Nesta semana, uma notícia me chamou a atenção: Megan Meier, de apenas 13 anos, cometeu suicídio depois que Josh, um amigo virtual do Myspace, decidiu terminar o relacionamento, acusando-a de ser cruel com os outros. Seria um aviso para os pais ficarem ainda mais atentos a cada movimento dos filhos na web, mas o caso é ainda pior!
Na realidade, esse amigo virtual nunca existiu. “Ele” foi criado pela mãe de uma amiga de Megan que morava na vizinhança. O motivo? Ela queria saber se Megan falava mal da filha para outros!!! Agora me pergunto, até onde pode chegar a crueldade de um adulto?
Os pais de Megan sabem que não era sua intenção matar a filha, mas o fato de criar uma falsa identidade e brincar com os sentimentos de uma garota de 13 anos, que já sofria de depressão e hiperatividade, pode sim ser considerado um crime, ainda não previsto no código penal americano.
Os pais de Megam monitoravam rigorosamente o dia-a-dia da filha na internet, inclusive chegaram a aconselhá-la a não dar importância para as grosserias de “Josh” que, em sua última mensagem, escreveu que o mundo seria melhor se Megan não existisse!!!!!!!!!!! Ela foi para o quarto e, algumas horas depois, o pai a encontrou enforcada no closet...
Eu tenho primos de 9, 10... 13 anos. Todos estão no Orktut, falam no MSN. Nos Estados Unidos é preciso ter 14 anos para se inscrever no Myspace, Megan tinha menos quando se cadastrou... Mas será que é só isso? Vejo a internet e as redes sociais como parte dessa nova geração, algo que não há como proibir. Resta a nós pais nos preparamos para esse novo mundo...
As mulheres não são mercadorias, as mães também não
1 hora atrás










3 comentários:
Oi, Sueli. Realmente sério o que diz. Sempre procuro orientar minha filha e os meus sobrinhos que a internet é só uma ferramenta, que pode aproximar pessoas, mas também é igualmente perigosa. É preciso ter muito cuidado e não acreditar em tudo o que está na rede. Assim como em qualquer lugar, a maldade existe e, nesse caso, pode ser ainda pior, pois a pessoa não mmostra seu eu. Ela consegue mascarar o que pensa, o que sente, quem e o que é, se assim o quiser. Cabe a nós sim o papel de entender como isso funciona e, muito mais que proibir, ensinar a navegar por esses mares. Algumas coisas eu converso com ela e a limito a fazer, outras eu deixo, e justifico os meus atos. Por enquanto ela entende, mas chegará o dia em que ela vai querer saber e aí, o entendimento dela terá de virar poder de discernimento entre o que é bom ou não.
Abraços.
Nossa Su! já seria macabro se "Josh" realamente existisse e fosse um adolescente! Mas isso ter sido fruto da imaginação doentia da mãe de uma amiga?! Mesmo sendo pais super participativos e conscientes da cida vitual da filha, aconteceu tão absurdo. Vc sabe o que aconteceu ou irá acontecer com a "mãe da amiga"? tinha no mínimo que ser internada...
Manoel, Simone. Achei esse caso sério porque envolve uma mãe, ou seja, tudo isso aconteceu porque uma mãe agrediu psicolicamente uma garota de 13 anos, brincando com seus sentimentos, acabando com sua auto-estima. Como se já não bastassem os hormônios da adolescência, aquela sensação natural de não pertencer inerente a essa fase da vida... Infelizmente, essa mãe ainda não foi condenada. Mas os pais de Megan continuam lutando para que ela seja julgado pelo o que fez. O caso aconteceu há um ano e só veio à tona esta semana porque antes estava sob investigação... tomara que ela seja punida! bjs e obrigada pelos comentários. Sueli
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