
Aqui nos Estados Unidos tem uma campanha para banir o uso de celulares no carro, pois já foi mais que comprovado que esse tipo de distração causa acidentes e alguns deles fatais. Não sei como é no Brasil, mas por aqui é febre enviar mensagens pelo celular, ou seja, enquanto estão no volante as pessoas estão literalmente concentradas escrevendo mensagens em seus celulares... Já acho o teclado de um netbook pequeno, imagina de um celular!!!!
Eu morro de medo de me envolver em um acidente, já tenho distração suficiente dentro do carro: as crianças gritando, jogando comida e pedindo isso e aquilo sem parar! Não há espaço para um celular... evito até falar no viva voz, pois também acho que tira a concentração. Esses dias, estava sozinha no carro, sem celular, sem rádio... e mesmo assim quase bati em outro carro, simplesmente porque minha cabeça estava em outro mundo!!!!
Dirigir é coisa séria, mesmo sozinha, sem meus filhos, morro de mede de me distrair assim e acabar machucando alguém inocente! Nem vou listar aqui os terríveis acidentes que já aconteceram por causa desse tipo de distração, quem tiver interesse e quiser treinar o inglês, pode ver alguns casos trágicos nesse link aqui!
8 de fevereiro de 2010
No phone zone!
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Sueli
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Marcadores: acidente de carro, celular
31 de janeiro de 2010
Filho de peixe, peixinho é...

Sushi é o prato favorito aqui em casa! Tomás, desde muito novo, sempre adorou comer sushi... Há pouco tempo, foi a vez do Arthur provar pela primeira vez... pela foto, vocês podem ver que ele adorou também!
YUMMMMMMMMMMMMMMMMMM!
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Sueli
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14:20
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Marcadores: hábitos alimentares, sushi
27 de janeiro de 2010
Porque algumas mães comem (ou sentem vontade de comer) suas crias...

Sei, sei... maternidade é mesmo algo muito especial. Mas até ser mãe só pensava nesse lado especial - de amor, carinho e proximidade - nunca, em momento algum, pensei que um dia fosse querer sumir por causa dos meus filhos. Sim, sumir do mundo! Gente, como criança não tem hora pra nada e, o pior, trava nas línguas.
Não é pra desencorajar outras futuras mamães, mas preciso listar aqui alguns momentos cruéis da minha experiência materna...
1. Estou na fila do supermercado, passando a compra e quase para pagar quando... O Tomás, de 4 anos, me fala: preciso "AGORA" fazer pipi. Eu estou com o Arthur no colo, de 15 meses, que no exato momento decide fazer o pior cocô da vida dele... daqueles moles, que explodem e vazam... Eu, na frente do caixa do supermercado, uma fila enorme e um bebê cheio de cocô, já vazando nos meus braços e um outro filho quase fazendo xixi nas calças. "Please, can you give me a minute?" E lá vou eu com os dois pro banheiro, deixando pra trás uma fila de consumidores incrédulos e com ódio de mim (como se mãe pudesse controlar as "vontades" dos filhos)... Tiveram que esperar, afinal ninguém pode controlar as intempéries da natureza. Ohhhh! Dia de cão...
2. Volto da escola e quando chego em casa a bomba: falei para a Ms. XX que ela "stinks" (no bom português: fede). Errrr, como assim? Ah mamãe, ela stinks e eu falei pra ela. Mas você não pode falar. Por que não? Porque você vai fazê-la triste... Mas você falou que é sempre pra falar a verdade... Errrr, sim... é pra falar a verdade, mas as vezes algumas verdades fazem as pessoas tristes e é melhor guardar pra gente (??? O que EU estou falando?). Mas porque você acha que ela stinks? Eu acho que ela vive numa floresta com os animais e não tem chuveiro... Pode ser, então ela não stinks, ela cheira como a floresta.... Não, mamãe, ela stinks... Desisto! No dia seguinte, nem olho para a professora tamanha a vergonha.... O que fazer?
3. Estou na Gap trocando algumas roupas quando "PUM", sim "PUM", daqueles de barulho de gente grande e o cheiro, infelizmente, também. Tomás que feio! Hummmm, pelo olhar da vendedora pareceu que "Pum" era meu e não do meu filho e, o pior, que eu estava querendo culpá-lo!
Não tô inventando... simplesmente, isso faz parte! Toda mãe vai querer um dia comer os filhos, mesmo que essa vontade dure apenas um milésimo de segundo!
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Sueli
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Marcadores: criação dos filhos, situações constrangedoras
21 de janeiro de 2010
Cinema infantil nas férias? Impossível!
