Ainda não cheguei a fase fantástica das perguntas inusitadas das crianças. A Maria Luiza, apesar de parecer mais adulta que eu em algumas situações, tem apenas dois anos. Quer dizer: quase três anos...sniffffff!!! Mas, a portuguesa Mãe de dois já tem essas pérolas para nos contar sobre seu filho Tiago que questiona quem inventou o mundo?É nessas e, em tantas outras, que nos sentimos ainda mais impotentes diante da possibilidade de não vê-los pela manhã ou chegar no fim do dia e eles estarem dormindo. Pior, mesmo, é imaginar perdê-los. E, hoje, é um dia que merece muita meditação, fé e energia positiva porque é dedicado ao Dia Internacional das Crianças Perdidas. No blog Coisas de Daniella, o post mostra o quanto a esperança torna-se a única razão de viver desses pais.
A dica da Adital, que mostra alguns números de casos registrados na região, é o site Latinoamericanos Desaparecidos onde é possível encontrar fotos e fazer denúncias caso tenha alguma dica. No Brasil, o que não falta são blogs, ONGs e sites destinados ao tema. O mais famoso é o Mães da Sé que tem feito um trabalho lindo, comovente e necessário.
A presidente da entidade dá uma declaração que, apesar de não ser novidade para nenhum brasileiro que lê jornal ou vê TV, nos envergonha: "O fato do Brasil não dispor de um cadastro nacional de desaparecidos torna inviável saber os números que possam dar um parecer exato da situação de desaparecimentos de pessoas".
Esse é o nosso Brasil. Afinal, para quê números e estatísticas? Até mesmo as boas estatísticas que existem feitas por entidades públicas como IPEA estão correndo risco de perder sua autonomia... Ok. Essa é uma outra história. Aproveitando a deixa, o que não faltou esta semana no portal do Desabafo de Mãe foi novas histórias. Veja abaixo a relação:
Minha vida cheia de histórias, Rosângela, de Maranhão
Medo de deixar a filha no berço, Vanessa, de Guaratinguetá/SP
Futebol e as aflições maternas, Cristina, do Rio de Janeiro
A jornada de uma família que decidiu sair do sistema, Marina, de Brasília
Meu filho do meio não me obedece, Luciana, de Campinas
Manha da minha filha ou minha culpa, Luciana, do Rio de Janeiro










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