27 de Novembro de 2007

Guarda compartilhada

Nesta semana vi que a Época vai discutir no Blog da Semana a Guarda Compartilhada. Li bastante sobre o tema, filha de advogada, como contei aqui, eu sou uma pessoa interessada no Direito de Família. Além disto, sou filha de pais que se separaram, mantiveram informalmente uma guarda compartilhada dos 4 filhos e depois de alguns anos de divórcio se casaram novamente. Um com o outro! (risos) Já são 15 anos de retorno do casamento dos meus pais, de um total de 36 de união.
Uso o termo união porque casamento ou não, meus pais conseguiram nos manter unidos. Moravam em cidades diferentes e hospedavam um ao outro para ver os filhos que lhe cabiam (dois ficaram com um, dois com outro) quase todo final de semana. Férias, Natal, tudo foi sempre junto. Na mesma época, morava no prédio do meu pai uma moça com três filhas pequenas, de primeira infância. Eu achava lindo porque o pai ia todo dia pegá-las para levar à escola (que ficava a uma quadra e meia de lá) e ajudar a arrumá-las. Às vezes ele e o namorado da mãe se encontravam, mas na paz. As meninas se sentiam amadas, como eu e meus irmãos também.
No primeiro ano do portal Desabafo de Mãe, tivemos alguns "desabafe já" sobre o tema, mostrando como a experiência das famílias separadas é diversa e como as mães se preocupam com o bem estar de seus filhos acima de tudo. Há alguns meses, no lançamento do livro Pais Separados, Filhos Preparados, da "Supernanny brasileira" Cris Poli, eu recebi o livro de presente. Cris é evangélica e nos seus livros ela pode mostrar mais abertamente sua opinião do que na TV, claro. E lá confirmei esta experiência que tive com meus pais: acima de tudo, o amor. E a possibilidade de guarda compartilhada me dá a noção deste amor acima das desavenças.
Gostaria muito de saber de outros casos assim!
A matéria da revista cita alguns projetos interessantes sobre o tema e conta que em 2008 o Congresso deverá aprovar o projeto de lei que modifica o Código Civil e estabelece oficialmente a guarda compartilhada. Finalmente perceberam que o homem se tornou mais participativo na vida familiar e deseja um contato mais próximo com os filhos, mesmo depois de separado. No orkut, por exemplo, há várias comunidades de pai que vive longe do filho, sabem? Esta conscientização contou com entidades como a Apase (Associação de Pais e Mães Separados), de Florianópolis, citada na matéria. No site deles é possível encontrar boas informações sobre o tema.

64 comentários:

Simone Zellner disse...

Sam, não tive experiências de separação na família, mas com relação à guarda compartilhada conheço dias amigas que optaram por isso. Sinceramente ainda não consegui saber o que é realmente melhro para a criança, pois em ambos os casos, os filhos ficam uma noite na casa dos pai e outra na casa da mãe...tudo bem que têm dois quartos, duas casas...mais brinquedos...mas também vejo uma falta de estabilidade tão grande, pois as cças não têm opção, estão sempre em constante movimento, com suas pequenas mudanças sempre arrumadas...qual sua opinião sobre um caso assim?!
beijos

Lorena mãedrasta do Vini disse...

Eu realmente fico em dúvida nesse caso...pois as poucas vezes que o Vini vai para a casa da mãe já volta diferente, mais respondão.
É que lá ela dá mais liberdade pra ele nesse sentido. Acho que fica confuso na cabeça dele como ele deve se comportar. A ma~e não faz questão de ficar com ele, mas se fisesse não sei se seria o ideal...

Samantha Shiraishi disse...

Simone e Lorena
não sei falar disto sob o ponto de vista de mãe, realmente é um assunto que só conheço como filha... eu e meu marido somos unissonos em nossas posturas, mas meus pais tinham diferenças mesmo, sei lá, pode ser que a gente ficasse terrivel e eu não tenho esta noção (risos).
No entanto, o que conta para mim é que o filho precisa sentir que sua presença é desejada e isto a guarda permite. A criança é filha de duas pessoas, com características de um, de outro (de ninguém) e precisa do contato com ambos para se construir como uma nova pessoa. Mas nem sempre este contato é necessário... o importante é conseguir mostrar e viver o amor e a harmonia.

Anônimo disse...

olha não sei se seria o ideal para uma criança. pois mesmo mantendo um contato com os pais, estão esquecendo das própias crianças que seria um transtorno total cada dia em uma casa, com costumes diferentes e etc...sem poder optar pelo o que quer. acho que na verdade é um absurdo.pois existem pais bons ,mais não podemos esquecer que tem homens que querem isso para poder ter uma forma de contrariar a ex- mulher, de alguma forma mesmo quando eles são os errados da separação.e com isso as crianças acabam virando objetos de disputas. não devemos tratá-las com esse desrespeito.acredito que na forma normal das leis antigas com datas e horas são mais certas.assim a criança pode conviver com os dois sem serem tratadas como objetos.pois nós pais é que viramos duas criança brigando por um brinquedo é horrível.e mesmo que tenham uma boa convivência sempre rola um conflito e de alguma forma a criança acaba participando.

Elivane Alves disse...

tenho a guarda legal de meu filho,mas convecionalmente ele esta com o pai...ja fizemos varios arranjos sobre a guarda...mas agora as coisas estão ficando meio fora de controle. Tentei fazer o melhor para todos,fechei os olhos para todos tipos de egoismo...mas da parte dele não esta havendo reciprocidade

Fabiano disse...

Posso mudar o foco da questão um pouquinho? Se por "default" a guarda dos filhos ficasse sempre com o pai e as mães precisassem correr atrás da guarda compartinhada para não desaparecerm da vida de seus filhos aos poucos(visitas algumas vezes por semana fazem isso, queiram aceitar ou não) será que haveria tanta gente em dúvidas existênciais como eu vejo aqui nos comentários?

Valdir Messias disse...

Eu tenho um filho que mora com a mãe. As visitas ocorrem a cada 15 dias e as vezes penso que sou apenas o pagador de pensão. Como ele passa a maior parte do tempo com a mãe e esta faz questão de me desqualificar não como pai, mas como ex-marido, perco 1 dos dois dias que tenho para ganhar o carinho do meu filho. Acredito que a guarda compartilhada vai servir para que eu posso ter acesso ao meu filho com mais frequencia e, dessa forma, estreitar os laços entre nós. Demorou, mas chegou a hora.

FLÁVIO disse...

Amigos, se vocês me permitem, só um acerto no contexto. A GUARDA COMPARTILHADA, não é a que os filhos ficam um período na casa de cada um, como citado pela maioria,(essa é a guarda ALTERNADA) e sim, o direito de o pai poder visitar, buscar e ter opinião mais ativa no que diz respeito a saúde e educação dos filhos, decisão tomadas em conjunto pro um bem maior, OS FILHOS.
Tenho 25 anos, com uma filha de 6 meses, é a paixão de minha vida, infelizmente não deu certo com a Mãe dela, é um fato. Sendo que não acho justo não poder ver a minha filha com liberdade, não poder trazer a minha filha na minha casa para os meus pais ( ao avos Tb né ) poder ver, curtir e vivenciar todo o desenvolvimento dela, a cada dia que passa, são coisas novas em que nos pais perdemos.
Como citado pelo Valdir Messias : tem horas que é exatamente isso, me sinto um mero pagador de pensão, que vai fazer uma visitinha a filha de alguém... ! sem ter a liberdade de brincar, de sair, e de levar a minha filha em outros lugares, como a mãe pode fazer diariamente...
E como o Fabiano também disse: se fosse ao contrario .... ??? se a guarda ficasse com os pais, vocês achariam justo ? é fato que não ...
Tenho lido muito sobre o assunto, e conversado com muitas pessoas sobre. Acaba depois acontecendo, que com essa distancia de não poder ver mais vezes e não ser tão participativo, que há muitos casos dos pais se afastarem mesmo, e as mães entram na justiça porque os pais abandonaram os filhos, não tem ido visitar, entre outras ...
ENTÃO, VAMOS REFLETIR MÃES, DOI SENTIR SAUDADES DE SUA FILHA E NÃO PODER FAZER NADA... DEIXEMOS AS DIFERENÇAS DE CASAIS, EX CASAIS DE LADO, E VAMOS OLHAR PELOS NOSSOS FILHOS...
AMIGOS ISSO FOI UM TOTAL DESABAFO MEU ... FORÇA A TODOS QUE COMO EU ESTÃO AI, NA LUTA ... !

Givaldo disse...

Estou pensando em abrir um processo pra tentar a guarda compartilha da minha filha. Mas como só vejo ela de 6 em 6 meses, nunca tive coragem de perguntar a ela sobre o assunto. Apesar de ter só 6 anos ela tem uma opinião muito propria sobre as coisas. Ele sempre pergunta quando vai vir me ver, mas sei que ela ama a mãe. Não sei que decisão tomar. Se alguem tiver afim de um conselho : givaldo.reis@uol.com.br

wagner disse...

