Lendo o Desabafo de Mônica Salvador sobre a escola ideal, e como ela deve ser uma segunda família nossos filhos, percebo mais uma vez que todas as mães têm dificuldades na busca da escola para seu filho, infelizmente nós, mães de crianças especiais, temos um pouco mais de trabalho...mas todas buscam o melhor lugar como Renata de Castro Gomes ou como Francine, do blog cidadão-pc, que relatou como são vistas nossas crianças que necessitam de acompanhamento especial em: o mundo ao seu redor.
Escrevi em meu blog sobre as escolas inclusivas e como sua permanência numa escola regular foi boa e ao mesmo tempo penosa para meu filho Gabriel. O capitulo V da lei 9394-96 garante o direito á educação inclusiva. A Constituição Federal já prevê a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, contrário ao modelo anterior de integração, onde a educação especial era substitutiva da escolarização.
Mesmo não sendo um processo fácil, a inclusão é necessária para tornar o aluno mais independente, além de auxiliar no desenvolvimento das outras crianças. Existem muitos exemplos que mostram que com amor, dedicação e vontade, a verdadeira escola inclusiva existe, basta apenas fazer acontecer. Porém é necessário a presença de profissionais capacitados. O Roig, do letra viva, fala bem sobre isso.
Deixo aqui um exemplo que a Inclusão Escolar e Social é possível, seja qual for a dificuldade da criança ou adolescente. Basta apenas acreditar como a escola Tistu aqui em Curitiba.
Aproveito o post para deixar minha indignação pela ameaça que uma escola especializada em autismo de Londrina (PR) está passando. O motivo da intimação que deu 10 dias para a escola fechar as portas: “segundo duas vizinhas, as 7 crianças atendidas pela escola fazem muito barulho...”
Escrevi em meu blog sobre as escolas inclusivas e como sua permanência numa escola regular foi boa e ao mesmo tempo penosa para meu filho Gabriel. O capitulo V da lei 9394-96 garante o direito á educação inclusiva. A Constituição Federal já prevê a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, contrário ao modelo anterior de integração, onde a educação especial era substitutiva da escolarização.
Mesmo não sendo um processo fácil, a inclusão é necessária para tornar o aluno mais independente, além de auxiliar no desenvolvimento das outras crianças. Existem muitos exemplos que mostram que com amor, dedicação e vontade, a verdadeira escola inclusiva existe, basta apenas fazer acontecer. Porém é necessário a presença de profissionais capacitados. O Roig, do letra viva, fala bem sobre isso.
Deixo aqui um exemplo que a Inclusão Escolar e Social é possível, seja qual for a dificuldade da criança ou adolescente. Basta apenas acreditar como a escola Tistu aqui em Curitiba.
Aproveito o post para deixar minha indignação pela ameaça que uma escola especializada em autismo de Londrina (PR) está passando. O motivo da intimação que deu 10 dias para a escola fechar as portas: “segundo duas vizinhas, as 7 crianças atendidas pela escola fazem muito barulho...”


4 comentários:
Si, parabéns por trazer este assunto á tona. não é fácil a gente olhar o mundo com este olhar aberto e colcoar as feridas sociais de maneira tão clara como vc fez. parabéns! espero que este seja um tema permanente por aqui e que algumas mães reconheçam na sua verdade um problema tão comum que precisa ser avaliado pela sociedade para que nossos filhos não tenham os mesmos desafios de hoje e tenho a sensação de que de sempre....
Simone, muito bom o post. Acho que a escolha das escola dos filhos é o primeiro grande dilema na vida dos pais, afinal são tantas opções! É preciso avaliar a personalidade do filho, a linha que a escola segue, se é pertou ou não de casa... enfim, avaliar mil coisas pra quem ainda vai começar a aprender o ABC! Mas acho que essa preocupação é mais que válida! beijos
Oi, Simone. Como sempre, seu texto é muito bom de ler, sútil, mas forte na mensagem.
Fiz um artigo, que sairá no Guia Escolas Sâo Paulo e do Rio de janeiro, onde defendo justamente que o a escola é mais que estrutura, preço ou proximidade do lar ou trabalho. A proximidade tem de ser com a "nossa casa", nossos valores, nosso jeito de ser. A escola é, mesmo que não queira ser, mesmo que não seja compreendida por vizinhos egoístas e pobres de qualquer sentimento de partilha e vida em comunidade, uma outra casa para os nossos filhos, mais um membro desse complicado e instigante corpo chamado família.
Parabéns.
Beijos.
Manoel
obrigada amigos! com certeza é um assunto que muito nos faz pensar, e como disse a Sueli, uma preocupação que vale a pena! afinal é na escola que muitos valores são reforçados e as potencialidades de nossos filhos afloram, sejam eles portadores de necessidades especiais ou não, eu mesma dirijo 48km por dia(ida e volta, o que em CWB é longe pra caramba!) buscando o melhor para Gabriel, e como têm valido a pena!
bom fim de semana!
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