Tô com raiva. É ódio mesmo. Porquê ninguém faz coisa boa para Criança no Cinema nas férias? Acho um absurdo. É nessas horas que gostaria de ter talento para ser roteirista. Eu fui obrigada a ver Alvin e Xuxa. Odieiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Meu marido conseguiu escapar de ver a Xuxa e sua Feiurinha, mas eu não. A Malu gostou porque a "Xuxa gosta de crianças" (ela conheceu a apresentadora na escola e também viu um vídeo dela aqui em casa), mas comentou: "não é igual História sem fim, né, mãe". História sem Fim é o filme predileto da Malu. Ela é apaixonada pela imperatriz e o garotinho que luta para salvar o mundo da imaginação. NÃO, filha, Xuxa não tem nada a ver com Hitória Sem Fim.
O filme parece uma tarde de "brincadeira sem graça" entre amigos, sem nenhum cuidado com público. Me remeteu aos piores dos piores dos piores da Sessão da Tarde. Prova da chatice é que só tinha nove pessoas na platéia. Uma das mães comentou comigo: o bom é que Xuxa não lota, né. Fiz uma risadinha amarela. Eu confesso que sou daquelas preconceituosas contra Xuxa, mas que na infância usou o brinco ou algo assim da apresentadora. Quando me tornei tia, eu arrisquei comprar Xuxa para baixinhos e adorei!!! Sei cantar a música dos patinhos até hoje para Malu...Então, quando Malu nasceu, eu resolvi comprar o DVD do Circo ( era o quinto!!!!), não gostei e assim proibi Xuxa dentro de casa. Mas, na escola.....
O filme só entrou nas nossas vidas porque minha cunhada comentou que ia levá-la e, então, Malu sempre lembrava que queria ver a Xuxa. O Feiurinha, da Xuxa, é uma tentativa de misturar o mundo da imaginação com todas as princesas dos contos de fada ( Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel, Bela e Chapeuzinho) com a "realidade" de um escritor que "mora" num barco de cruzeiro e tenta escrever uma estória. A Feiurinha é uma princesa que desapareceu e, com ela, todo mundo pode se perder, então, a Xuxa vai salvar a imaginação indo ao mundo "real" fazer o escritor Pedro escrever a estória da Feiurinha. Os diálogos são tão chatos que dá vontade de vomitar... e as tentativas de piadas são muito ruins. Odiei!
O Alvin - os esquilos 2 é menos chato, mas nada que valha a pena sair de casa. É a estória dos esquilos que agora vão à escola - logo, passarão por tudo que o norte-americano da sessão da tarde passa na escola - e encontrarão as esqueletes no concurso de música. Você vai pensar não acredito que gastei dinheiro com isso, mas não vai chegar a ter raiva ou ódio. Agora nos resta Onde Vivem os Monstros. Tudo indica que ele poderá salvar nossas férias, mas a classificação é só para 10 anos. A Malu tem apenas cinco, mas está louca para assistí-lo. Lemos o livro na livraria, vimos o trailer várias vezes ( no cinema e no you tube), mas ainda não sei se arrisco levá-la. Os feitos para ela são péssimos, mas são livres. Alguém levou filho menor de 10 anos para ver Onde vivem os Monstros e achou que vale a pena?
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Ceila Santos
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Marcadores: alvin e os esquilos, cinema infantil, Férias, o mistério da feiurinha, Xuxa
19 de janeiro de 2010
Minha mãe diz não, mas a vovó diz sim....

Eu moro super longe da minha mãe, uma pena porque meus filhos não têm a vantagem de crescer perto dos mimos dos avós, por outro lado, eu não preciso me preocupar tanto com o "estrago" causado pelos tais mimos... Isso até a minha mãe decidir mandar pra gente uma caixa cheia, mas CHEIA, de doces: dadinho, bala sete belos, bala de chocolate, bolachinha de nata caseira, doce de leite, sonho de valsa, ouro branco e por ai vai... Quando abri a caixa, o Tomás só faltou desmaiar, ele nunca havia visto tanto doce num mesmo lugar.
O Tomás, com a boca já cheia d´água, perguntou se podia comer alguma coisa. A caixa chegou exatamente meio-dia, horário do almoço, e ele não quis comer nada até deixá-lo experimentar uma das guloseimas. Comeu a bolachinha de nata e um doce de leite. Eu disse não para a bala. Gente, pode ser neurose minha, mas ainda acho que bala e chiclete não é para criança de 4 anos (nem 5, 6 ou 7 kkkkk). Bala sete belos é uma delícia, mas é óbvio o estrago que causa na boca de uma criança.... a danada da bala é um grude só... Enfim, bala não tem vez aqui em casa. Não dou e pronto. Já sumi com elas, mandei tudo para o escritório do Ben.
