28 de março de 2008

Você encararia uma produção independente?

Nos meus 20 e poucos anos, sempre pensava que se chegasse aos 35 anos solteira e sem namorado, adotaria uma criança ou encararia uma produção independente. Afinal, se não tivesse sorte no amor, no trabalho com certeza triunfaria, viabilizando financeiramente o sonho de ser mãe! Segundo a minha terapeuta, o ideal seria conquistar tudo: amor, dinheiro, saúde, paz, felicidade...

Enfim, me casei aos 29 anos e tive meu primeiro filho aos 31. Hoje, quando leio algo sobre produção independente, chego a ficar arrepiada! Sim, agora, vivenciando a maternidade no dia-a-dia, tenho certeza que não conseguiria enfrentar tudo isso sozinha! Mesmo com o apoio do meu marido, a tarefa de educar, criar um filho é pra lá de difícil!

Por isso, quando leio matérias sobre produção independente me surpreende a força e a coragem dessas mulheres. Na edição americana da revista Marie Claire, uma das entrevistadas afirmou que decidiu ter a filha por conta própria, com o apoio dos pais, inclusive a mãe, doente terminal, a ajudou selecionar o doador de esperma. Segundo suas próprias palavras, ela pode ser solteira, mas nunca sozinha!

Comentei com uma amiga solteira sobre o fato de ter mudado a minha opinião em relação à produção independente. Ela foi direta: encarar a maternidade sozinha não é apenas uma escolha, às vezes é obrigação, porque você pode se divorciar, perder o marido... Ao escutar suas palavras, confesso que estremeci! Ela tem razão...

E outra, continou, se você estivesse hoje solteira e sem filhos, não saberia o que de fato é educar e criar um filho, portanto, ainda teria essa imagem heróica na cabeça de mãe, profissional bem sucedida, que decide ter um filho por conta própria para completar a vida... Fiquei sem palavras. Afinal, como saber se é difícil ou não ter um filho sozinha sem ter vivido a experiência da maternidade? Simplesmente, não dá!

38 comentários:

  1. Sueli,

    Eu pensava exatamente como você e teria feito a mesma coisa. Eu me casei aos 31 anos e fui mãe aos 34. Aos 36 anos, estava separada e era mãe de dois filhos, sendo que minha caçula tinha 3 meses e meio.
    Desde então,tenho sido uma mãe "solteira" não apenas de um, mas de dois filhos pequenos. Meu filho tem hoje 5 anos e minha filha, 3, e ambos exigem e requerem toda a minha atenção e dedicação.
    Não é uma tarefa nada fácil, mas não me arrependo em nenhum momento de ter tido meus filhos.
    Se eu seria mais feliz sem eles? Certamente que não.
    Se eu sabia o que me esperava, criar dois filhos sozinha? Não fazia a mínima idéia.
    O que eu sei é que estou formando dois serzinhos que um dia se tornarão cidadãos e quero prepará-los o melhor possível para enfrentar este mundo. Se serei vitoriosa? Só o tempo dirá.

    Um beijo

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  2. Tb acho, Sueli. Nunca pensei em ter sozinha, mas depois que tive minha filha eu passei a admirar ainda mais as mulheres que criam os filhos sozinhas, especialmente essas que não escolheram criar sozinhas, mas sim estõ encarando o desafio por conta do destino. Acho qu epor amor elas tiram força de onde não existe, criam do nada!
    É maravilhoso ter um companheiro com quem dividir a responsabilidade, as decisões, as alegrias, os momentos difíceis. Para os filhos tb ter uma família estruturada é sempre melhor, né? Por isso sou super a favor de que a decisão de ter um filho seja tomada de forma absolutamente consciente (na medida do possível, claro, pois como vc disse, só tendo pra saber como é!).
    A responsabilidade é muito, muito grande, não consigo me imaginar sozinha nessa. Mesmo!

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  3. Quando leio estas histórias percebo pequenas falácias... não ter filhos e/ou marido é ser sozinha? Será mesmo? Não tenho nenhum dos dois e não me sinto só - e a vida também é mais que trabalho, embora eu pratique muito deste esporte.
    Vitória? O que diabos é isso? Tem dias que me sinto um pano de chão, apesar do sol, do sucesso.
    Eu não encaro produção independente. Nem penso em adotar uma criança sozinha. E respeito imensamente todas as mulheres que fazem ambas as coisas.

