Quantas crianças você conheçe que não tiveram, pelo menos uma vez, uma fomosa virose?! Aquelas crises de diárréia assustadoras e debilitantes que acabam por levar muitos pequenos à internação?! Meu filho quando estava com 3 meses de vida teve rotavírus e passou 5 dias internado devido a uma forte desidratação. Aliás, o rotavírus é a causa que leva o maior número de crianças, até 5 anos de idade, ao internamento hospitalar no Brasil e é responsável por 30% das diarréias graves no País. Desde 2006, o Ministério da Saúde, incluiu essa vacina no calendário de imunização, é administrada Via Oral, (assim como a da poliomielite) mas protege contra apenas um tipo de rotavírus e deve ser dada aos 2 e 4 meses de idade.
No dia 22/10, o Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Fundação Butantan assinaram um acordo para que a vacina passe a ser produzida aqui no País, e que irá atender 70% da população mundial até 2010 e protegerá contra 5, dos 6 tipos de rotavírus existentes.
Apesar de muitos pais questionarem muitas vezes a efetividade e até segurança das vacinas, sou daquele tipo de mãe que, embora meu filho seja autista, não acredito que a MMR seja a causa da Síndrome do meu filho, ele já apresentava sinais muito antes de ser vacinado, por isso se tivesse outro bebê, daria todas as vacinas e ele novamente.
Somos nós pais que temos o dever de escolher e decidir o que é melhor para nossos filhos, eu ainda sou daquelas que acredita que "prevenir é melhor que remediar!"










4 comentários:
Oi Si, acho bacana essa discussão sobre vacinas, a gente escuta tanta coisa questionável as vezes, até mesmo isso de que pode causar autismo, mas quando pensamos quanta dor podem evitar no futuro, ainda compartilho suas idéias de que prevenir é o melhor remédio, Sofia já tomou várias vacinas, inclusive aquelas que não estão na rede pública, e não vou deixar de aplicá-las! mesmo pq pelo que eu saiba, não existe comprovação científica de que a MMR seja a causa do autismo não é mesmo?!
beijos e bom fim de semana
Realmente previnir é melhor do que remediar. sempre!!
beijos!!
Oi Simone
Também concordo contigo, fizemos todas as vacinas que podíamos aqui nas criancas, inclusive a de meningite, pneumonia e catapora que quando morávamos no Brasil nao faziam parte das oferecidas gratuitamente. Mas a de rotavírus nao tem aqui nao, será que o Victor e a Sofia ainda poderao fazer aí, sendo que ela deveria ser dada nos primeiros meses de vida?
Vou dar uma pesquisada...
Um beijao,
Gi
Eu avalio bastante antes de vacinar.
Não vacinei nenhum dos meus dois contra rotavirus porque não considero que estejam no grupo de risco.
Não frequentam escola ainda, contato com crianças reduzido(nunca vou a parques cheios, shoppings lotados, shows concorridos demais (gosto de sossego...rs...detesto fila...), uso homeopatia preventivamente para fortalecer o sistema imunológico, como estou em casa, posso controlar o que comem (já que quando temos nossos filhos com empregada, babá ou na escola, nem sempre é como pensamos ou queremos), enfim....
Conversei com a pediatra e ela entendeu e concordou com meu ponto de vista.
Claro que nem todas as mães são assim, ou podem ficar em casa. Entendo perfeitamente.
Penso sempre no carro.
Acidente de carro mata mais do que guerra, e já é considerado uma endemia, frente ao grande número de casos. Ou seja : nós estamos no grupo de risco. Porque eu saio com meus filhos de carro mesmo sabendo dos risco? Mais fácil ferir meus filhos num acidente do que de rotavirus, tenho certeza.
Portanto, penso um pouco mais antes de dar todas as vacinas que aparecem, principalmente as novas.
Vacina, só as do calendário básico porque ainda não me sinto segura em não-vacinar (ainda sei muito pouco)e somente as que já estão em uso há bastante tempo.
Teve uma nova, a Hexa que não estava imunizando contra hepatite(não lembro qual exatamente se A, b ou c) e foi retirada do mercado pela Anvisa. Isso é grave pois as crianças vacinadas foram expostas claramente a uma vacina não amplamente testada (será que a população -leia-se crianças- foi usada como cobaia? Será que não?), as pessoas que vacinavam pensavem tranquilas que os filhos estavam imunizados e não estavam, e ainda pagaram mais caro por uma vacina que não funcionou justamente no que a tornava mais cara, a sexta doença a ser imunizada. Quem pagou o pato?
E quem nem soube do recolhimento das vacinas? E o que foi injetado nessas crianças que não funcionava?
Fica nelas...oras...
Prejuízo no bolso e na saúde.
Eu não confio plenamente nas vacinas. Principalmente porque saúde é comércio e lucro. Queria confiar e adoraria que funcionassem plenamente.
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