Bom acredito que tem tipos de pais e mães que não deveriam ver seus filhos nunca, pois judiam, mal tratam, não dão carinho suficiente e em alguns casos acabam jogango fora,uma crueldade que não tem explicação, é so ligarmos a TV!!!!!!!!!!!!!!!!
Meu filhão mora com a mãe e o padrasto. Depois de um longo processo de divórcio, consegui o direito de visita de 15 em 15 dias, e um dia por semana pois devido a sua idade perdi o direito de dormir com ele, a mãe usa esta criança adorada, carinhoza, e muito amada pelo pai (por mim) como um poder soberano para me afetar e machucar meus sentimentos de pai, para me prejudicar mais ainda ela trocou de cidade, colocou ele em uma creche fazendo com que eu não conseguisse mais pegalo no meio da semana. Com a guarda compartilhada acredito que vai servir para que eu possa participar mais de sua educação, seu crescimento,e principalmente dar um novo rumo aos laços entre pai e filho, podendo dar mais atenção e carinho, meu filho chora muito quando chega a hora de ir embora e chora mais ainda quando eu o entrego, sua mãe sem dó, e muito imatura não consegue compreender que criançã não tem nada a ver com divergências de adultos. DEmorou mas chegou a hora, pois com esta lei vou poder ficar mais perto de meu filho.

Andrea disse...

não concordo com esta guarda compartilhada,eu e meu ex-companheiro,não conseguimos ter entendimento,na verdade não temos dialogo...ele foi o erradobreecvna separação,não possui contato com os filhos,não liga,não vem ver e deposita a pensão qdo bem entende,tem sua vidinha e vive apenas para ele,enquanto eu com ajuda da minha mãe é que cuidamos da educação dos meus filhos.Com essa nova lei sei que ele vai querer tirar proveito da situação pois para ele será mais conveniente pois não terá compromisso de pagar pensão,apenas dará o que lhe convem para as crianças e que muitas das vezes não será o que convem as crianças,ficará para mim mais uma vez arcar com as necessidades das crianças como comida, roupa, escola e por ai vai. As crianças serão um objeto de disputa ou de afronta contra mim,pois ele não tem a mínima responsábilidade, passa meses sem ligar e vim ve-los,essa guarda será só para me afrontar e mostrar que ele pode me contrariar na educação dos filhos...

Anônimo disse...

Eu não concordo com essa decisão absurda, pois mtos pais vão querer tirar proveito da situação.Principalmente para aqueles em q foi so um caso; e para não ter q dar pensão irão requerer a guarda compartilhada.
E ridulo pensar q certas mães, tem a capacidade de fazer e deixar para outros cuidarem, se nw queria por que então fez. Sejam mulheres de verdade e asumam suas responsabilidade. Pois o dever de cuidar dar amor educação e carinho, são nossos. Mães!!!!!

Keila Denise Miguel disse...
Esta postagem foi removida pelo autor.
recem separada disse...

ola, estou me separando e extremamente preocupada com essa guarda compartilhada, não concordo com um juiz dizer como sera a vida da inha filha de 3 anos, o pai é portugues e militar, perde o controle muito rapido, na frente dos pais dele, ele é um santo, amoroso, se mostra doce com a nenem, mas eles saem de casa e ele muda , fica seco, grosso.. como posso provar isso para um juiz , e como fica minha filha com um homem desses sozinha, nao quero nem pensar o que pode acontecet, em casa ja vi ele gritando com ela como se fosse um soldado. não aceito esse tipo de guarda, tenho medo pela minha filha...

Ceila Santos disse...

Olá a todos, muito obrigada pelos comentários, mas acho que essa conversa poderia ser mais explorada se cada um de vocês escrevesse mais detalhes sobre suas experiências e opinião clara sobre ser a favor ou contra a GUARDA COMPARTILHADA no nosso site Desabafo de Mãe : http://www.desabafodemae.com.br assim mais achance teria de ler os desabafos e compartilahr experiências. conto com a participaçãod e vocês e obrigada!

Anônimo disse...

Olá, tenho ouvido e lido muito sobre este tópico e, cada vez mais tenho a convicção de que isso não tende a dar certo com todos os casais.
Existem Pais e pais, Mães e mães, assim como existem casais que mesmo separados mantêm o respeito e a amizade.
Acredito que este tipo de guarda devesse ser optativa, que o casal entrasse em comum acordo sobre o assunto e não imposta pelo juíz.
No meu caso, quando me separei quando meu bb era recem nascido. Apesar das visitas e do contato com o pai, a familia que ele conhece é a minha.
Meu ex-marido participa de todas as reuniões e das festas escolares, se for para sir, eu vou junto; tem liberdade de brincar a vontade com ele, mas dentro de casa, pois é muito violento e sempre disputou espaço com nosso filho.
Fico imaginando (desesperada) o que ele faria estando sozinho com ele, e tenho medo.
Acredito que existam outras mães na mesma situação que a minha, que tenham o mesmo medo que o meu...
Sinceramente, depois do caso Izabella, tenho mais medo ainda e, acho que isso é dar margem à outros casos parecidos. Meu bb não merece isso, assim como nenhuma criança.

jeanne disse...

Tenho uma filha de 5 anos e mantenho um acordo informal de gurada compartilhada, como advogada ressalto aos pais preocupados que a nova lei não será regra mas sim um instrumento do Juiz nos casos onde ele veja possibilidade deste instituto ser o melhor para os filhos.Sua aplicação depende de boa convivência entre os pais após a separação e conveniência para os filhos.Já mantenho um acordo informal de guarda compartilhada com o pai de minha filha mas existem muitos complicadores, como a não uniformização da educação de minha filha, de modo que ainda não estou convencida se no meu caso é o melhor para minha filha.Acredito que a mãe deve permanecer com a gurda dos filhos, exceto em casos excepcionais, principalmente sendo filha mulher e menor de 12 anos, mas sempre respeitando o direito do pai e dos filhos de conviverem sempre que desejarem.Esqueçamos as desanenças pessoais e coloquemos acima de tudo a saúde mental e educação de nossos queridos.

Priscila disse...

Olá!
Tenho uma grande duvida quanto a isso tudo!
Tenho uma filha de 6 meses, fruto de um relacionamento de dois anos que nem chegou a se tornar um casamento por causa das atitudes do pai dela!
Enfim... Sei que minha filha tem o direito de ver o pai, e mesmo cometendo vários erros seguidos, ele demonstra interesse em visitar ela, eu não proíbo!
De uma maneira informal combinamos uma visita a cada 15 dias, na qual eu a levo até a sua casa, e permaneço junto com ela!
Não quero que minha filha perca o vinculo com o pai, mais tb não gosto de pensar na idéia de minha filha passar noites em sua casa. O pai dela alem de fumar, morar com os pais, nunca nem ter trocado uma fralda sequer e não fazer nem idéia de como ter os cuidados básicos com ela na minha ausência, e cometer coisas que não acho bom para a convivência de minha filha.
Resumindo, gostaria de saber, se alguém pode me informar se na lei existe algum tipo de guarda, na qual ele permaneça com minha filha, mais sem que ela precise dormir em sua casa? Ou como funciona isso das noites, vi um pai que escreveu ai mesmo que devido a idade de seu filho ele n pode mais dormir com ele!
Como isso funciona?

Grata!

Anônimo disse...

sou separada e tenho e 3 filhos, não acredito que a guarda compartilhada seja realmente a melhor maneira, acredito sim, que qdo nos separamos, os pais tem que ter consciência que existe ex, mulher e ex, marido porém não existe ex, filho, no meu caso vai ser complicado, pois meu ex. reside em Macaé, com outra mulher, e não tem nenhum contato com os filhos,até tentei explicar a ele que seria melhor não brigarmos para que pudessemos criar nossos filhos, separados porém unidos, apesar de tudo que aconteceu, mas, o mesmo foi irredutivel e ainda me mandou um e-mail informando que não consegue separar a raiva das maes dos filhos dele da relação que ele tem que ter com os filhos.
as minhas filhas n~]ao perguntam por ele, não telefona, da mesma maneira que ele faz a mesma coisa com eles, meu filho tem 12 anos e as meninas 11(gemeas)
sou o tipo de pessoa que sempre disse pai que é bom pai, ele é bom pai,no céu, na terra morando com a ma~e,separado, no inferno em qualquer lugar, nenhum homem, como nenhuma mulher precisam viver juntos para mostrar que são bons pais,não vejo tb o porque outras pessoas decidirem o que é melhor ou não para nossos filhos, quem convive com as crianças somos nós, não são os juizes, nem senadores, será que ninguém toma como exemplo o caso Isabelle.
Será que outra mulher vai se dedicar aos meus filhos, como eu me dedico, acho que cada caso é um caso e que deve ser analisado, existe mãe inrresposavel, mas existe pai, que mais parecem uns monstros.
Para os pais que reconhecem que tem filhos, e que ama, tudo bem, tenho um caso na minha familia, onde o pai, é pai e mãe e a mãe, parece madastra do filho, mas nem sempre é assim.