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  4. Oi, pessoal do Desabafo !!!
    Essa é a primeira vez que dou meus pulinhos por aqui.
    Casei-me aos 18 anos (recém-feitos) louquinha para ter meus bebês. Tive a Flor. Se a natureza me permitisse (e as finanças) teria uns 6 filhos, só para começar. Com as finanças em média pude ter meu nandinho e fechei o caixa(lacrei o cofre). Mas há quem deseje muito ter um filho e ainda não encontrou seu "partner", aí eu acho que, se fosse comigo, não teria esperado nem um segundo! vou sozinha mesmo, na garra e na coragem para viver essa aventura maravilhosa que é ser mãe!
    Quanto à solidão, depende de cada ser humano e de cada dia de nossas vidas: às vezes tenho a casa cheia, marido e filhos em torno e me sinto só. Vitórias e sucessos também dependem dos olhos de quem me vê: me vêem uma mulher inteligente, conectada, com diversos cursos e chances de ser bem sucedida e me dizem que isso é ser vitoriosa. Paradoxalmente, ao mesmo tempo, vejo que a única vitória realmente sólida em minha vida são meus filhos e o amor que nutrimos. Acho que ser mulher é assumir sua natureza - executiva proficiente, mãe ardorosa, a tia carinhosa ou a professora atenciosa... seja lá qual nossa função for, certamente será feita com muito amor.
    abraços
    Semíramis (Se)
    http://www.educandooamanha.blogspot.com

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  5. Eu pensava assim como você em ter uma produção independente. Mas os meus pensamentos eram mais apressados eu sempre dizia que teria um filho antes dos 24 anos. Quando um dia me vi grávida sem planejar, mas mesmo sem planejar eu desejava muito ter um filho. Quando eu soube da minha gravidez eu não quis continuar com o pai da minha filha, porque ele não era e até hoje não é maduro o suficiente para ser Pai de verdade. Então para alguns eu estava vivendo uma produção independente.
    Hoje eu penso tão diferente, vivo a maternidade sozinha, crio minha filha sozinha.... sou mãe solteira, não reclamo pois foi opção minha e a melhor coisa que fiz na minha vida mas pra mim produção independente seria se o pai não existisse mesmo, nem a figura dele. Mas o pai existe e a criança de vez em quando ou sempre (dependendo da criança) vai perguntar pelo pai, porque existe a figura paterna na sociedade. Se ela pergunta pelo pai essa figura paterna existe e a dependência emocional e racional começa a existir na vida da criança. Ter um filho e educar um filho sozinha não é fácil, mas também não é impossível. Prefiro acreditar na historia bem sucedida de quem cria e educa um filho sozinha do que num ato heróico de produção independente.
    Porque até ir a um laboratorio e comprando um semen é um ato de dependencia e não de independencia.

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  6. Está errado a mulher querer filho para não se sentir sozinha, tapar um buraco ou completar a vida. Essas mulheres no futuro sofrerão da "Sindrome do ninho vazio" - Sei que é cedo pra falar sobre isso, pois parece que todas têm filhos pequenos. Presenciei essa sindrome e é terrível. Do jeito que sou, nunca faria uma produção independente. Mesmo no caso de separação ou morte, o pai é "figura" presente. Em caso de ausência total de um pai, eu prefiro a adoção. Evitam muitas explicações futuras. Beijus

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  7. Olá pessaol do Desabafo!
    Criar um filho(ou vários) é sempre um desafio muito gostoso! Eu tive minha primeira filha com 20 anos, hoje está completando 6 aninhos, o segundo 1 ano e 9 meses depois; e há 8 meses a terceira. Todos com o mesmo pai! (Às vezes ainda perguntam!)
    E é sempre um desafio! Como já foi dito, não ter marido e filhos não significa solidão...assim como ter um marido que apóia e ajuda na criação dos filhos não impede de que às vezes me sinta sozinha...sobrecarregada...
    Porque mesmo que pai e mãe trabalhem fora, com uma mesma carga horária, a mãe é basicamente "mais responsável" pelos filhos...se é que se pode dizer assim: É a que "se responsabiliza mais"...E então chego à comclusão de que uma "produção independente" é um desafio como ser mãe por si só já apresenta!! E por escolha própria ou não é sempre encarado com heroísmo por todas as mães!
    Beijo no coração de todas elas... A todas nós!!

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  8. Eu nunca pensei em producao independente. Talvez por ter tido experiência em trabalhar antes com criancas.
    Mas o seu texto é ótimo e reflete bem os dois lados.

