou outras doenças, o hábito alimentar tem grande influência nisso. Aqui, a comida não é das melhores: pizza, burguers, hot dogs, pretzel, fritas, frangos empanados (tipo KFC), e até mesmo as saladas são carregadas de molhos. E as porções? Gigantescas... tanto que aqui é comum você pedir uma "dog bag" para levar a comida para a casa.

No Brasil, de acordo com o IBGE, 40% da população brasileira encontra-se acima do peso e cerca de dois milhões podem ser classificados como obesos mórbidos. Quem quiser saber mais sobre o assunto e, principalmente, sobre os males causados por essa doença crônica pode participar da palestra "Obesidade", que faz parte do programa Falando em Saúde, promovido pelo Hospital 9 de Julho, no dia 30 de outubro, às 12h. O evento é aberto ao público em geral e os interessados podem se inscrever pelos telefones do Centro de Estudos do Hospital 9 de Julho: (11) 3147-9644 ou 3147-9645. As vagas são limitadas.

Você também pode encontrar mais informações sobre o assunto no artigo Obesidade Infantil, Educadora Física Denise Carceroni.

Serviço
Programa Falando em SaúdePalestra: Obesidade
Palestrante: Dr. Carlos Eduardo Domene, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital 9 de Julho
Data: 30/10/2008, quinta-feira
Horário: 12h
Local: Auditório do Hospital 9 de Julho – 2º andar – ala A
Endereço: Rua Peixoto Gomide, 625 – Cerqueira César
Inscrições: (11) 3147-9644 ou 3147-9645 Vagas limitadas

2 comentários:

Georgia disse...

Post super interessante. Os alemaes tb nao ficam atrás com as saladas cheios de molhos e seus pratos cheios de gordura, imagina quando eles me vêm comendo um prato todo verde ou todo colorido regado de vinagre e azeite de olivas;)

Estou vindo aqui te convidar para um assunto bem interessante. Quem sabe você também vai aderir. Passa lá no meu blog para saber mais. Acredito que você tenha muita coisa para contar.

Obrigada

Giovana disse...

Entendo. É como uma resposta ao consumismo exacerbado que o modelo Capitalista nos trouxe. Entretanto, não exatamente precisamos fazer parte disto tudo. Questão de escolha.

Também olhei a postagem anterior, sobre a "violência invisível". Tenho observado o comportamento dos pais perante seus filhos, normalmente crianças: eles simplesmente NÃO TÊM AUTORIDADE. As crianças são impacientes porque os pais também são. Ainda neste domingo último vi um pai puxar seu filho pelos cabelos (o meninos devia ter seus 5 ou 6 anos). E ninguém entende que a criança têm os mesmos sentimentos que o adulto, mas pensam diferente. E são tratadas de forma oposta: pensamentos iguais, sentimentos diferentes. E esta é a maior violência.

Beijo!!