Liguei para agradecer e aconselhar minha mãe a não gastar dinheiro para mandar balas numa postagem internacional que sai mais de R$ 100. Não tem jeito. "Ah! Mas era só pra desejar Feliz Ano Novo para o Tomás e o Arthur". Ela já está preparando outro envio, mas desta vez com pão de queijo, que o Tomás adora!
Agora, alguém pode me explicar essa relação da avó com o doce? Minha sogra tem a mesma mania. Basta a gente se encontrar que lá vem doce: chocolate, chocolate, chocolate e chocolate... de todas as formas e cores! Ela, depois de algumas discussões, pergunta para mim se ele pode... Mas sempre dá um jeito de agradar o moleque levando para os passeios um biscoito coberto de nozes e chocolate, um suquinho de laranja ou um pacotinho de M&M. Minha mãe nem se dá o trabalho de perguntar, quando eu vejo... o Tomás já devorou o doce.
Eu já tentei tudo. Agora, porque o Tomás é super agitado e tem dificuldades para dormir, a médica aconselhou a reduzir ainda mais os doces. Avisei as avós, mas não tem jeito. Avó é sinônimo de doce. Não há médico que vai mudar isso! Elas moram longe e, por isso, eu consigo controlar. Elas mandam doces e mais doces pelo correio, mas eu sou a responsável pela triagem do que pode ou não pode. Isso sairia do meu controle se morássemos perto. As férias são a prova disso! Será que é só comigo ou avó é assim mesmo, fala "tá bom" ao mesmo tempo em que enche a mão do neto com guloseimas açucaradas?
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Sueli
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Marcadores: autoridade, Avó, doces
11 de janeiro de 2010
Será que sou uma boa mãe?
O que não faltam são pulgas atrás das orelhas das mães de primeira viagem, né? Carol desabafa um pouco sobre isso no site do Desabafo de Mãe (ufa! conseguimos voltar ao ar!, mas ainda com problemas). É bom lembrar que o site ainda não saiu de férias, mas já começa a trazer as vozes das mamães devagarinho no ritmo "quase morto" de janeiro.
Aproveitei para fazer um balanço sobre a quantidade de mães que se questionam se são boas mães e o quanto a experiência do primeiro ano nos assusta e nos transforma. (Os hiperlinks estão na coluna direita do site no desabafo da Carol, que é a manchete de hoje - 11/01- no site). É verdade que no decorrer da descoberta da maternidade, os sustos continuam, mas não os ouvimos mais com a mesma intensidade. Agora, mãe de uma criança de cinco anos, minhas indagações são tão diferentes que chego a esquecer da importância que era me sentir uma boa mãe. SIM, uma mãe quase perfeita!
Tenho lido Badinter agora pela dica da Ombudsmãe (aliás, o post linkado também tem a ver com tema) e também porque o interesse pela "invenção da maternidade" tem sido um dos meus principais hobby de leitura. A Érica trouxe o livro para site em 2008, quando questionava o Amor Materno que sentia na pele. E a Rê fez um post bastante reflexivo sobre tema no seu blog. São conversas mais teóricas ( que pretendo retomá-las aqui no futuro), mas o fato é que a prática do Desabafo mostra mães sempre questionando justamente o que Badinter diz ser uma construção cultural. SOU MESMO UMA BOA MÃE?
A Mãe Ideal - aquela paciente, que amamenta com carinho e ternura, alimenta na hora certa e ainda sente exatamente o que fazer na hora em que todo mundo sabe o que é certo ou errado - foi construída culturalmente lá na FRANÇA, no tempo em que criança não tinha nenhum valor para sociedade, se vestia como adulto e as mães adoravam uma festa, um teatro e uma balada noturna. A tal Idade Média. Foi "imposto" um modelo ideal de mãe durante duzentos anos porque a mulherada não queria saber de amamentar nem criar filhos, segundo Badinter.
Hummmmmm, eu não quero só discutir Badinter aqui (ainda não li livro inteiro), mas gostaria muito de falar sobre O que é ser uma boa mãe. De onde vem as tais exigências que se transformam em culpas? Será que o modelo ideal da Badinter tem alguma coisa a ver com isso? Existe uma BOA MÃE determinada que todos devem seguir? E essa tal BOA MÃE é boa para o filho que EU tenho em casa? Dá pra ser boa sem ser a boa mãe estabelecida pela sociedade ou pela qual eu cobro que eu seja?