    Vim agradecer a sua participacao na blogagem coletiva contra o analfabetismo.
    Me ajuda a divulgar esse assunto tao difícil e tao necessário para o nosso Brasil. Pega lá na Saia Justa o selinho.
    Boa semana.

    Obrigada

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  9. Achei ótimo seu texto, o que me permitiu me colocar,obrigada!:)
    Sou solteira e estou com meu rebento de 17 dias mamando aqui nos meus peitos..rs
    Aos 36 anos, depois de pensar muuuuito sobre ter uma "produção independente",adoção, "parceiro ideal para ser o pai de meus filhos", trabalho, estudos, dinheiro,bla..bla.. me vi surpresa, cheia de medos ao descobrir que estava grávida.
    Foram 9 meses de alegrias, medos, ansiedade,dúvidas,transformações,carência afetiva, solidão, lágrimas e muita, mas muita força e coragem interior para enfrentar tudo isso. O apoio dos amigos, da família foram importantissimos para mim. Mas me sentia sem o principal apoio: o do pai. Me perguntava: como pode um homem abandonar uma mulher num momento tão importante, tão essencial, tão sensível na vida de uma mulher??
    Encontrei várias respostas: nem todos os homens são fortes, corajosos,valentes como gostaríamos e idealizamos como pai de nossos filhos. Encontramos gente com medo de reagir a novos desafios, receio de mudanças, incapazes. Um desses pode ser o pai de nossos filhos..mas e aí?
    Aí é que nós, seres capazes de gerar vidas, decidimos ser mãe e nessa decisão, enfrentar os fortes, os fracos, rir, chorar,lutar e vencer até as dores mais fortes na hora do parto.
    Toda essa vivência já me deu uma certeza: serei uma mãe com quem minha filha poderá contar em todos os momentos: bons e ruins. Pq estamos juntas desde daquele exame de sangue confirmando que eu não seria mais a mesma. Seria ainda Mãe. Ai, que presente lindo, eu tenho aqui nos meus braços.
    Tudo valeu a pena. O pai?? ah..bom, vai assumir as responsabilidades legais, claro. Ter filho, envolve custos tbm no mundo capitalista em que vivemos e justiça seja feita!
    Dei a ele uma filha linda e uma decisão, que só cabe a ele: ser um Pai de verdade!

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  10. eu sou totalmente conta o produção independente, porque não só envolve uma única pessoa tem o filho é como mãe temos que pensar muito nisso , até o momento que a criança é pequena dá para vc levar, mas quando a criança começa frequenta a escola ele vai sentir a falta da presença do pai , eu acredito que para criança é melhor cria-los com junto com a família com uma estrutura solida o pai é a mãe
    --

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  11. "encarar a maternidade sozinha não é apenas uma escolha, às vezes é obrigação, porque você pode se divorciar, perder o marido... Ao escutar suas palavras, confesso que estremeci! Ela tem razão..."

    Pronto. É isso aí. Eu não escolheria, mas foi o que o acaso ou o destino me trouxe.

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  12. Acho tudo muito bonito o que está Sra. que usa o nome da minha esposa
    Shahah Nara, mas será que não era mais fácil usar um preservativo?
    As vezes penso que as pessoas se faz de vitima pra viver, veja a sra. reclama
    que o pai abandonou a , e não lha da apoio, mas ele foi consultado se queria
    Ser pai? Talvez ele tenha uma família, me parece que é muito fácil dar filhos
    bonito para um cara que nem está a fim de ter um. E ficar ai cobrando
    pensão de certa forma é um meio de vida...E o infeliz vai ter que arcar com
    esta despesa contra a vontade pro resto da vida..
    Sem contar que quando esta criança for pra escola e os amigos perguntarem
    quem é seu pai, ai ela vai dizer que é filha da mulher maravilha? Quando
    o pai morre, tem lá um atestado pra mostrar, ou vai dizer pra filha, olha eu
    sai com seu pai depois dele insistir muito, e ai você foi concebida contra a
    vontade dele, mas eu sou forte e te coloquei no mundo...tudo isto é pura
    demagogia barata...