Sei que meus filhos irão sofrer muito, se eles tiverem que passar uma época com o pai.
sou separada ha exatamente 4 anos e meu ex. marido nunca procurou os filhos, no dia os levei na casa dos avós, meus filhos foram atendidos na venda, onde receberam R$10,00 reais cada um, e dispensados, é essa familia que merece guarda compartilhada?meu filho realizou uma cirurgia no joelho, meu ex. marido estava em Salvador, e nunca o visitou na clinica, nem foi visita-los, nem telefonou, é esse pai que merece passar tempo com os filhos?

por favor, me poupem analisem antes de colocar mais crianças para sofrerem no mundo.

Felipe disse...

As mulheres lutaram e estão conseguindo igualdade de direitos com os homens,Por que então neste aspecto se julgam su´periores encarando os filhos como um artificio de poder.
Pensem filhos são seres humanos não objetos de barganha , vingança,propriedade privada,
Mães pensem que poderão ser de ambos os sexos ,imaginem seus filhos que dizem tanto amar sofrendo afastados de seus netos, antes de expressatrem as suas opinioes, pois dessa forma tenhocerteza que serão imparciais

suzy disse...

acredito q esse tipo de guarda deveria ser uma opçao decidida entre os pais em comum acordo.Não uma imposiçao do juíz por assim acreditar que e melhor para uma criança,pois a boa convivencia,os cuidados e principalmente a responsabilidade,não são todos pais que têm.no meu caso em particular,o meu ex-marido não leva a minha filha para o médico mesmo que ela esteja na casa dele,ele traz ela doente para eu leva-la.Sábado de manhâ leva ela e deixa em outras casas de pessoas conhecidas dele,assim fico sabendo por inúmeras pessoa que viram minha filha de 3 anos na casa de fulano,que estava na rua sem ninguem para acompanha-la,em carros com pessoas que desconheço e até em moto com ele.Ela comenta a respeito de coisas que vê na casa dele.como por exemplo por quê o papai tava "esfregando" na tia claudia atual namorada.bom tento conversar mas alem de negar ele se resume:O TEMPO QUE MINHA FILHA FICA COMIGO FAÇO O QUE QUISER.
sei que ele nao e nenhum maníaco,mas e irresponsavel e enfim não aceita nenhum tipo de questionamento,já leva para o lado pessoal.estou cansada de tentar conversar para que ele tome mais cuidados quando ela esta com ele.NÃO SEI O QUE FAZER PRINCIPALMENTE AGORA COM ESSA GUARDA COMPARTILHADA,ele ja falou para mim que vai pedir pois não pode mais pagar a pensão.enfim se fosse so isto tudo bem afinal sempre tive mais gastos mesmo,mas se hoje que funciona visitas de 15 dias e 1 vez por semana,ja ele nem fica com a menina,imagina se for um outro tipo de guarda.
Mais uma vez,não estou generalizando,sei que ha pais que realmente querem participar da vida dos filhos não atrapalhar.Mas, o pai da minha filha não e um deles,infelizmente.

Anônimo disse...

Anônimo
Sou recém separada de meu ex, que arrumou outra mulher e foi embora, até então(início) tem nos mantido com o mesmo conforto que tinhamos antes(tenho um casal de filho), estou preocupada com essa nova lei, pois apesar dele ser um pai carinhoso, dou-lhe o direito de ver os filhos todos os domingos e no meio da semana tbm, muitas vezes ele dorme com eles tbm em sua resicência, o que não vejo problema, pois as crianças o amam muito e sentem muito sua falta, inclusive ligam-se diariamente, o único problema que estou enfrentando e que me preocupa com esta nova lei é que vejo o pai junto aos seus familiares passando algumas informçaões que acredito serem nocivas ao desenvolvimento emocional de meus filhos, como: segredinhos, coisas que não posso saber,temm tentado unir meus filhos a esta nova mulher, sendo que ainda acho tudo muito cedo, minha psicologa diz que isto tudo é muito ruim ao desenvolvimento emocional de minhas crianças e tbm acho que é agir de má fé comigo,como ficaria então com essa nova lei da guarda compartilhada?
Eu perderia a noção do que meus filhos ouvem e aprendem quando junto ao pai? Sinceramente no meu caso não vejo isso como benefício algum.

Luiz Cláudio disse...

Bom! Acho bastante engraçado alguns comentários a respeito de pais "desqualificados". Somos desqualificados depois da separação, mas quando unidos e na hora da concepção dos filhos somos os "qualificados" pelas mães que, a meu ver, nos escolheram para serem pais dos filhos delas.
É claro que existem casos de pessoas que não tiveram tempo suficiente para conhecer a outra e com isso evitar de ter filhos com uma pessoa irresponsável, ou desequilibrada, ou até violenta.
E outras que, por acidente engravidaram de uma pessoa durante uma romance fugaz.
Mas também existem casos que a mãe tem o filho com um marido, ou namorado, ou um rolo sei lá e simplesmente este, não é mais qualificado pela pessoa como pai ideal pro filho pelo simples fato dela não acompanhar oque realmente está acontecendo com o filho na sua ausência, ou seja, porque a pessoa não confia na outra, ou por simples sentimento de posse mesmo. Então respeitáveis Sras. Será que não era bom pensarem mais quando forem ter filhos com alguém que não confiam plenamente? Será que esta pessoa com todos os defeitos e qualidades merece ser pai do meu filho? Existem sim pessoas que infelismente não sabem compartilhar as famílias dos filhos e acham que a família é só a família da mãe. Tenho como exemplo o meu próprio caso.
Sou uma pessoa trabalhadora, sem antecedêntes criminais, não bebo, não fumo, pago a minha penssão em dia (desde que me separei a 10 anos)não tenho e nunca tive problemas de desvio de comportamento e sou querido por todos que me cercam. Nosso casamento não deu certo por incompatibilidade de gênios e também de famílias.
Tenho uma filha de 11 anos, aos quais nunca passou férias comigo desde quando nasceu. Toda vez que vou perguntar sobre a escola, ou coisas ligadas a isso a mãe dela desconversa, ou já me trata com rispidez, ou seja, não posso ter participação na criação da minha filha e mais. Se nunca tive problema algum com polícia, violência e etc... Gostaria de saber o porque que a minha ex mulher não libera a minha filha para passar as férias comigo e porque também a minha filha não manifesta interesse também nisso. Certamente a mãe está denegrindo a minha imagem para minha filha e pelo fato delas não morarem mais na minha cidade as coisas ficam bem mais difíceis pra mim. Eu acho que há casos que a guarda compartilhada será uma chance de pais como eu, que são totalmente excluídos do convívio dos filhos, tenham de volta oque lhes foi tomado que é o direito de poder acompanhar o crescimento dos filhos. Com certeza os magistrados terão o bom senso ao aplicar esta lei, sendo que cada caso é um caso e sendo assim não irão generalizar a causa.

Priscilla Róbias disse...

Certamente no mundo hodierno não temos mais os casamentos e ralacionamento duradouros dos tempos de nosso pais ou avós.Porém depois que da soma desses relacionamentos instáveis surgem vidas alheias(como as de nossos filhos), não devemos mais pensar..."Vc deveria ter visto isso antes"..."Vc deveria ter conhecido a pessoa antes". O que importa que por causa de alguns comportamento(caso existam) nossos não devemos deixar que nossas crianças paguem por isto. Nenhum juíz tem o direito de julgar o que é certo pra cada um, porém estão nas mãos deles a vida de nossos filhos.Nossos filhos têm direito de escolha, concordo que em determinada idade a criança tenha o direito de escolher com quem ficar e não uma lei ser imposta cruelmente sabendo que a criança ainda não tenha se quer noção de rarciocío e de certo ou errado. Acredito que com essa lei de "GUARDA COMPARTILHADA" possa acabar com o dissernimento de lugar fixo, de filho ter que voltar pra "sua" casa.Vamos criar crianças instáveis que não saberão futuramente fazer suas próprias escolhas.Não vou generalizar mais tem pais que com essa lei mostram seu lado egoísta...esquecendo do emocional de seus filhos. Por mais que tenham a boa vontade, como vi em certos relatos...temos que em primeiro lugar dá a noção de lar.De um ponto de partida e de um ponto de volta. Desculpa queridos pais que se sintam ofendidos mas o que vcs dizem das mães podem muito bem se aplicarem à vcs...pq também não procuraram conhecer a pessoa, pq não se preveniram...agora que os filhos estão aqui...não podemos mais ser egoístas e pensar que filho pode ficar em todo lugar...temos que dar à eles disciplina, coisa que não se consegue passando o dia na casa de um ou de outro...mas a harmonia entre as partes é muito importante.Eles (os filhos) só querem se amados...

andreon disse...

Sou pai de uma menina que irá fazer 4 anos,algumas mães aqui falam de pais sem muito caráter e esquecem q eximtem mães também sem caráter q usam os filhos para atingir os pais.
A guarda compartilhada será uma benção, pois minha luta é para estar proximo a minha filha q nao tem nada haver com isso, quero q ela veja q realmente tem um pai, quero dar carinho, atenção, amor, ensinar, rir chorar e nao ser apenas uma obrigação...As mulheres mesmo é q buscaram essa igualdade social...graça e paz a todos !!

rozicleia disse...