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Ceila Santos
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Marcadores: aleitamento materno, Badinter, mater, Mães boas
7 de janeiro de 2010
De novo, as tais tarefas domésticas
A diarista sumiu de novo. Perdi a Lucinha há dois anos e, desde então, tento ganhar consciência da servidão, da responsabilidade doméstica e do convívio familiar. Nem tenho idéia de quantas diaristas já passaram por aqui e quantas vezes queria literalmente morrer pela ausência de uma empregada. Estou de novo sozinha com uma casa que grita muito menos que no passado. E ela só grita menos porque a ausência de outro me obrigou a olhar pra dentro.
Lição 1: Precisamos aprender a ser companheiros!!!
Aprendi a aceitar mais a ajuda do outro, mas ainda cobro muito de mim, principalmente, as tarefas que resolvi "odiar" como fazer comida ou passar roupa. Percebi também o quanto faço muito mais que ele. Essa divisão de tarefas, talvez, seja o desafio mais comum da maternidade. Existe uma força absurda a favor do homem na hora da cobrança.
Responda-me: como aquela que é obrigada a "impor" uma divisão de tarefas mais justa apóia aquele que faz menos? SIMMMMM!!! EU NÃO SEI VOCÊ, MAS EU AINDA COBRO DE MIM AS TAREFAS DO PASSADO. Além da cobrança do outro (s), a gente também se cobra mais de nós mesmas do que deles a ponto de acreditar que tem coisas que só mesmo uma mulher sabe fazer.
É engraçado como as tarefas comuns permitidas ao pai são sempre as mesmas: trocar a fraldinha, dar ou fazer mamadeira e trocar a roupa quando cresce. Porquê será? Ah, banho também pode e, na época que ninguém dorme, ambos já sofrem acordados em busca de uma saída. Vale ressaltar que minha angústia aqui não é que o homem faz pouco, mas o quanto eu acho que meu marido faz muito, saca? Essa doença ainda contribui para aquela típica frase dita, lógico, por ele: mas eu não cobro nada de você!
-Tá bom, mané!
Lição 2: Casa é responsabilidade da casa
Também aprendi o quanto fui servida a vida inteira pelas babás, empregadas, minha mãe e avó. Tenho uma cultura familiar muito mineira - uma das babás que me criou trabalha até hoje na nossa família. É ela, por exemplo, que hoje arruma a mala do meu primo, que mora fora e todo fim-de-semana volta pra casa. Basta sentar na cadeira da cozinha da minha mãe para começar a ser servida: cafezinho, colher, açúcar. E se faltou um talher, lá vai alguém buscar pra você.
Apesar da minha casa não ter nada a ver com a casa da minha mãe, eu me sinto preguiçosa todo minuto que não faço algo e, ao mesmo tempo, me sinto no direito de ser servida como era na casa da minha mãe. Ou seja, até tento ser mulher, mas ainda sou a criança servida pela mamãe. Parece coisa de doida, mas uma conversa esses dias com uma amiga que mora no exterior e, desde então, assumiu tudo resultou num papo cultural de que nós, brasileiros, continuamos escravizando dentro de casa. Queria matá-la na hora, mas depois comecei a perceber que tinha uma certa razão.
Lá fora, doméstica é artigo de luxo há um bom tempo. Aqui começa agora - afinal, são poucos que conseguem pagar o atual salário mínimo. A Cristiane ( quem me inspirou a escrever este post) conta muito bem essa diferença de constumes no post Gente folgada ou mal ensinada? Assim que a li comecei a pensar na questão da servidão/escravidão. Eu tenho pensado muito em aproveitar o sumiço da diarista para instituir de vez aqui em casa que quem cuida da casa somos nós. Mas, confesso, tenho medo de assumir muito e ainda achar que estou fazendo pouco. Exemplo?
Eu trabalho (em dois empregos, por enquanto), além de ter dois blogs, quatro caixas de emails e um site. Faço tudo isso em casa. Mas também estudo: faço pós-graduação no sábado e sou obrigada a ler um batalhão de livros, artigos e teses. Essa semana consegui colocar feijão pra cozinhar, fazer duas jantas e um almoço, lavar roupa e deixar todas camas arrumadas. Mas sinto que não fiz nada pelo batalhão de coisas que não fiz na casa.
Ufa! Dona Maura na campainha: vai trazer amanhã uma menina que topa ganhar o que pago para dois dias de serviço. E agora?
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Ceila Santos
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14:07
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Marcadores: afazeres domésticos, empregada, ideologia dominante, morar no exterior, tarefa doméstica