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  13. Bem a vida muitas vezes, nos impõem algumas coisas que não dependem de nós mesmas, ou mesmos...sejamos nos papéis de mulheres e ou de homens,a luz dos fatos... muitas coisas mudarão, os padrões de relacionamentos..., são incontestaveis e definitivamente diferentes dos das nossas mães e avós, mas cabe a cada um saber exatamente o que quer, em primeiro lugar o que quer de si próprio, e então talvez esperar alguma coisa de outrem...digo companheiro,amigo BNB, namorado, amante,marido,principe encantado...
    O que realmente importa é sermos felizes...não importa como, mesmo que isto pareça egoista, mas estamos mesmo que de forma egoista, gerando vida, e esta é uma oportunidade impar, que como em toda as suas variantes faz com que tomemos atitudes e tenhamos de responder por elas, nunca saberemos de fato se o casamento vira qdo planejamos, se vira?Pode ser que ele tbem venha e nos pegue na contramão da via da vida com um divorcio, uma viuvez, ou até mesmo um acidente, que te torne presa a uma cama ou cadeira de rodas, enfim são tantas as possilidades de termos sucessos e insucessos que não adianta muito só ficarmos focando a felicidade, no casamento, na carreira, nos filhos, temos que sermos felizes e completos por nos mesmos, e não para agradar outros ou até mesmo para vivermos debaixo das regras impostas pela nossa fragil e degradada sociedade...que cobra da mulher a eterna dialética do meio termo onde relmente estou ? entre a moral ou a imoral, que julguem ...quem quer julgar...o que importa é ser feliz do seu jeito e nunca abrindo mão dos seus ideais de vida, pois dependemos da vida para simplesmente continuarmos vivos.

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  14. Sou favorável à produção independente. O que acontece com a maioria dos casamentos é que a mulher casa para ter filhos, não casa para ter marido. Os filhos também preferem ficar perto da mãe em vez de ficarem com pai. A presença do pai no lar é só para pagar despesas. Não conseguindo um relacionamento bom com a própria família, o marido então tenta outro relacionamento com outra amante. É mais uma despeza que ele arruma, a troco de nada. Uma solução para o caso poderia ser duas mulheres se juntarem. Os filhos poderiam ter duas mães, embora não tenha pai.

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  15. Oi

    Li os comentários e resolvi contribuir com a opiniao de outro lado: filha de producao independente.

    O depoimento da senhora Shanah Sara é muito bonito. O comentário anonimo que simplesmente assumiu que essa senhora impos um filho a um homem que nao queria ser pai é muito hipócrita. Entao a responsabilidade de uso de preservativos é somente da mulher?

    E se o dito tem familia, mais um motivo de pensar duas vezes e saber que ato sexual pode implicar sim em filhos. Deveria ter se perguntado entao se teria "coragem" em assumir qualquer consequencia: biologica,moral e social.

    Nao importa se o filho é nascido dentro de um relacionamento convencional ou nao. O pai tem sim DEVERES, sendo esses financeiros,sociais mas principalmente afetivos.

    Minha mae NUNCA precisou de "mesadinhas" de meu pai. Ela quiz ter um filho e arcou sempre com todas as consequencias. Eu sempre soube quem era/é meu pai. Ele tem outra familia. Tenho contato com ele,mas gostaria de ter mais. Fez muita falta na infancia. E isso somente se percebe quando o tempo passa.

    As pessoas sao diferentes, a minha mae sim é MULHER MARAVILHA e me orgulho muito dela. Muita personalidade,capacidade,independencia e muitos outros atributos que caracterizam mulheres de vanguarda (tenho mais de 30 anos).
    Eu, particularmente nao seguirei esse exemplo. Respeito a decisao dela,porém considerando meu desenvolvimento fez muita falta a presenca ATIVA paterna.

    Forca e coragem mulheres, nossa sociedade é ainda muito machista. O homem é muito protegido de assumir seu papel, ficando numa posicao infantilóide. Mulheres mae de meninos, por favor, ajudem a mudar esse quadro.

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  16. Avaliar de cabeça fria as opções de ter ou não uma produção independente é diferente de ter o imenso desejo de ter um filho e ver as chances diminuindo à medida que a idade avança e um relacionamento estável não acontece. Para quem tem o sonho de ter filhos, é como ter uma espada sobre a cabeça. Por isso a produção independente acaba sendo a única alternativa para viver a experîência da maternidade desde a concepção. E as consequencias disso para a criança no futuro vira algo que assumimos como um risco que vale a pena em nome da maternidade.

