Desde que publicaram as fotos da atriz Jennifer Love Hewitt de biquini (do filme “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado) não se fala de outra coisa na mídia americana. Ela estava curtindo a praia, quando a fotografaram em ângulos não muito favoráveis... mas falar que ela é gorda ou precisa esconder o corpo é exagero. Sim, exagero! A atriz veste 2, equivalente ao número 36 no Brasil. Para se ter uma idéia, eu peso 51 kilos e visto número 4.Brincandeira, não é?
Aqui nos Estados Unidos, inspiradas nas revistas de fofoca e programas de celebridades, a moda entre entre as mulheres é vestir número 0. Hoje mesmo, no Today Show, um jornal americano muito famoso, quatro garotas foram entrevistadas e questionada
s sobre a obsessão com a magreza. Elas até mostraram certa revolta em relação padrão de beleza estabelecido, mas todas garantiram que se tivessem a oportunidade fariam operação plástica – lipo, rinoplastia, preenchimento labial...
Confesso que até eu entro na jogada às vezes, impossível não notar uma certa gordurinha ali ou acolá... Principalmente depois que você vê nas revistas aquelas beldades, vestindo roupas maravilhosas e deixando aparecer a barriguinha 0 de gordura e 100 de rigidez... É não dá pra competir e nem devemos.
Então, como remar contra a maré? O papo é velho no Desabafo... É incentivar nossos filhos a valorizarem não apenas a aparência física, fazê-los sentir confortáveis na própria pele! Mas isso só basta? A resposta é não... se bastasse não haveria tantas meninas insatisfeitas com o próprio corpo, casos e mais casos de anorexia e bulimia e, o lógico, adolescentes cada vez mais jovens fazendo plástica... Deixo aqui a minha pergunta, o que mais nós mães podemos fazer?
Confesso que até eu entro na jogada às vezes, impossível não notar uma certa gordurinha ali ou acolá... Principalmente depois que você vê nas revistas aquelas beldades, vestindo roupas maravilhosas e deixando aparecer a barriguinha 0 de gordura e 100 de rigidez... É não dá pra competir e nem devemos.
Então, como remar contra a maré? O papo é velho no Desabafo... É incentivar nossos filhos a valorizarem não apenas a aparência física, fazê-los sentir confortáveis na própria pele! Mas isso só basta? A resposta é não... se bastasse não haveria tantas meninas insatisfeitas com o próprio corpo, casos e mais casos de anorexia e bulimia e, o lógico, adolescentes cada vez mais jovens fazendo plástica... Deixo aqui a minha pergunta, o que mais nós mães podemos fazer?










3 comentários:
Eu tb me preocupo muito com isso, especialmente porque tenho uma menininha, que um dia será uma adolescente. Pra vc ter uma ideia, um tempo atrás a filha de um amigo meu (que não é gorda), com 9 anos, estava de dieta porque as amiguinhas da escola falaram qu eela era gordinha. Surreal!
Acho que, para tentar miinimizar a influência dessa cultura da magreza e perfeição estética a qualquer preço e da valorização da aparencia acima de tudo, podemos fazer a nossa parte de 2 formas:
1 - nos amando de verdade e mostrando isso aos nossos filhos - não adianta fingir, porque criança tem um faro danado para o que é fingimento
2 - nutrindo nossos filhos desde sempre, dando amor e afeto sem limites, mas também limite, porque criança precisa disso também. Para que eles cresçam seguros e preparados para enfrentar a vida quando crescerem, como todos os problemas e dificuldades que sabemos que surgirão para eles, entre elas essa questão.
Beijos
Concordo plenamente com voc� N�o adianta falar em auto-estima e amor pr�prio para os filhos se eles nos v�em a todo momento falando em dieta ou reclamando do corpo ou da apar�ncia f�sica. O exemplo deve vir de n�s, pais...! Fa�amos entao nossa parte! Obrigada pelo coment�rio! Beijos Sueli
Su
fiquei triste quando vi o alarde em torno dela... lembro de como ela soava bem cantando e atuando no melancólico seriado Party of Five. E, como nós, ela não é mais adolescente e não devia ser obrigada a ser para sempre aquela menina tamanho zero. Mas principalmente, sabe, ela deveria ter privacidade.
Além de oferecermos para nossos filhos um padrão de auto-estima elevado e realista e uma medida de valores que vá além da beleza física, devemos também ensinar que não devem perder tempo com "este tipo" de notícia. Há tanto com que se preocupar e sobre o que debater no mundo!
Um abraço e parabéns por levantar este tema!
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