Você já parou para pensar o quanto é capaz de se autodestruir?Não?
Então, relembre seus sonhos.
Agora, tente descobrir o quanto aqueles realizados pesam sobre você.
Qual é a culpa que se tem por ser feliz, ou por ter algo de bom?
Torna-se piegas falar sobre nossa capacidade de autodestruir-se porque é tão íntimo, tão comum que a gente nem percebe. Mas sempre há um amigo, ou alguém desconhecido, que te fala a coisa certa na hora certa. Ufa!
Não tenho dúvida de que toda mulher quando se torna mãe passa pela loucura de que AGORA é preciso ter coragem para ser feliz. E, nesse turbilhão de sentimentos, nos tornamos fortes o suficiente para ousar.
Largar do emprego infernal que nunca te promove, ou do salário monstruoso que te dá um status fantástico, mas você nunca tem tempo para gastar aquela grana como queria. Enfim, a maternidade é um bom momento para se arriscar...
Mas, passados o momento sublime dela, você volta a ser mulher, talvez um ser um pouco diferente do que era, mas torna-se mais fraco, menos humano, mais vulnerável à sociedade. Enfim, deixa de ser a tal leoa, dona de si e capaz de tudo - mesmo quando não sabe o que se quer atingir... E é aí que a sua capacidade de se autodestruir ganha força. Pelo menos, comigo foi assim.
O Desabafo de Mãe tornou-se um projeto de vida do acaso. Mas isso não é novidade...porque projetos de vida referem-se a sonhos, os quais soam como idéia maluca que só mesmo o acaso para lhe incentivar a levá-la adiante. Mas depois que o acaso deixa de existir, chega o momento do encontro seu com aquilo que você construiu. Sim, você constroi tudo, mesmo quando acontece meio por acaso. Mas, aceitar isso parece não ser humano.
Afinal, quando o coletivo age fica complicado identificar o seu mérito. Há determinados humanos que se auto-elogiam mesmo quando não são responsáveis por aquilo. Mas há outros, mais humildes ou talvez mais fracos, que não se sentem dignos de assumir sua própria história e reconhecer nela aquilo que se é. Então, começa a se autodestruir gradativamente...talvez para não precisar seguir em frente. Talvez. Mas não há dúvida de que o medo é determinante neste processo. E a escolha é sua: enfrentará o medo ou seguirá o outro caminho?
Mas, o que isso tem a ver com nossos filhos?
Tudo. Já parou para pensar o quanto sua capacidade de auto-destruição, ( ou autodestruição?) influencia a formação do seu filho?










1 comentários:
Esqueci de comentar que, além do pensamentoscentrados.blogspot.com o http://acrosticomania.zip.net é meu também.
Um abraço
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