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  17. Tenho 21 anos e tenho um bebe de 4 meses.. No começo foi dificil pq eu nunca tive um relacionemento com o pai, mas ele aceitou numa boa e eu mesmo que cogitei o aborto.. Confesso que mesmo não gostando dele quando estive grávida meus sentimentos ficaram confusos e não minto que um dia sonhei em criar meu filho e construir uma familia com ele. Só que ilusaão minha a realidade era bem diferente. Sofri muito com uma ex namorada que mandava e-mails ofensivos, mas essa historia foi resolvida disse a ele e ele resolveu.. Na minha frente ele sempre me respeitou até que um dia a ex me viu com ele e resolveu mandar o e-mail de respoosta que ele mandou a ela naquela época, parecia que tinha enfiado uma faca no meu coração. O que me deu forças foi meu filho e não tinha nda o que eu pudesse fazer aliás ja tinha se passado algum tempo no dia seguinte estava grávida de 7 meses senti uma pontada muita forte na barriga e desmaiei de dor, tudo aquilo só podia ser nervoso e foi na hora que eu me senti mãe a hora que eu tinha que amadurecer de alguma forma e criar aquela criança com todo amor do mundo.. Hoje meu bebe nasceu ele é lindo e agradou tanto a minha familia quanto a dele.. Mas considero ele uma produção independente apesar de ele ter se mostrado um bom pai é como se o filho fosse só meu.. E é dificil ser mãe solteira, sempre sonhei em ter meus filhos num cenário completamente diferente, do mesmo jeito que eu fui criada, acho importantissimo a presença de um pai ali no dia-a-dia pq é barra criar uma criança sozinha, por mais tendo o pai do meu filho bajulando ele eu me sinto sozinha, é fato que ele só vai estar ali na hora da alegria, pq na hora que o bicho pegar o filho é só da mãe.. Ainda estabeleci uma boa relação com o pai, não cobro nd dele até pq nao posso cobrar nada pq nao estou com ele, as vezes eu até mordo os cotovelos de ciumes mas não ofendo ele e nem coloco o meu filho como uma forma de arma.. Hj estou muito feliz em ter meu bebe, é como se ele ja estivesse na minha vida a muito tempo é como se eu ja conhecesse ele a muito tempo, ainda mais que é um menino lindo e é a minha cara rs.. Filhos são as coisas mais divina do mundo e isso só quem é mãe sabe o sentido que digo! Com o tempo fui me tornando otimista embora ainda sinta um rancor mas tenho certeza que o tempo sera capaz de mudar isso e que vou um dia encontrar minha felicidade, seja amorosamente, financeiramente e profissionalmente, embora eu queira encontrar um amor, isso hoje não é prioridade.. Mas no meu caso considero o meu filho como uma produção independente

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  18. Olá. Tenho 30 anos, já tive dois relacionamentos e há mais ou menos cinco anos, por alguma razão sempre acabo por adiar a maternidade. Hoje estou sozinha. Alcancei uma certa estabilidade na vida e por isso, uma produção independente não me assusta muito. Visto que mesmo que se tenha um relacionamento estável, penso que a mulher ao optar por ser mãe, deve sempre ter noção de que o filho vai ser sempre dela - filho é da mãe sempre - enquanto responsabilidade, compromisso. Por mais que se encontre uma pessoa legal para compartilhar e dividir responsabilidades, tenho sempre esse pensamento, que o dia que eu tiver um filho, terei de estar preparada para uma produção independente.

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  19. Acho que encararia. Filhos dão trabalho, mas é gosotoso ver aquela carinha todos os dias. tenho 21 anos e estou sozinha, mas nunca tive filhos de nenhum namoro.

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  20. Oiee,

    Bom, tenho 18 anos e é a primeira vez que entro no site de vcs. Acabei de conhecer. Adorei.
    Eu não acredito no casamento. E não acredito, não por causa de histórico de família como mta gente pode pensar, mas não acredito mesmo. Todos da minha família são casados. Meus pais são casados e acho eles o casal mais lindo do mundo. Se amam demais. Mesmo depois de 19 anos de casados, percebo que ainda têem aquele amor de qdo eram mais jovens.
    Talvez seja a modernidade, mas desde que me entendo por gente, sempre pensei em ter filhos sozinha e sem um marido do lado. Meu pensamento é: e se a gente se separa e ele quer ficar com a criança?
    Eu, apesar da pouca idade sou louca pra ser mãe. Adoro crianças. Brincar com elas é uma festa para mim. Nada melhor. Mas sei que ainda não é a hora. Quero me formar antes. Segundo minha programação, terei 4 filhos. rsrs 1º aos 25, 2º aos 27, 3º aos 29 e 4º aos 31 ou se vier gêmeos, trigêmeos, quadrigêmeos, melhor. Mas serão todos de produção independente.
    Sempre imagino o que é carregar uma criança dentro da barriga por 9 meses. Acho fantástico a maternidade.
    Então, acho que o mais importante é o amor. A presença paterna pode mto bem ser suprida com amor. Como vc mesmo disse: há pais que morrem. E aí? As mães ficam com a responsabilidade de criar os filhos. É a mesma coisa.
    Espero realizar meu sonho. Estou preparando meu futuro para isso.