è uma questão controvertida,pois em regra,será aplicada em divorcio e separaçao logo apos ser sancionada a Lei, porém o juiz da causa, deve levar em conta as condiçoes psicológicas dos pais, e o interesse domenor, caso contrário nao terá eficacia, pois esta lei, pretende unir as crianças a sua família agora dividida. No momento estou fazendo TCC, e portanto existe opniões diversas. Entendo que o juiz ao prolatar a sentença, antes deve ser feito uma análise do que realmente é importante para aquele menor que está consequentemente afetado pela separaçao dos pai. Minha opniao no mometo é que os casais desajustados não devem ter filhos, e se os tiveram, nao transfira suas mágoas para eles. , pois não foram eles os responsáveis pela separação. Não deixe os seus filhos ao acaso e muito menos ófao de pais vivos.

Rozicleia França Andrade

Cristina disse...

De novo, mas esqueci de dizer que isso da instabilidade , de andar de um lado para o outro, de não ter regras ou disciplina, de não ter um "lar", é uma treta!!! O meu filho não anda de mochila às costas entre a casa de um e de outro. Ele, simplesmente, tem...duas casas!! E nas duas tem tudo o que precisa. A única coisa que ele carrega às costas de um lado para o outro são os livros da escola (não há como os duplicar!!).
Quanto à disciplina/regras pq raio as mães acham que educam melhor os filhos??? Essas regras/disciplina devem ser negociadas (constantemente!!!) por ambos os progenitores!! Dá trabalho?? Pois dá! Seria muito mais fácil decidir tudo sozinha, mas...2 cabeças pensam melhor do que uma (principalmente cabeças que amam os filhos). Não exijam pais perfeitos, pois isso não existe. Nem mães. Sejam tolerantes com as dificuldades, os defeitos, as limitações, como gostariam que fossem convosco. Pensem sempre no vosso filho e nos seus verdadeiros interesses e não nos que, sendo nossos, atribuimos a eles!!

Anônimo disse...

Olá, tenho um filho de 7 meses muito lindo, ao qual o pai só visitou 2 vezes, a primeira foi quando ele tinha 3 meses, fora que nem se quer registrou o menino, eu fui quem fiz tudo, registrei e claro coloquei o nome do pai. O meu ex-marido é um homem altamente desequilibrado, ele é 23 anos mais velho que eu, e ja tem 2 filhos, um com 20 e outro com 16, que ele tem a guarda destes filhos e o qual gostam muito dele.
Eu sou totalmente contra aguarda compartilhada, porque além do filho não ter uma casa própria, acho que deixa o filho muito confusão, tanto porque cada casa é um lar, uma disciplina, uma educação...
O meu ex-marido é uam pessoa que não tem a menor condição de dar educação ao meu filho, eu sou contra.

Sam disse...

A discussão, que tomou novo rumo e mais força com a aprovação da lei em maio, tem me deixado surpresa e, confesso, contente. A blogosfera é válida porque constrói a partir da opinião de diversas pessoas comuns, como eu e você, que podem contar suas versões dos fatos numa ajuda mútua para encontrar um denominador comum.
Como não sou mais autora aqui, postei hoje sobre minhas reflexões no blog coletivo Nossa Via www.nossavia.com.br e convido-os a passarem por lá também. Parabenizo o Desabafo de mãe por abrir sempre espaço para temas importantes para a família atual.
Sam Shiraishi
www.samshiraishi.com

cassia disse...

Acho q a guarda compartilhada pode ser muito benéfica para a criança em alguns casos. Lembrem-se d q estamos falando de compartilhar responsabilidades, como dentista, médico, escola, entre outros. Mas deve ser visto com muita cautela pelo juiz, pois não são todos os pais (ou mães)q tem discernimento para atender nossos filhos nestas situações. Eu sou separada há cinco anos, tenho um casal de filhos(uma moça q já tem 17 anos e um menino de 12). O pai dos meus filhos sempre pôde vê-los qd quisesse, mas nunca pegou minha filha para passear, ou sequer tomar um sorvete. Ele pega apenas o menino. Todas as vezes em q precisei dele p, por exemplo, levar minha filha ao hospital, ele não pode ir. Ainda assim, nunca proibi nada, pelo contrário, sempre me revoltou um pouco esse afastamento dele, q somente se manifesta qd sabe q vai me atingir d alguma forma. Meu ex agora disse a eles q pedirá a guarda compartilhada para q não tenha q pagar pensão(estas foram as suas palavras). Ele é um homem q bebe bastante, qd está com meu filho, o leva p "botecos", e acha q pode comprar o amor das crianças com dinheiro. Por isso, no meu caso, acho q não seria o melhor para nossos filhos q isso acontecesse. Para mim, até q seria bom não ter toda a responsabilidade de decisões, às vezes me sinto muito cansada... Mas não quero meu filho cresecendo em ambientes como bares e botecos, ou dormindo no carro até de madrugada, enquanto o pai bebe no bar, como meu filho mesmo relata). Não acho q isso será bom p a formação dele como adulto. Mas entendo q o amor e a figura d pai é muito importante para eles. Só tenho mt receio d q pode causar essa "divisão d responsabilidades".

claudia disse...

Acho a guarda compartilhada uma decisão que já deveria ter oorrida há muito tempo, apesar de ser mulher e divorciada também, eu não entendo porque muitas de nós mulheres achamos que o pai não pode ver seu filho e conviver mais com ele porque o casamento não deu certo. Seria isso um castigo? acho que as pessoas que acham que seus filhos só podem ver o pai de 15 em 15 dias não gostam verdadeiramente deles. Como podemos querer que uma criança que ama seu pai convive todos os dias com ele, de um dia para o outro entenda que ela só o verá de 15 em 15 dias..a criança o ama e emocionalmente não pode entender isso . É uma grande perda, quem se separou do pai foi a mãe e não importa qual seja o motivo a criança não tem que pagar por isso, os comentários acima falam de pais que se aproveitarão para não pagar a pensão..será mesmo isso o mais importante???? pode ser para nós mulheres que muitas vezes fazemos dos nossos filhos moedas de troca. Enfim estou muito feliz que as autoridades tenham olhado esta questão com olhos mais complacentes para que as crianças não tenham que também sofrer uma separação da qual ela não pode opinar nem dar sua opinião. Quem se separa é o casal e não os filhos de seus pais!!!!!!

Munique disse...

Mãe preocupada!!

Com tanta coisa prioritária tantos problemas existentes no Brasil, como impunidade, violência etc.. sendo que nada é feito quanto a a isso, vão criar algo que deveria ser decidido pelos próprios pais e não com a intervençao de nínguem pois quem se propõe a ter filhos é que deveria ser o principal interessado na educaçao, proteção e bem estar do mesmo, sabe-se que não é bem assim infelizmente existem os irresponsáveis entretando não acho que com a guarda compartilhada a dificuldades vão ser menores muito pelo contrário, pois como uma mãe responsável e que ama seu filho(ª) pode sentir-se tranquilha sabendo que seu filho vai sair da proteção do seu lar para ser educado por uma madrasta ou uma empregada doméstica, sim por que os pais trabalham fora então a educação destas crianças passará a ser direcionadas por pessoas totalmente fora do contexto das crianças.
Quem é que se sente bem tendo que se instalar cada semana em uma casa diferente,qual será o referencial que esta criança vai ter de respeito a casa e família a quem esta criança vai entender que terá que realmente ouvir e obedecer??? e o vínculo com os amiguinhos que a criança mantém no local que reside não ficará abalado sendo um iô-iô a cada semana em um lugar diferente,vejo que as crianças é que devem decidir quando querem estar na companhia de cada um dos pais, e por quanto tempo querem permanecer,isto deve estar longe de ser uma obrigação, crianças não são marionetes que deve ser guiadas por simples capricho e egoísmo dos pais e penso que o que vai acontecer é maior intensidade nas brigas e divergências entre os pais que nomalmente usam as crianças como cabo de guerra, na maioria das vezes não brigam por que querem ter a criança mas sim atingir o ex conjuge com estas atitudes, pobre das crianças já sofrida pela dissolução do lar ainda tem que estar entre este fogo cruzado, vejo que isto deve desencadear na criança um grande desconforto não sabe onde terá que estar a cada dia o que pode gerar um individuo inseguro, ancioso e com medo do futuro que neste caso mostra-se totalmente incerto e imprevisível!!!nínguem merece!!!

luciana disse...

Acho a discussão totalmente pertinente. Estou grávida de seis meses e posso dizer que minha mãe, até o momento, tem apenas mãe! Namorei com o pai da minha filha por 7 anos e atualmente não posso contar com ele pra exatamente nada, nem financeira, nem emocionalmente. Numa das nossas últimas conversas ele levantou a hipótese de solicitar a guarda compartilhada, e eu fiquei arrasada. Acho que a guarda compartilha deve sim ter o foco na criança, mas não pode deixar de considerar n variáveis, como por exemplo a participação do pai desde a concepção da criança, o que toda mãe sabe que é de suma importância. Penso ser questionável o pleno direito de um pai visitar a filha, uma vez que o mesmo não demonstrou interesse por isso desde a existência da bebê. Os pais devem sempre se lembrar de que um filho realmente é responsabilidade da mãe e tb do pai, mas esta começa desde qdo o feto está na barriga da mãe, e para que ele possa exigir que seus direitos sejam exercidos, ele não pode esquecer de conquistá-los !!!

