Mamíferas é um novo blog que vale a pena assinar para resto da vida. Quer um exemplo? Leia o post: Mamãe, me compra um brocólis?, escrito pela Tata, mãe das gêmeas Ana Luz e Estrela, de três anos. Ela explica que as filhas sempre têm um prato colorido igual ao dela. Não tem jeito, gente, a lição do exemplo é sempre a mais poderosa do mundo. Vide a alimentação na casa da Tata.
Mas nada que uma mudança de hábitos não possa resolver pra quem foi criado com muita gordura, açúcar e uma dose alta de carboídratos como é o meu caso. Nasci numa cidadezinha do interior de Minas Gerais que sempre teve uma bacia de alface na mesa de 20 lugares, mas que o feijão nunca foi cozido sem calabresa ou que o arroz nunca foi feito somente com água. E, para minha mãe, que tem colesterol alto (óbvio) é loucura comprar arroz integral porque ele não é tão gostoso e é muito mais caro. E, agora, Malu?
Agora, minha filha, é hora de aprendermos juntas a comer o arroz colorido com cevada, centeio, trigo integral e até com arroz selvagem que prolonga a musiquinha do mastiga, mastiga e mastiga. Não é fácil abandonar os bolos cheio de recheio da vovó Neusa (minha sogra), que também gosta de uma fritura nem o bolo de cenoura da vovó materna, mas a gente vai se encaixando em busca de uma vida melhor. OK, confesso: ainda deixo entrar os chocolates e adoro fazer brigadeiro e pipoca...Mas a vida é um eterno aprendizado. Um dia a gente chega no arco-íris ideal de um bom prato de comida, né!
As mulheres não são mercadorias, as mães também não
1 hora atrás










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