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  21. Estamos encarando! Creio que nosso produção independente seja "diferente" rs
    Mas fala serio! Se assumir um Longa-Metragem se virando com poucos recursos não é assumir um "filho" então não sei o que é...rs

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  22. em 2011 acho isso super normal. tenho amigas que não deram certo e criam suas filhos sozinhas, minha tia criou seus filhos sozinha. eu tive pai mais só vivi com ele ate os 12 anos, acho que a figura paterna pode ser representado por qualquer homem da familia.eu vejo a figura paterna mais nos meus tios que meu prorpio pai. infelizmente são 7 homens para 1 mulher, portanto enquanto 1 casa 6 ficam solteiras. porque que umas tem o direito de ter uma familia e serem feliz e outras não. sou a favor e encararia sim uma produção independente!!!

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  23. Olá
    Tenho 48 anos, solteira e me encontro num momento mto delicado da minha vida... o desejo de ser mãe sempre foi mto forte pra mim, venho de famílias tanto materna qro paterna´bastante numerosa, estamos acostumados a ter a casa cheia, família grande... e de uns tempos para cá vi minhas chances de ter filhos diminuindo cada vez mais, e isso tem me caudado mtooo anciedade... Tenho feito vários exames, parece loucura mas meu ginecologista disse que estou ainda ovulando e que tenho todas as "chances" de poder gerar um filho. Deus sabe o que isso tem feito na minha cabeça e meu médico me indicou uma clinica de fertilização. Agora nesse exato momento já estou com os exames prontos para levar e amanhã vou marcar a segunda consulta. Segundo os especialista que realizaram meus exames (ultrasonografia, diversos exames de sangue (inclusive um chamado Antumulleriano), contagem de folículos, esterioscopia etc. e porém a única é que parece que minhas trompas estão fechadas (o que justificaria não ter conseguido engravidar) e no mais está tudo certo comigo, tudo leva a crer que vou conseguir engravidar por meio de inseminação. Quero ter meu filho por meio de doação de semém e estou mtooo tensa, gostaria de saber o que pensam disso.
    SONIA

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    1. Oi Sonia!!!
      deus te ajude muito nesta decisao! Confie! Tenho uma amiga que fez uma producao independente e esta muito feliz. O bebe e muito desejado e amado. O qu euma pessoa precisa e disso, se sentir amado, querido e ser apoiado. Com certeza esta crianca e e o seu bebe tambem! boa sorte ficqa com deus

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  24. concordo com vc sonia minha familia tbm é bem recheada não consiguo me imaginar sozinha. eu tenho 23 anos,sou de cancer, ainda nao tenho a instabilidade desejada mas quero fazer uma inseminação no ano que vem. depois de varias tentativas de relacionamento frustadas decidr encarar isso sozinha pois tenho muito amor pra dar e sei que amor de mãe e filho é pra sempre.

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  25. Sou solteira, tenho 24 anos, e tenho um filho de 2 anos.Minha gravidez nao foi planejada mas quando aconteceu estava em uma relaçao de quatro anos de duraçao, mas que se encontrava no fim.O pai mudou de cidade quando eu ainda estava gravida e ficou longe do filho por 1 ano e meio. Hoje tenho muitos problemas com o pai da criança que depois de tanto tempo quer me ensinar como devo cuidar do meu filho além de ter que conviver com o fato de que vou ter aguentar nao so ele, mas tb toda sua familia, que além de nao ajudarem so atrapalham, dando palpites e fazendo comentarios inapropriados. Bom, por todo esse fator, hoje sabendo de toda luta que ser mae envolve, principalmente quando se é solteira, sou super a favor de produçao independente, nao agora claro, mas nao pretendo ter outro filho atraves de relacionamentos, sonho em ser mae novamente, mas pensar que pode ser com o cara errado novamente pra mim seria um pesadelo!!