AGNALDO PEIXOTO disse...

ACHO QUE DEVERIAM TER MAS RESPEITO COM O "PAI" EXISTE A CULTURA QUE O PAI E MENOS PRESENTE NA VIDA DO FILHO,ALGUNS NAO SE IMPORTAM MAS NEM TODO PAI E IGUAL,AINDA EXITE PAI CARINHOSOS E ATENCIOSOS,E ESQUECEM SEMPRE QUE O PAI SE AUSENTA MUITO DAS VEZES POR MOTIVOS JUSTOS DE UMA VEZ QUE ELE É A BASE DA FAMILIA E ESTA SEMPRE TRABALHANDO E BUSCANDO O MELHOR PRA QUEM FICOU NO LAR,NAO VEJO AJUDA NA LEI DE UAM VEZ QUE O ACORDO ENTRE O CASAL AINDA SEJA FUNDAMENTAL POIS SE FOSSE SIMPLES ASSIM NAO DEPENDERIAMOS DO JUDICIÁRIO,AINDA VEJO PREVALECER AS "MÃES"PELO O FATO DE LEVAREM OS FILHOS OS 9 MESES E ESQUECEM QUE O PAI TRABALHOU DOBRADO OS "9 MESES"PRA QUE O MELHOR VIESSE TER ELE E ELA NA GESTAÇÃO E NA VIDA FUTURA.

Anônimo disse...

mae oculta. estou separa a 7 meses e nao acho uma boa meu filho ter participa�ao junto com o pai e sua madrasta pois nao acho ela uma boa influencia para meu filho. o pai este nao liga muito se o filho esta bem. ele coloca a responsabilidade toda nas minhas costas. porque sera q todo pai quando se separa acha que deixa de ser pai! pois deixa toda a responsabilidade nas costas da mae. isto � injusto pois nos mulheres nao fizemos os filhos sozinhos. eu penso no caso da isabela que sua madrasta tinha ciumes da isabela. tem gente que tem a mente doente e eu nao vejo a possibilidade do mae filho ficar junto com a outra mulher do seu pai. pois acho ela uma futil e sem educa�ao.

Ana disse...

Ainda não sou mãe, mas, acompanho de perto toda a aflição da minha irmã, que tem uma bebê de dois mêses, e têm sido "ameaçada' constantemente pelo pai da criança (que inclusive tem passagem pela polícia por ter sido pego portando drogas), com esta tal "Guarda Compartilhada". Ela, nunca exigiu pensão justamente por isso, para evitar do pai da bebê querer levá-la para casa dele, minha irmã não sente confiança nessa pessoa e já começa a pensar em todos os problemas na educação dessa criança futuramente...Espero sinceramente, que o Juiz avalie bem todos os contras que a aplicação desta Lei traz para o caso dela.

claudio disse...

amigos, me ajudem por favor, sou casado a tres anos e tenho um nenem de dois anos, não estou vivendo bem com minha esposa e resolvemos nos separar, porém ela quer ir embora para cuiabá e atualmente moramos no espirito sannto, como eu fico nessa situação, não quero perder meu filho, me ajudem por favor a quem posso recorrer ???

Anônimo disse...

Bom dia, acho ilegal a guarda compartilhada, hoje vememos vários casos de pai que por influência da madrasta mata filhos.
Sou separada e divorcia a 5 anos(meu divórcio saiu há 3 meses) a madrasta dos meus filhos um com 15 e outro com 16 anos,os detesta, colocando no orkut da minha irmã que difamações a respeito da moral deles, ontem o pai militar falou em guarda compartilhada,porém nem eu nem as crianças aceita por temer a atual mulher do meu ex marido,por ser uma mulher frustrada e recalcada por não ter filhos julgamos ela capas de tudo, quando estava de resguardo da minha filha ela simplesmente do nada me ligou me ameaçando de me bater, o pai dos meninos não toma nenhuma atitude ( acho que até apanha dela,por tanto medo que sente), meu relacionamento é estável e o convívio do meu atual marido com meu filhos é ótimo as crianças gostam muito dele.
Agora vem a questão, será realmente viável uma guarda compartilhada nesse caso? Já que não posso ligar para casa do meu ex, não tenho acesso ao número do celular dele e quando ele vem ver ou pegar os meninos para passear sempre vem escondido da atual mulher, só mantendo contacto as escondidas até mesmo por telefone.
Tudo tem de ser pesado antes de dar a guardada compartilhada, meus filhos ontem disseram que dirão ao juiz que não querem e que tem medo da madrasta.
Essa lei deve ser clara e aceitável apenas para pais separados que se dêem bem.
Abraços a todos...
Adriana

Patrícia Morais disse...

Nossa, estou separada a 5 anos e já vivo um novo relacionamento a 4 e por incrivel que pareça me vejo como inimiga do meu ex e olha que não incomodo, não falo nada e ele sequer pega as filhas para passar o fim de semana, nata ou ano novo com ele. Passa na porta de casa da um oi e fica por isso mesmo, agora teve a cara de pau de mover um processo para revisão de penssão alimentícia 15% do salário mínimo. Faz me rir né pq esse valor não dar nem pro papel higiênico, pasta dental e shampool para ocabelo.
Adorei esse lance de guarda comprtilhada que vê se ele agora vai ficar com o tô nem ai pra elas. Queria um relacionamento legal minhas filhas não merecem viver sem a responsabilidade do pai, é como se eu tivesse precisado dele para gera-las, mas graças a Deus hoje estou bem e ele na merda e ficará por muito tempo se continuar tirando delas para sustentar seu ego e achar que esta me atingindo pq graças a Deus posso mandar ele enfiar o dinheiro dele naquele lugar.

patricia disse...

para Flavio...

gostei muito doq disse flavio,mas é uma pena que nem todos pais pensam como vc.
eu penso assim exatamente como vc, colocou ai as questoes.
eu sempre disse isso ao meu ex marido, mas ele, sempre foi infantil nessa parte.minha luta foi constante nisso, até q um dia eu me casei novamente a 2 meses, ai as coisas mudaram mais ainda.
acabou em guerra, pq ele deixou de pagar a pensao,e em consequencia disso ele mesmo deixav de ver o filho de 6 anos.
eu nunca o proibi,mas tentava impor oq eu achava em relaçao a isso, até q um dia nos enervamos,e acabou em briga, e hj ele tenta ver o filho nas escondidas longe da minha presença, com vergonha de mim eu acho.
nunca fomos em juiz,mas depois disso tudo resolvi tomar parte e regularizar pensao e visitas.
já q ele pegava o menino sempre apos as 20hs, depois q vinha da casa da namorada e o deixava no dia seguinte aos cuidaddos de uma avó doente em sem condiçoes.
e nao o levava com ele, para passeios enfim...
nao era essa a educaçao e carinho q eu quero pro nosso filho,e gostaria muito que ele pensasse como vc.agora aguardar e espero q nesse meio tempo ele possa ouvir pessoas como vc.

Sylvia disse...

Nossa! Em dezembro/07 apresentei minha monografia com foco neste tema, sendo a favor da guarda compartilhada (que não é igual a alternada!) e fico muito feliz em saber que agora, de forma legal, os pais poderão decidir em igualdade o dia-a-dia de seus filhos. É uma pena que só é possivel aplica-la com total eficácia quando ambos os pais se compreendam, mas ainda assim acho que é um grande avanço para os filhos de pais separados/ divorciados.

Sylvia disse...

Já comentei, mas notei que há muito desconhecimento sobre a guarda compartilhada. Então acho que seria bom dar uma lida neste artigo: http://www.estado.com.br/editorias/2008/05/24/ger-1.93.7.20080524.7.1.xml
Pode esclarecer bastante as dúvidas mais comuns. E essa lei não é obrigatória. Se fosse, a guarda compartilhada pederia razão de existir. Ela só é possível se há interesse do pai e da mãe, e se há entendimento entre eles. Muitos aqui relatam que não gostam do antigo cônjuge/parceiro e assim claramente a guarda compartilhada não duraria nem 1 semana. Leiam sobre ela pessoal, não critiquem algo que vocês não conhecem ou não compreendem. :)

Sanches disse...

Me separei há mais de 1 ano e tenho uma "guarda compartilhda não oficial", em síntese um acordo que por enquanto vem funcionando. Inclusive posso entrar na minha antiga casa e até dormir lá com meus filhos quando a mão precisa viajar. Gostaria de parabenizar a postagem da Cláudia pela sabedoria de uma mulher moderna e madura. Infelizmente a maioria das mulheres, como costumo dizer, buscou igualdade de direitos e vamos dizer estão conseguindo, mas é preciso lembrar que direitos iguaios devem ser precedidos de responsabilidades iguais também. O fato da mulher carregar o filho em seu ventre, só a faz diferente enquanto ele está lá e quando está sendo amamentado. Depois disso, somos iguais. Há tantos homens quanto mulheres irresponsáveis ou incapazes de cuidar até mesmo de si mesmos.
Quanto à revolução feminina, vamos dividir os bônus mas também os ônus.