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  26. olá,

    eu tenho 23 e o amor nunca me tratou bem, sempre quis ser mae, não agora mas um dia mais tarde, talvez antes dos 30.. depois da minha ultima desilusão onde o meu namorado me batia eu decidi qe vou ser mae atravez da produção independente. sei que vai ser dificil, mas felizmente tenho a minha familia a me apoiar.. vou tentar organizar a minha vida a nivel profissional e financeiro para poder realizar o meu sonho.
    só espero ser bem sucedida :)

    susana

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  27. Hoje entrei no google para procurar depoimentos de mães que optaram por ter uma produção independente, e, pela primeira vez, entrei neste site, gostei de todos os depoimentos e resolvi dar o meu também.
    Meu nome é Juliane e tenho 28 anos, de certa forma me acho enquadrada dos dois lados: como filha de uma "produção independente" e futura mãe de uma "produção independente". Minha mãe planejou a minha chegada desde de seus 30 anos, quando nasci ela tinha 33, meu pai vivia com ela maritalmente há cinco anos, ambos me desejavam intensamente. Quando eu tinha três anos eles se separaram (meu pai batia na minha mãe)mas logicamente não me recordo disso e tão pouco senti essa separação, pois nunca houve impedimento para que ele me visitasse. De certa forma isso foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, pois meu pai foi responsável por grandes problemas na minha vida. Desde os oito anos recebia telefonema, até de madrugada para resolver problemas dele: como alcoolismo espancamento da esposa vigente etc. A minha adolescência foi um inferno, descobri que tinha dois irmãos (uma seis anos e outro de 10) foi quando as mães deles me importunavam para que eu resolvesse problemas do meu pai com eles. Resumindo eu sempre fui a responsável(mãe) pelo meu pai. Hoje mantemos um relacionamento civilizado e a minha PÃE nessa história sempre foi minha irmã, amiga, companheira, pai, mãe, enfim como ela diz "tem o amor de todo mundo para me dar" (e até mais).
    Há 13 anos desejo ter um(a) filho(a), realizar o sonho de ser MÃE. Há dois anos iniciei o enxoval e decidi fazer uma inseminação artificial utilizando o semên de um doador, pq quero ser mãe mas não esposa e me acho em tal direito. ora! se todas as mães solteiras dizem que foi difícil, porem maravilhoso, a maternidade e que, independente se soubessem ou n que o relacionamento n daria certo, mesmo assim teriam seus filhos, pq n fazer algo programado? Com certeza será muito melhor. Quanto a presença do pai na vida da criança é fácil exemplificar é só comparar a vida de uma criança onde o pai não é presente com a de uma em que a mãe é que n é presente. Acho que isso nem precisa comentar. Quanto a escola ou até mesmo a sociedade seria completa hipocrisia dizer que o meu filho seria o ultimo a não ter pai presente (hj em dia é o que mais acontece).
    É preferível ter um LAR harmonioso sem pai do que viver em conflito familiar para manter as aparências ( e hj principalmente com a independência da mulher e a correria do dia a dia os conflitos se tornam mais presentes).
    Na década de 20 a minha bisavó já era a chefe do lar, lavadeira e viúva criou suas seis filhas sem marido. Com a minha avó n foi diferente, mãe solteira aos 20 anos teve três filhas e seu digníssimo marido a abandonou e sumiu no mundo sem nunca mais dar noticias, minha mãe e suas irmãs foram criadas sem pai, e têm muito mais felicidade do que as supostas famílias tradicionais. Somos todas mulheres guerreiras.
    Comecei a fazer os exames para a inseminação, terei que perder muito peso, daqui ha dois dias farei a minha redução de estomago, pelo meu filho e no ano que vem SEREI MÃE SOLTEIRA.
    Não vejo a hora e SOU A FAVOR SIM DA PRODUÇÃO INDEPENDENTE. Talvez essa seja a solução para um mundo melhor.
    Felicidade para todos e força para que criem seus filhos com amor, dignidade e respeito para que sejam muito felizes.