Anônimo disse...

Tenho alguma experiencia, me separei com dois filhos menores(3anos:2meses) depois de 4 anos de casada. Isto já faz 26 anos. Mtos depoimentos estão corretos, isto vejo agora, com a maturidade, usamos os filhos e colocamos nosso ex no inferno. Não fui muito diferente das outras mulheres, mas depois dos flhos crescidos, o ex passou a ser um pai presente. Temos até hoje nossas diferenças, mas qdo termina o relacionamento, seja ele qual for, os dois t~em participação no término, toda história tem dois lados. Na mesma situação, hoje, se encontra meu filho mais moço:separado e pai de um lindo garoto de 4 anos. O relacionamento dele começou todo errado, e eu avisei que não daria certo. Minha nora(que continuará a ser até o fim da vida, tal como diz o código civil) é uma pessoa que so pensa em dinheiro e meu filho não se preocupa mto com isto. Após tres meses de namoro ela se mudou de mala e cuia pra minha casa, e em todas as vezes que havia brigas entre eles, ela falava mal dele e eu perguntava porque ainda estão juntos? só agora que ele chegou a cobnclusão deque realmente não era o que queria, e ele pulou fora. Agora tal como preceitua o codigo civil, estou sendo processada para pagar a pensão alimentícia do meu neto, oq ue diga-se de passagem não é bem assim, pois ela ficou com mtas dívidas e precisa do dinheiro para paga-las. Acho que nós as mulhers somos em parte culpadas de transformar a v ida dos ex num inferno, contudo tem pais que não merecem nem as mulheres que tem emto menos os filhos lindos que ajudaram a poor no mundo. A recíproca é verdadeira, há erros de um lado e de outro. Acho que a guarda compartilhada é bonita e aceitavel basta que os genitores se conscientizem do que estão fazendo, tenho na familia um caso assim. a criança se sente amada e participa de todos os momentos da familia do pai e da mãe. O que falta é tão somente a conscientização de todos.

sany disse...

Venho através deste pedir uma orientação e se possível uma ajuda em relação ao meu filho Eduardo de M. Gomes de 12 anos que hoje reside com a mãe e o padasto.
Tenho dois filhos com a pessoa acima relatada e sou separado, hoje sou casado com outra pessoa e ela também, ela até início deste ano era detetora da guarda de meus dois filhos Tayane de 15 anos e Eduardo de 12 anos, no final de março minha filha veio morar comigo alegando que não aguentava mais os descasos e os maus tratos da mãe não se preocupando com a vida social dos filhos.A citada se torna totalmente descontrolada quando contrariada se torna agressiva ao ponto de morder a filha como esta na foto que está em anexo, ela citou também que a mãe não a deixava ter amizades e não a deixava sair de casa nem mesmo para fazer trabalhos escolares (pesquisas , etc...). Entrei com o pedido de guarda da minha filha no processo com o seguinte número 2008.205.0114478-8, e também com pedido de redução de pensão alimentícia que até hoje ainda é de 30% dos meus ganhos e a mãe que nunca trabalhou não devolve a parte da filha, provando que nunca se preocupou com o bem esta da menor, este mês saiu a guarda provisória em meu nome,o agravante da história com meu filho é que desde que a mesma foi notificada do processo a mesma passou a reprimir meu filho e de início não deixava ele me ver o trancando dentro de casa e tomando o telefone do mesmo quando eu ligava fiquei 45 dias sem vê-lo até que ela passou a trazer o menino pra minha casa mesmo embaixo de chuva todas as sexta-feira, porém somente com a roupa do corpo e disse para o menino que eu que teria que comprar as roupas para o mesmo ficar na minha casa já que eu estava dando as coisas pra irmã dele colocando assim o menino contra mim não se preocupando nem um pouco com o fator psicológico do menino, ela não aceita conversa, meu filho me disse num final de semana dentro do mercado chorando que não estava levando merenda nem dinheiro para a escola e que disse a mãe que queria morar comigo e a mãe lhe deu uma surra e que a mãe quando sai com o marido para algum lugar que o menor não quer ir a mesma o tranca dentro de casa, a partir da notificação ela passou a trazer meu filho até a esquina da rua em que moro todos os finais de semanas para a minha casa somente com a roupa do corpo estando assim sendo privado de passeios com o pai e a irmã, a mãe teve a coragem de mandar ele numa sexta-feira chuvendo todo molhado pra minha casa dizendo que era para passar as férias escolares e que era pra eu entregar somente no outro domingo, ora como ele iria passar dez dias na minha casa sem roupas,peguei meu filho no mesmo final de semana (domingo a noite )e levei a porta de sua casa e fui ao conselho tutelar (9° cas) na segunda-feira e fui orientado a ir a delegacia, fui a 35° dp e fui muito mal atendido pelo investigador que depois que eu insisti muito ele fez um termo circunstanciado de número 035-08204/2008, porém não relatou os fatos na íntegra e deixou alguns detalhes de lado,o problema é que depois disto não tenho mais contato com meu filho ,ela não deixa ele atender o telefone celular muito menos o de casa e o mantém trancado em casa, fui a escola saber notícias dele e a diretora me disse que a mãe apresentou um papel dizendo que era detetora da guarda do mesmo e que a escola estava proibida de dar qualquer informação a outra pessoa, pedi a escola que me desse um documento relatando o fato e o mesmo esta em minhas mãos, hoje já faz 15 dias que não tenho notícias do me filho estou muito preocupado pois o menor me dizia temer represálias quando a mãe soubesse que o mesmo estava me contando tudo o que acontecia ,pois ela o amedronta dizendo que vai por ele num colégio interno e o agride, hoje dia dos pais tentei ligar várias vezes mas não fui atendido e a única vez que a mãe me atendeu foi na primeira e ela desligou telefone quando ouviu minha voz.
Sei que preciso entrar na justiça, porém também sei que isso é muito demorado, mas preciso de notícias do meu filho de imediato e estou muito preocupado com o que possa estar acontecendo com ele nestes dias.
Neste dia 12/08/08, faltei trabalho e no horário de 13:00 hs fui esperar meu filho chegar a porta da escola,ele chegou atrasado 25 min e muito assustado quando me viu junto com a irmã que comigo estava também preocupada com a situação,talvez por onhecer as atitudes insanas da mãe,o meu filho Eduardo me disse que a mãe o proibiu de telefonar,tomou o celular dele e disse ple se encontrar comigo na rua: ele deve não falar comigo,se for na escola, ele deverá entrar sem falar comgo,enfim, ela o proibiu de ter contato com o pai como se o pai fosse o pior ser humano existente.
Me ajude e principalmente ajude meu filho.

tatypooh disse...

Boa tarde!!
Tenho um filho de 6 meses, e nunca estive junto com o pai dele... éramos amigos e tinhamos um "casinho" por fora, sem compromisso.
Quando fiquei grávida, ele mudou totalmente, me disse absurdos... Assim que o Davi nasceu, ele quis registrar, e agora vira e mexe ele quer pegar o bebê.
Eu não concordo, pois ele mal olha na minha kra, nçao tem diálogo com a minha família, bebe, usa drogas e ainda quem fica com o meu filho quando vai para casa dele é a mãe dele, pois ele vai para a balada e larga o bebê lá.
Então, eu NÃO CONCORDO com a guarda compartilhada. Não é justo e nem confiável deixar meu filho na mão de uma pessoa deste nível.
A justiça não está na nossa casa, na nossa vida, então defendo a opnião de que eles não tem o direito de escolher com quem nosso filho vai ficar. quem sabe é a gente que está ali 24 horas por dia cuidando, amando... e aguentando as palhaças do pai (no meu caso).
Visitas?? só na minha casa, comigo supervisionado sempre!!!

Luma. disse...

GUARDA COMPARTILHADA!!!
E o que dizer de um pai irresponsável que foi estipulado o tempo de 2 anos para ele reconquistar a filha de 2 anos, porém ele sumiu e apareceu um ano e meio depois? As visitas acontecem uma vez por mês ou mais. Minha filha não quer mais saber dele, ela já sabe o que é presente e ausente! Quando ele liga ela não quer falar com ele e sai com uma desculpa qualquer...Então, me digam e se a criança não quer saber do pai, mesmo assim ele pode leva-la mesmo que seja para um simples passeio? Devemos respeitar a vontade de nossos filhos também,não é porque são crianças que não sabem quem os ama e não.

GALMAN disse...

Parabéns por fomentar o debate acerca deste tema tão atual e importante, ainda mais trazendo sua experiência pessoal, enriquecendo assim o debate sobr a Guarda Compartilhada.

O importante é não confundirmos Guarda Compartilhada com a Guarda alternada, lembrando sempre que não é a posse da criança que está em discussão e sim a participação, incluindo ai responsabilidades, igualitária para ambos os pas.

Anônimo disse...

Acho difícil discutir os prós e contras da Guarda Compartilhada se não entendermos o que ela quer dizer.

Creio que a lei tem a intenção de trazer mais qualidade de vida para a criança e igualdade e equilibrio de responsabilidades entre os pais, para que todos possam viver em harmonia.

Desta forma, acho que o que deve ser avaliado em cada caso é a condição que pai e mãe têm nos direitos e deveres com a criança. Inclusive quando quererem ser felizes e "tocar a vida" melhorando suas condições profissionais e desenvolvendo novos relacionamento.

Escrevo tudo isso, pois sou jovem, tenho uma filha de 2 anos e também estou passando por um processo de separação não amigável, mas acima de tudo acredito que serei mais feliz!! e lutarei por isso!!

Reconheço que o pai de minha filha sempre a trata com carinho e responsabilidade e demonstra interesse na vida da criança e eu sempre apoiei o convívio, pois é o melhor para minha filha. Porém, na prática, ele trabalha em outra cidade, saindo ãs 5h30 e retornando ãs 20h00 todos os dias, e não tem condições de compartilhar a rotina da criança como levar à escola e médico, sem depender da mãe dele. Também mostrou intenção em rebaixar a pensão alegando que a criança não tem gastos e que gostaria de pagar minhas contas limitadas à certos valores (irreais e ele sabe bem disso!!), o que me faz pensar em que padrão de vida quer dar à filha, uma vez que ele ganha muto mais do que eu. Além disso, já declarou que quer a guarda compartilhada apenas para garantir que eu não mude de cidade e não para participar mais da vida da filha!

Diante disso tudo, e também em função da criança ser pequena e necessitar de referências e rotinas, eu sou contra à guarda compartilhada solicitada no meu caso, pois parece-me que ele quer direitos (inclusive de controlar-me!) e não quer assumir os deveres. Sinto como se fosse compartilhar a guarda com a mãe dele!! e ainda ficar presa às decisões relacionada a ela que poderão ser incompatíveis com meu futuro padrão de vida.

Minha dúvida é quais são os direitos e deveres dos pais? Como posso saber se estou certa em pensar desta forma? Tudo o que eu quero é que minha filha seja bem criada, educada, tenha saúde e, mais do que tudo, seja amada e feliz. Mas, como já disse, eu também quero seguir em frente na minha vida e ser feliz. E não quero nada demais além do que é JUSTO!!

Obrigada!!

Anônimo disse...

Estou totalmente sem saber o que fazer e o que pensar sobre essa tal "guarda compartilhada"!. Estou separada há dois anos, numa briga judicial imensa, fui lesada, roubada, enganada e xingada pelo meu marido, até então na época. Levou-me apto, carro, computador, sapato, mala e nos deixou praticamente sem nada, eu e uma criança de 1 ano e meio. Juntamente a este caos, fui demitida depois de 17 anos de trabalho, aliás, um total de 150 pessoas no estado de São Paulo. Pois bem, tenho tudo comigo através de e-mails que consegui pegar dele tramando um jeito de conseguir uma procuração minha, que acabou conseguindo e levando tudo de mim. Tenho conversas dele com a atual amante, isso durante nosso casamento, ele se fazendo passar por outra pessoa, tudo isso e muito mais. Ainda estou sem o dinheiro que me fora roubado, mas agora quer entrar com essa tal de guarda compartilhada, somente pra me importunar, pois como uma amiga anonima disse anteriormente, ele trabalha direto, nao pode pegar a criança, mas para me importunar, ele agora quer a guarda. É justo um homem que roubou a mulher, a propria filha, nos deixou sem roupa 15 dias, vive com a amante desde que éramos casados, abriu processo crime contra mim só porque eu chamei a amante da profissão dela? É justo isso? Por favor, se alguém puder de responder, ficarei imensamente agradecida!

Anônimo disse...

PARA ANONIMA
TEM MULHER QUE CHIFRA O MARIDO ROUBA ELE TAMBEM EMPATADOS TÁ

Juliana disse...

Gostaria de fazer alguns esclarecimentos. Li comentários a respeito de depoimentos de que as crianças ficam ora com um dos pais, ora com outro, esta característica é da GUARDA ALTERNADA, e não da COMPARTILHADA. Com relação a GUARDA COMPATRILHADA, é importante esclarecer que a responsabilidade sobre o filho, as decisões importantes a serem tomadas com relação a eles é que são tomadas de comum acordo entre os pais, no entanto, nada impede que a criança fixe residência com apenas um dos pais.
Outro ponto importante quando da decisão de se optar pela GUARDA COMPARTILHADA, é o relacionamento que existe entre os pais, se há uma abertura para diálogo, diria até uma boa amizade, esta modalidade de guarda tente a surtir bons frutos, caso contrário, será frustrada.
Assim, o que se deve sempre levar em conta é o bem estar das crianças, o benefício deve ser em favor delas para evitar que virem fantoches nas mãos de pais que não conseguem se entender.

Anônimo disse...

Sou separa, com 3 filhos, meu ex quer a guarda compartilhada, porém não sou contra nem a favor, pq ele é pai e poderá ve-los qdo quiser, mais a imprudência é que não aceitarei, onde ele pega os filhos e leva para sair com as namoradas, se é um momento tão especial para ele pq ele não os curte-os sozinho, fazendo programação entre eles pois as crianças tem menos de 2 anos, e querer enfiar a namorada guela abaixo das crianças é um derespeito para com elas e comigo que sou mãe deles, há tempo para tudo... terá sim um momento em que as crianças conheceram a nova familia do pai...
O que acham?
Por isso que os homens não entendem a postura da mãe, não é da mulher, somos mãe temos nossos receios qto a tudo, temos casos a sitar rescente o da criança ISABELA...

Anônimo disse...

Em resposta ao anonimo: não é o meu caso, certo? Não trai, nem roubei ninguém, agora se aconteceu com vc, eu nao tenho nada ver com isso!

Anônimo disse...

Concordo plenamente com vc anonima. O pai pode ver os filhos qdo quiser, é um momento especial deles, certo? Mas por que levar a namorada? Nem esperam o tempo passar, as crianças crescerem e já enfiam na cabeça da pobre criança de 3 anos ( no meu caso ) que a mulher é a namorada do papai!!! Temum tempo pra tudo! Mas creio que a mulher e mãe sabe muito bem respeitar os filhos coisas que os pais não. Tá ai o caso da pobre criança ISABELA, muito bem lembrada por nossa amiga. Se não respeitam nós mães, respeitem os filhos!

Anônimo disse...

Estou separado a dois anos, e fiquei os primeiros 6 meses sem ver o meu filho, hoje depois de setenciado pelo juiz, fico com ele todos os finais de semana um inteiro e no outro somente um dia, amo muito ele assim como minha família o ama, estou com outra mulher que é apaixonada por ele e a recíproca é verdadeira, como pai torço para que minha ex. arrume um companheiro bacana e que tbém goste de meu filho, tirando as diferenças de lado, temos que pensar sempre no melhor para os nossos filhos e o amor pode ter muitas formas...quanto a guarda compartilhada, acho que serve para equilibrar os direitos e deveres, ameaçando aqueles que pensam poder usar a guarda dos filhos como arma em benefício próprio....Se querem saber, não gosto nem um pouco de minha ex-mulher, acho que ela é uma pessoa completamente equivocada em seu valores, mas amo demais o meu o filho e por ele aprendi á ser mais paciênte e procuro evitar ao máximo qualquer tipo de letígio.....Boa sorte á todos e pensem sempre no que é melhor para o filho e não para sí próprio!

Anônimo disse...

Olá. Meu marido é separado e tem um filho com a ex-mulher. Ele sempre brigou para ter mais tempo com o filho. Há um tempo, conseguiu a guarda compartilhada. No entanto, só foi assim pq o filho quis passar metade do tempo com o pai. Ele vai e volta de nossa casa todos os dias, de acordo com os horários de escola e do trabalho do pai e da mãe. Às vezes dorme em nosa casa, outras vezes na casa da mãe. O garoto tem liberdade de escolha, embora tenha apenas 5 anos. Embora muitas pessoas digam o contrário, só quem vive a experiência, de forma aberta, sabe que esta é sim a melhor forma. Antes, meu marido via a criança apenas nos finais de semana, um dia ou dois, sempre correndo. Perdia metade do tempo tentando educá-la, papel que é do pai também mesmo que não more junto. Hoje, com a convîvência diária, opção do próprio filho, a criança está mais feliz, o pai está mais feliz, o filho está mais educado, e no final até a mãe está melhor, pois as obrigações, os problemas, tudo está dividido. Mas, por experiência e por todos os relatos de amigas que ouço, apesar de achar um absurdo, os juízes estão se lixando para a nova lei. Eles só dão a guarda compartilhada quando pai e mãe concordam e quando, como eles dizesm não há brigas e ressentimentos entre o ex-casal, o que é difícil. Assim, a criança perde. Pq embora haja desavenças, a guarda deve ser uma prática obrigatória, exceto em casos de risco, pois é direito da criança conviver com pai e mãe. Estamos falando do direito da criança e não do pai e da mãe. Ouve-se muito falar sobre o direito do pai, o direito da mãe. Mas ninguém fala do direito da criança, essa sim é o importante. Aliás, se pai e mãe pensassem nisso, não precisaria haver discussões na justiça. Pq eu vejo, sinceramente, muitos pais que não estão nem aí para os filhos, mas existe uma quantidade muito grande de mães que se aproveitam dos pais que amam seus filhos para negociar, vendê-los... Vejo até mesmo o absurdo de mães que aceitam compartilhar a guarda desde que continuem recebendo pensão como antes (mesmo quando o pai passa a ter muito mais gastos como com roupa, calçado, alimentação, etc). Então, o recado que deixo é esse: pensem em suas crianças, do direito delas. Elas não são mercadorias. Elas não têm preço. Elas vão crescer e avaliar os pais que tiveram e o sentimento delas ninguém poderá comprar. Agora, um último recado, aos pais principalmente. Por mais difícil que seja, por mais que a justiça dificulte, jamais desistam de lutar por seus filhos. Mesmo que percam, eles saberão o que fizeram por eles.