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  28. Oi, gostei do site! Tenho 29 anos e encararia sim uma produção independente... Estou farta dessa sociedade machista, que tem o homem como provedor, o homem que manda, que tem a última palavra.. Desde pequena aprendi a ser independente, lutar pelos meus objetivos e a nunca desistir.. Nunca precisei de homem nenhum pra nada, minha mãe praticamente me criou sozinha, porque meu pai estava muito ocupado gastando seu tempo e dinheiro com amantes. E quando chegava em casa ainda queria exigir cama, comida e roupa lavada, por essas e outras minha mãe o pôs fora de casa quando eu tinha 3 anos de idade. Os homens com quem me relacionei, a maioria tinha o perfil do meu pai, o único que parecia ser diferente ficou comigo 3 anos,não tinha o perfil mulherengo, mas em compensação era violento e manipulador. Hoje estou em um novo relacionamento com um homem que detesta crianças e que não quer ser pai. Enfim.. Depois de tudo que vi e passei, seria insanidade de minha parte ter o objetivo de ter uma família convencional, com pai e mãe presentes, porque sinceramente isso é muito raro nos dias de hoje. Faria e farei a minha produção independente quando fizer 30 anos, no fim do ano, porque graças a DEUS tenho um emprego e uma vida relativamente estável. Então sim, sou a favor da produção independente!! E apoio essa bandeira!!

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  29. Tenho 35 e tambem estou pensando numa produção independente. Estou namorando mas não acho a pessoa q esta do meu lado a pessoa certa para esse sonho! Ele quer um casamento convencional, porém quer jogar toda responsabilidade de família nas minhas costas e ficar livre por aí, diz ele trabalhando. O machismo é cruel logo vou deixá-lo de lado seguir em frente e ter meu filho... Ele não tem perfil para ser pai e muitos não tem, nós q inventamos. Poucos tem esse perfil! Talvez futuramente se eu tiver filho com ele será só problemas... melhor sozinha.

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  30. estou me preparando pra ser mae solteira vou fazer iseminaçao um amigo vai doar o semen sei q vou ser muito feliz e complicado pra uma mulher q foi educada pra formar familia ser sozinha mais vejo tudo de uma forma linda e maravilhosa so quero ser feliz e sei q meus filhos serao tambem

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  31. bom, eu não faria... mas quem tiver disposto e tiver um mínimo de consciência do que está fazendo... talvez seja bom.

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  32. ola
    eu tenho um casamento de 1ano e 3meses que infelizmente ja esta acabando neste tempo sempre quis ser mae ,e digo a ele mesmo que resolvemos tudo e nos separemos vou encarar sim um produção independente .não vejo problema algum nos tempos de ho que e ser mae .

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  33. A maternidade é o melhor presente que uma mulher pode receber, só de imaginar o cheirinho do meu bebezinho todo rosadinho, com sorrisinho meigo no rosto, já esqueço de qualquer dificuldade que a produção independente possa causar. Acabo de completar 28 anos, estou em um relacionamento não muito sério, ainda tenho o sonho de formar uma família tradicional, mas não descarto a possibilidade de ter meus filhos sozinha, e apoio totalmente quem tem a coragem de não desistir do sonho de ser mãe por falta do apoio de alguem...

    Carolina G. B.

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  34. Olá,


    Estudo Rádio Tv e internet e estou produzindo um programa ao vivo como parte de conclusão de meu 6 semestre.
    Será um programa sobre Mulheres do gênero Revista e em especial neste programa falaremos em um de nossos blocos sobre mulheres que são pais, e entre elas, mulheres que fizeram produção independente.
    Gostaria de saber se possível voces poderiam nos ajudar?
    Meu e-mail é: thami_scs14@hotmail.com

    Obrigada,
    Thamires

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  35. Posso doar o meu sêmem para produção independente.
    E-mail: leo.kb@r7.com

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  36. DOAÇÃO GRATUITA DE SEMEN"

    BOA TARDE, VOU ABRIR ESTE FORUM PARA PESSOAS QUE DESEJAM AJUDAR PESSOAS A REALIZAR O MAIOR SONHO DA VIDA. SOU DOADOR DE SEMEN. NÃO COBRO NADA. TENHO NACIONALIDADE GREGA. SOU DE OSASCO, COLADO COM SÃO PAULO CAPITAL. ESTOU DISPONIVEL PARA VIAGENS. TENHO 25 ANOS. INDEPENDENTE DO METODO UTILIZADO PELA FUTURA MÃE. SOU ADVOGADO, JA FIZ DOAÇÕES PARA ALGUMAS PESSOAS E FOI BOM, DEU MUITO CERTO! DEIXO CLARO QUE É APENAS DOAÇÃO, NÃO QUERO TER QUALQUER CONTATO PÓS DOAÇÃO. DIMITRIBARBOSA@GMAIL.COM AO CONTATAR, INFORMAR QUE É SOBRE A DOAÇÃO!

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