Anônimo disse...

bem,como pai separado,vai ai o meu conselho para quem quiser.
esteja sempre presente na vida de seus filhos, diretamente ou indiretamente. porque o amor é tudo e o resto deixa o tempo se incarrega. porque nada pode separar o amor de um filho pelos seus pais,eu amo minha filha,e ela sabe disso... dou todo amor e carinho, tudo que eu posso eu faço eu amo ela, e isso é o que realmente importa para mim.agora se vc nao conseguir ser um pai presente difiscilmete tera o amor de seu filho.voce sera apenas um pai, e nada mais.gente eu tenho uma experiencia na familia,meu primo é separado ele tem uma filha de 7 anos,ele só a ve no aniversario e no dia das crianças as vezez ainda.dia desses ele veio ver ela.combinamos de ir passear com nossas filhas,entao busquei minha filha na casa da mae.e ele foi na casa da filha dele.ela nao quis sair com ele de maneira alguma.de quem é a culpa?
a culpa é toda dele sem dulvida nenhuma.ele nao esta presente na vida dela, e ela sabe disso.
pais lutem pelo amor de seus pequeninos,porque eles nao podem lutar pelo seu amor ainda...mas...esse dia vai chegar,entao voce vera que nao foi envao a sua batalha pelo amor do seu sangue... seu filho...sua vida.

Janaina disse...

Hoje ouvi do meu ex esse papo de guarda compartilhada. Acho que ele está com medo de que eu resolva me mudar de cidade, uma vez que etou namorando uma pessoa que não mora aqui. Fiquei apreensiva, não sei direito como é isso, como funciona. Meu filho tem 3 anos e meio e sempre morou comigo, nunca fomos casados. eu arco com 70% das despesas do meu filho. Com essa guarda compartilhada, como fica isso? teríamos que compartilhar as despesas então também, certo? Não quero que pensem que estou trocando a guarda por ajuda financeira, mas é fácil querer participar das coisas boas... Concordo com quem diz que a criança precisa de um lar fixo, uma referência. Estou confusa à respeito, e insegura.

Mady disse...

Estou separada do pai do meu filho desde 2001 o que até então ele apenas tem participado com o pagamento da pensão.
Não consigo compartilhar nada com ele que se apresenta como pai 2(duas) vezes no mes embora conste no acordo de visitação que seriam de 15 em 15 dias às 09:00hs do sábado até as 18:00hs do domingo, ele só aparece um dia.
Acho que a guarda compartilhada seria muito bom pois meu filho tem 12 anos e acredita que o pai é totalmente permissivo e legal pois naum tem a obrigação de conviver e de dizer o que é certo ou errado.
Por diversas vezes fui ameaçada (diante de uma discussão pois não estava permitindo que ele fizesse
qualquer coisa que ele queria) de que ele iria embora morar com o pai!
As tentativas que fiz para poder concientizá-lo da necessidade de ser mais presente me foi dado como resposta de que ele não iria discutir com o filho pois pouco se viam e quando isso acontecesse ele queria que fossem só coisas boas!
Assim é muito fácil ser pai, pai de deposito de pensão? Onde está escrito que só as mães são obrigadas pela responsabilidade de criar seus filhos?
Os pais se vão recomeçamuma nova vida sem se preocuparem com os horários, com as febres no meio das noites, com as festinhas que temos de participar e com isso concelar nossos compromissos,com o direito de recomeçarem suas vidas e trazendo ao novo parceiro a tranquilidade de conviverem sem ter de se indisporem ou se adaptarem aos filhos que deixaram de uma relação passada.
Fora o fato de que muitos cursos e muitos horários a gente não pode nem participar pois os pequenos dependem somente de nós!
Eles vão e nós paramos para cuidar de uma vida que foi gerada pela concordancia dos dois!
Não sei se isso cabe a muita gente mas me sinto profundamente infeliz por ver meu filho fazer uma ideia tão errada do que é ser pai, até porque é possivel que um dia ele seja, e corremos o risco dele estar se espelhando em atitudes e conceitos errados.
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Anônimo disse...

Acho muito complicado essa história de guarda compartilhada! O pai do meu filho morria de amor por mim até eu engravidar.Depois de pedir para eu abortar e ouvir um sonoro: ESQUECE! O sujeito me agredia moralmente, a ponto de me fazer passar mal e correr para o hospital com sangramento.Enquanto ria pelos corredores e dizia que duvidava que eu conseguiria chegar até o fim. Depois que meu filho nasceu, pediu pra fazer DNA, me humilhou mais um bom tanto, a ponto de secar meu leite. Teve a cara de pau de oferecer metade de um salario minimo de pensão, cortou o plano de saude ( que é empresarial e não custa nada para ele), já negou interar R$18,00 pra eu comprar remédios ( o valor total era 168,00, eu pedi 18,00 para interar o que eu tinha). Depois de tudo isso, muitos rompantes, resolve dar um de bom pai. Vai na creche uma vez por semana, pega um menino lindo ( e mto bem cuidado por mim!), diz que ama.Entra na justiça e pede guarda compartilhada. Que isso ? A justiça me diz que filho precisa do pai. Mas será que eles tem idéia do que é ser pai? Que nem todo pai biologico, consegue ser pai de verdade. Criança precisa de amor, de boa referencia de familia!
Andei pesquisando o assunto com psicologos, pedagogos e até alguns juizes e pelo que pude perceber, só é a favor aqueles que ainda não passaram pela experiência ( acompanharam algum caso). Pq tds aqueles que acompanharam, não concordam. dizem que se os pais não se derem muito bem, fica complicado. A criança fica sem referencia de casa. Existe a casa da minha mãe e a casa do meu pai, não existe " minha casa". Se os pais são pessoas muitos diferentes, mais problemas. A quem seguir? Que refer~encia ter? como não se perder? Pode-se criar uma distancia ainda maior entre pais e filhos.
Eu não sei o que o futuro me prepara.Mas sei que meu filho é tudo me minha vida."Que pelo santo se beija as pedras." Eu acato as visitas, mas não quero aquele exemplo de homem para meu filho.E não sei se acredito no amor que ele sente pelo filho. Quem ama cuida! Até onde os pais pediram guarda compartilhada pensando nos filhos e não que os custos serão menores? Tenho muito medo diso tudo!
Desabafo de mãe!

Anônimo disse...

Eu moro no interior e o pai dos meus filhos mora na capital, eu vim morar no interior porque tive uma oportunidade boa de emprego.Meus pequenos estudam em escola particular, o pai é muito bom pra eles, mais agora resolveu que quer morar com os meninos em outra cidade, o que pra mim é uma idéia inconcebivel, já que não abro mão de morar com meus pequenos de jeito nenhum, estou me sentindo perdida e desorientada,não sei o que fazer nem como agir, só estou com muito medo de ficar longe dos amores da minha vida....Quem quiser conversar comigo e me dá um conselho eu agradeço, meu email é ventaniassa@yahoo.com.br

Jota A disse...

Sou pai e cada caso é um caso. A guarda compartilhada sim é um direito do pai,pois até então "judicialmente falando" o direito era, acho que 97% da mãe. No seu caso específico acho pouco provável até que a justiça, se for o caso, conceda a ele essa hipótese de levar os meninos pra longe, por vontade exclusiva dele. Se a cidade não apresenta risco de morte ou algo mais grave diretamente ao meninos é impossível.Eu há muito venho "sustentando" o casamento qeu ja foi a beira da separação 377,9 vezes pq eu sempre penso no CONJUNTO..não na minha felicidade individual,já que ter os filhos felizes e saudáveis já é uma felicidade mútua, pelo menos eu penso assim, mas agora com a GC* aprovada me sinto mais seguro para dar um passo a frente, sabendo que não vou correr o risco de ficar longe das pessoas mais importantes da minha vida e nem quero que eles fiquem longe da mãe.SEJA BEM VINDA GC!

PETERSON disse...

É MULHERDA QUANDO A BALANÇA FICA IGUAL AS COISAS COMPLICAM.
DIREITOS E DEVERES IGUAS.
(SIM) A GUARDA COMPATILHADA
QUANDO VCS FOREM CAPAZ DE
FAZER (MITOSE E MEIOSE),VC VÃO TER TOTAL DIREITO DE USAR O PRONOME (MEU) ,EX: MEU FILHO , MINHA FILHA.
EM FIM É ISSO